LEITURAS RECOMENDADAS # 3

Feliz na Louisiana, Monty Williams já planeja o futuro do Hornets

* Por Lucas Ottoni

Já faz um tempinho que o New Orleans Hornets entrou de férias, e as notícias acerca da equipe são cada vez mais escassas. É o famoso período de entressafra dos zangões. No entanto, como eu sou um cara chato e persistente, acabei catando algumas informações interessantes para vocês. Confiram aí:

Los Angeles Clippers teria interesse no técnico Monty Williams

Monty mantém os “pés no chão” em relação ao draft (em inglês)

Hornets segue em busca de novos talentos (em inglês)

Lance Thomas treinará com a seleção olímpica (em inglês)

Hornets participará da NBA Summer League 2012 (em inglês)

Satisfeito em New Orleans, Monty Williams não entra em polêmica sobre a mudança do nome da franquia (em inglês)

Hornets foi o segundo time mais afetado por lesões (em inglês)

Ok, eu sei que ninguém aqui é obrigado a entender o idioma inglês. É para isso que existe o tradutor do Google. É só jogar o texto nele e passar para o português. Boa leitura!

* DRAFT 2012: Ainda falaremos muito sobre isso nas próximas semanas. Sorteio, prospectos, prováveis escolhas, o efeito dessas escolhas sobre a equipe do Hornets, a possibilidade de troca dessas escolhas, etc. Tudo está bem guardadinho na nossa pauta. Aguardem!

* SUGESTÃO: De acordo com o site HoopsWorld, o Philadelphia 76ers estaria disposto a negociar o bom ala Andre Iguodala no próximo verão americano. Eu acredito que ele seria um encaixe bem interessante para o time do Hornets. Temos Jarrett Jack, Trevor Ariza e Emeka Okafor como possíveis moedas de troca. E aí? O que vocês acham? Dá para pensar em algo? Opinem lá nos comentários…

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ENFIM, O ÚLTIMO ATO

Greivis Vasquez e Jason Smith celebram outra vitória do Hornets na reta final

* Por Lucas Ottoni

Sem qualquer chance de alcançar os playoffs da temporada 2011-12 da NBA, o New Orleans Hornets (21-44) vai se despedir do campeonato nesta quinta-feira, às 21h (de Brasília), diante do também eliminado Houston Rockets (33-32), lá no Texas. O jogo é uma mera formalidade, assim como as partidas que os zangões encararam nos últimos dias. Afinal, a notícia da compra da franquia pelo bilionário Tom Benson e as possíveis consequências disso (aqui e aqui) acabaram colocando os acontecimentos dentro de quadra em segundo plano. Nada mais compreensível, já que esses jogos derradeiros têm servido apenas para que o técnico Monty Williams realize avaliações no elenco e coloque os jogadores mais jovens ou em fim de contrato para mostrarem serviço. Portanto, o comportamento desses caras na reta final é o principal alvo da nossa análise. Mas antes de entrarmos nisso, vamos falar rapidamente sobre os resultados que a equipe da Louisiana obteve de uma semana para cá…

* Clique aqui e confira a prévia do nosso jogo de despedida (em inglês) 

Eric Gordon bate um papo com CP3

Na quarta-feira passada (18/04), o Hornets foi até o Tennessee e perdeu para o bom time do Memphis Grizzlies (40-25): 103 a 91. Um resultado absolutamente normal, tendo em vista que atletas como Jarrett Jack (lesionado), Chris Kaman (lesionado), Eric Gordon (poupado) e Trevor Ariza (poupado) não atuaram. Como havia prometido, o Monty Williams colocou em quadra uma equipe recheada de jovens e jogadores pouco experimentados na NBA. Um dia depois, os zangões voltaram para New Orleans, enfrentaram o Houston Rockets e venceram na prorrogação: 105 a 99. O ala-armador Eric Gordon atuou, foi o destaque (com 27 pontos) e brindou o público no último jogo que fizemos em casa na temporada. Após a boa vitória, o time teve dois dias sem jogos antes de viajar para Los Angeles e bater de frente com o LA Clippers (40-26), no último domingo (22/04). O Hornets se apresentou muito bem e chegou a ir para o último período vencendo por 10 pontos de diferença. No entanto, o nosso velho conhecido Chris Paul resolveu acabar com a festa e comandou a reação dos angelinos: 107 a 98, com 33 pontos, 13 assistências e 8 roubos (!) do CP3. Creio que essa derrota foi um belo aprendizado para a nossa garotada, e acho que o técnico Monty Williams pensa exatamente como eu. E para fechar a retrospectiva semanal, os zangões deram uma passada em Oakland e conseguiram um triunfo suado sobre o Golden State Warriors, na nossa penúltima aparição na temporada: 83 a 81. Vejam o lance esquisito (um bloqueio com a bola na descendente!) que decretou a 21ª vitória do Hornets, na madrugada desta quarta-feira (25/04):

Bem, você não precisa ser fera em matemática para saber que nós saímos com 2 vitórias e 2 derrotas, nos últimos 4 jogos. Contudo, o mais importante foi o comportamento do time. O Monty testou algumas formações, deu mais tempo em quadra a alguns jogadores e – como consequência – observou qualidades e defeitos a serem trabalhados daqui para frente. O fato é que o Hornets joga duro todas as noites, não importando a situação em que se encontre. E isso é reflexo da excelente atuação do Monty Williams, não resta a menor dúvida. Mesmo tendo o seu trabalho brutalmente comprometido pelas lesões no elenco ao longo de todo o campeonato, ele soube transformar os zangões em um grupo competitivo com o que tinha em mãos. E o resultado disso virá a longo prazo, podem ter certeza. Nós temos uma equipe jovem, em evolução, e que está sendo muito bem conduzida pelo nosso treinador. Para vocês não acharem que eu estou viajando, vou tentar fundamentar o meu otimismo com algumas coisas que eu tenho observado. Lá vai…

Vasquez amadureceu

1) A maturidade do Greivis Vasquez: o armador venezuelano tem sido uma peça importante para o time nessa reta final do campeonato. Em seu segundo ano na NBA, ele praticamente triplicou as suas médias de pontos, assistências e rebotes, em relação à sua temporada de estreia na liga, onde – pouco – atuou pelo Memphis Grizzlies. No New Orleans Hornets, o Vasquez vem aproveitando bem as chances que tem recebido e está conduzindo a armação da equipe com eficiência. Essa tem sido uma temporada de bastante amadurecimento para o jogador de 25 anos, e ele vem segurando muito bem a onda na ausência do titular Jarrett Jack (lesionado).

Belinelli recebeu elogios

2) O crescimento do Marco Belinelli: o ala-armador italiano começou muito mal a temporada, tendo um baixo aproveitamento no quesito em que é especialista: os arremessos. Muitas vezes o Belinelli foi questionado e criticado, mas o técnico Monty Williams seguiu confiando no jogador de 26 anos para substituir o lesionado Eric Gordon. Hoje, além de se mostrar um artilheiro cada vez mais eficiente, o italiano tem apresentado uma melhora substancial como defensor (ele não é mais aquela “peneira” que era na temporada passada!). Nos últimos 5 jogos como titular, obteve uma média de 18.6 pontos. Inclusive, a ética de trabalho do Belinelli foi bastante elogiada pelo Monty, e o crescimento desse jogador é nítido.

Aminu: em ascensão

3) A evolução defensiva do Al-Farouq Aminu: o ala ex-Clippers é um jovem de 21 anos que chegou cedo demais à liga profissional. Há aspectos em seu jogo que precisam ser muito trabalhados. Ele ainda apresenta sérias deficiências quando tem a bola nas mãos e segue cometendo erros no ataque, onde não raramente é vítima de bloqueios e roubos fáceis (embora tenha melhorado o seu arremesso de média e longa distância). Apesar desses defeitos, o Aminu vem mostrando um enorme potencial defensivo, algo que o técnico Monty Williams aprecia bastante. Tanto que ele afastou o Trevor Ariza das últimas partidas só para observar melhor o desempenho do Aminu, e essa decisão já vem rendendo frutos. A energia para defender tem sido a marca registrada desse jogador. Além de ser um “carrapato”, o Aminu tem boa altura (2,06 metros) e ajuda o time também na luta pelos rebotes. A ideia é que ele siga em constante evolução.

Smith é um jogador melhor

4) O desenvolvimento do Jason Smith: esse ala-pivô de 26 anos é um jogador muito melhor hoje do que quando chegou no Hornets, há quase dois anos. Vocês lembram? Ele é um cara que tem um bom arremesso, mas era afobado demais na defesa e cometia diversas faltas infantis, além de não ter um bom jogo de pernas. Com o passar do tempo, o Smith foi melhorando essas deficiências, aprendendo a evitar algumas faltas por excesso de empolgação e a trabalhar melhor a bola perto da cesta. Além disso, ele tem apresentado um pacote de bloqueios e enterradas animais, algo que não era tão comum em seu jogo quando ele desembarcou na Louisiana, em 2010. Na atual temporada, o Smith possui médias de mais de 10 pontos e quase 5 rebotes por jogo. Eu me arrisco a dizer que esse rapaz é hoje um dos jogadores favoritos dos fãs do Hornets. E certamente isso não é obra do acaso.

Dos últimos 12 jogos, o Hornets venceu oito e teve uma sequência de quatro triunfos consecutivos. É óbvio que o retorno do Eric Gordon também foi fundamental para essa enorme melhora no desempenho do time, mas também é preciso lembrar que ele vem sendo poupado em algumas partidas, e jogadores como Vasquez, Belinelli, Aminu e Smith têm conduzido o Hornets a boas partidas e resultados positivos. Daqui a pouco, teremos o nosso último ato, a nossa despedida do campeonato de 2011-12. E a equipe do técnico Monty Williams encerrará a sua participação deixando o seguinte recado: “estamos começando a ganhar forma para a próxima temporada! Se preparem!”. Amigos, eu estou prevendo algo muito, muito legal vindo por aí…

OBS: Eu não esqueci do ala-pivô mexicano Gustavo Ayon. Ele está sentindo as dificuldades de sua primeira temporada na NBA, mas tem qualidades e já demonstrou isso em alguns jogos. Ele é mais uma peça que poderá ser muito útil à equipe dos zangões. Eu confio demais nisso.

* A SEGUIR: Assim que a temporada terminar, o Brazilian Hornet fará a avaliação do elenco – jogador por jogador – (quem se destacou, quem decepcionou, quem merece ficar, quem deve sair) e também começará a voltar todas as baterias para o draft de 2012 e os jovens talentos que estarão ao alcance dos zangões na noite da seleção. Aguardem!

* TRÊS PERGUNTINHAS: O ala Trevor Ariza foi afastado até do nosso banco de reservas e disse que entende a opção do técnico Monty Williams, que preferiu poupá-lo para dar chance aos jovens jogadores. Agora, vamos às interrogações…

1) Será que o clima entre Ariza e Monty é dos melhores?

2) O Ariza seguirá em New Orleans na próxima temporada?

3) O Michael Kidd-Gilchrist está cada vez mais perto dos zangões?

E então? O que vocês acham? Opinem aí…

TUDO IGUAL: HORNETS 1 X 1 CP3

Chris Paul tenta defender Blake Griffin da fúria de Trevor Ariza

* Por Lucas Ottoni

Na última segunda-feira (26/03), o New Orleans Hornets foi até o Staples Center, em LA, e não resistiu ao Los Angeles Clippers (28-21) de Chris Paul. O placar de 97 a 85 acabou servindo como uma espécie de revanche para CP3, que havia sido derrotado pelos zangões na semana anterior. Agora, o duelo entre o Hornets e seu ex-principal jogador está empatado em 1 a 1. Porém, o registro que nos interessa aqui é esse: 12-37. Essa é a campanha da equipe da Louisiana na temporada 2011-12 da NBA. Tais números indicam que o Hornets segue amargando a lanterna isolada da Conferência Oeste e – é claro – já não possui a menor chance de lutar por uma vaga aos playoffs. Restando apenas 17 partidas para o fim da nossa participação no campeonato, a palavra “draft” ganha cada vez mais força entre os fãs dos zangões. Mas ainda é cedo para entrarmos de cabeça nesse assunto. Por ora, vamos falar sobre o nosso segundo encontro com o (rival) Chris Paul…

Blake Griffin enfrenta Carl Landry

Assim que a bola foi para o alto, o Clippers mostrou que não havia digerido bem a derrota para o Hornets, na última quinta-feira, lá em New Orleans. Jogando com muita vontade – e contando com os inúmeros erros e desperdícios do time visitante -, os angelinos abriram logo 18 a 2 nos minutos iniciais. Apesar da boa reação dos zangões, que chegaram a empatar a partida (28 a 28) no segundo quarto, o Clippers esteve em uma noite muito feliz e comandou o placar durante o restante do duelo. Chris Paul jogou o fino, e Blake Griffin dominou as ações dentro do garrafão. Já o time do Hornets não teve uma grande performance, e muitos jogadores nossos renderam abaixo do habitual, como Jarrett Jack, Trevor Ariza, Gustavo Ayon e Greivis Vasquez. Os anfitriões chegaram a abrir quase 30 pontos de vantagem, mas aí o ameaçado técnico Vinny Del Negro resolveu colocar reservas em quadra no último período e viu o Hornets diminuir a tunda sofrida. No fim, vitória de CP3 e cia., por 12 pontos de diferença. Pronto, o jogo está resumido. O Clippers atuou bem e contou com os seus principais jogadores em noite inspirada. Já o Hornets não fez uma boa partida e saiu de quadra derrotado.  Nada mais a comentar, a não ser algumas pequenas coisinhas no próximo parágrafo…

* Confira aqui o Box Score (com vídeos) da partida

Sem o pivô Chris Kaman (gripado) e o ala-pivô Jason Smith (suspenso), o garrafão do Hornets sofreu nas mãos de Blake Griffin. Gustavo Ayon, Carl Landry (apesar do duplo-duplo, com 14 pontos e 10 rebotes), Lance Thomas e Chris Johnson até que se esforçaram, mas não fizeram um bom trabalho defensivo. Isso quer dizer que, mais uma vez, os desfalques prejudicaram o Hornets. Essa será a grande marca da nossa campanha: lesões, doenças, suspensões, etc. Mas há um outro fator a se lamentar nessa partida: o Hornets cometeu 27 TO (!) contra 14 do Clippers. Quase o dobro de erros! Isso só mostra que a noite da equipe de New Orleans realmente não foi das melhores. Para terminar, um fã do Clippers atirou um amendoim no técnico Monty Williams e acabou convidado a se retirar do Staples Center (lá nos EUA essas coisas também acontecem durante os jogos, meus caros). E o Blake Griffin fez isso aqui com o Trevor Ariza, que aliás não gostou nada:

Seria algum tipo de vingança pela falta que ele sofreu do Jason Smith (e que rendeu uma suspensão de dois jogos ao nosso ala-pivô) no jogo da semana passada? Olha, eu prefiro acreditar que não. Pois descontar a raiva em um outro jogador que nada teve a ver com o episódio anterior é coisa de covarde. E, honestamente, eu espero que esse não seja o caso do sr. Griffin.

Ok, vamos ficar por aqui? Vamos. Com os seus 25 pontos e 10 assistências, o Chris Paul conseguiu dar o troco nos zangões, e o técnico dele, Vinny Del Negro, deve ter respirado aliviado. Já eu – que não estou nem aí para o Clippers – ficarei ligadinho no NCAA Final Four, que começará neste próximo fim de semana, em New Orleans. Preciso explicar o motivo?

* BACK-TO-BACK: Hoje à noite (23h30m de Brasília), o New Orleans Hornets estará em Oakland, para o duelo contra o Golden State Warriors. Um dia depois, nesta quinta-feira, os zangões terão pela frente o Blazers, lá em Portland. A bola subirá às 23h (de Brasília). O Brazilian Hornet deve passar informações, via Twitter. Siga o BH e fique por dentro de tudo o que acontecerá em quadra.

* New Orleans Hornets Brasil: a prévia do jogo (contra o Warriors)

* PASSEIO PELO VELHO OESTE: Os zangões estão em uma dura sequência de 5 jogos longe de casa. Após a derrota para o Clippers e os jogos contra Warriors e Blazers, o nosso time voltará a Los Angeles para encarar o Lakers (no sábado) e depois seguirá para Phoenix, onde baterá de frente com o Suns (no domingo). Outro back-to-back, e tudo isso em menos de uma semana. Loucura total! É aquilo: jogador da NBA ganha muito bem, mas tem que suar por cada centavo. Não há como negar isso.

TROPEÇANDO NOS DETALHES

* Por Lucas Ottoni

Olá, amigos. Hoje o tempo está curto, então o post será breve (ou vice-versa). No último sábado (24/03), o Hornets (12-36) recebeu o forte San Antonio Spurs (33-14), na New Orleans Arena, e fez um jogo de igual para igual até os segundos finais. Aí aconteceu o que quase sempre acontece com o nosso amado time quando chegam esses momentos decisivos: erros, precipitações e jogadas extremamente mal planejadas. O resultado da partida? Vitória do Spurs, é claro: 89 a 86. Primeiramente, eu gostaria de dizer que os zangões sofreram com os desfalques – só para variar. Sem o pivô Chris Kaman (gripado) e o ala Trevor Ariza (lesão no tornozelo direito), o Hornets iniciou o duelo contra o rival de divisão com a seguinte escalação: Jarrett Jack, Greivis Vasquez, Marco Belinelli, Lance Thomas e Gustavo Ayon. Quer dizer, uma formação muito modificada e que tinha tudo para dar errado. Mas o fato é que o trabalho do técnico Monty Williams é muito bom, e o time jogou bem e fez jus à fama de adversário indigesto para qualquer um. Porém, isso não foi o suficiente para conquistarmos a almejada vitória. E por que não vencemos? Vejam vocês mesmos no vídeo lá em cima…

Observaram os highlights do jogo? Pois é, amigos. Restando menos de 8 segundos no relógio, o Spurs vencia por 89 a 86, e o Monty Williams pediu um tempo técnico para organizar a nossa última jogada, a que teoricamente nos daria o empate. Até aí tudo correto. Só que a execução foi completamente equivocada! O Jarrett Jack pegou a bola, tentou uma infiltração que ninguém entendeu e errou! Será que o Monty e os jogadores acharam que a gente estivesse apenas 2 pontos atrás no placar? Por que não foi armada uma jogada para o “chute” de três pontos que nos salvaria? Não entendi patavina! Após o erro do Jack (que fez uma partida estupenda, é verdade), o Spurs ficou com a bola, o Danny Green recebeu a falta e errou os dois lances livres. Essa generosidade ainda nos rendeu 2 míseros segundos para o arremesso de três que deveria ter sido executado no lance anterior. Por fim, o Marco Belinelli tentou a salvação todo desequilibrado e errou. Um desastre! O vídeo lá em cima não mente. E, mais uma vez, nós tropeçamos nos detalhes.

* Confira aqui o Box Score (com vídeos) da partida

* Clique aqui e veja o pós-jogo do blog Spurs Brasil

OBS: Apesar dos desfalques, o Hornets teve o retorno do ala-pivô Carl Landry. Ele não jogava desde o dia 04 de fevereiro, quando lesionou o joelho esquerdo  na partida contra o Detroit Pistons. E o Landry voltou cumprindo boa atuação diante do Spurs: 15 pontos, 5 rebotes, 1 assistência e 1 roubo, em 29 minutos.

* REVANCHE?: Daqui a pouquinho, Chris Paul e o Hornets estarão frente a frente pela segunda vez, em menos de uma semana. Os zangões irão encarar novamente o Los Angeles Clippers, só que agora no famoso Staples Center. A bola subirá logo mais, às 23h30m (de Brasília). No jogo da última quinta-feira, CP3 amargou a derrota em New Orleans. Cheiro de vingança no ar? Sei lá… O que eu sei é que um novo tropeço para o Hornets poderá custar o emprego do técnico angelino Vinny Del Negro, que está “balançando” no cargo. O Brazilian Hornet irá acompanhar tudinho e jogar informações sobre a partida no nosso Twitter. Não percam!

* New Orleans Hornets Brasil: a prévia do jogo

* New Orleans Hornets Brasil: Caso Eric Gordon – opinem!

* A FÓRMULA DO MONTY: O técnico do Hornets explicou como o time tem que fazer para superar Chris Paul pela segunda vez e buscar uma vitória lá em Los Angeles. “Obviamente, quando você está jogando contra Chris, você tem que jogar por 48 minutos, você tem que ser fundamentalmente sólido“, disse o nosso treinador. E, de preferência, sem vacilar nos segundos finais. Que o passado recente sirva de exemplo, né?

UMA RESPOSTA A CHRIS PAUL

CP3 com outra camiseta que não a do Hornets. Estranho, né?

* Por Lucas Ottoni

Ok, eu já sei. Você leu o título do post e logo pensou: “Putz, o cara que escreve no Brazilian Hornet alimenta um verdadeiro ódio pelo Chris Paul, por ele ter saído de New Orleans”… Negativo, nada disso. Muito pelo contrário. Eu acho que a bela vitória do Hornets (12-35) sobre o Los Angeles Clippers (26-21) do CP3 – na última quinta-feira (22/03) – serviu para que a nossa franquia mostrasse a ele que, apesar do recomeço difícil, nós estamos vivos. Foi uma resposta positiva, sem ódio, sem ressentimento e sem amargura. Ele saiu, foi buscar o melhor para a carreira dele e nos deixou uma lembrança de muitas alegrias e belas jogadas. E se o Chris Paul tinha alguma dúvida quanto ao futuro do Hornets sem ele, eu acho que a resposta foi dada na última quinta: “Estamos com dificuldades, rapaz, mas estamos vivos. Você acabou de comprovar isso hoje, CP”. O placar de 97 a 90 a favor dos zangões não teve sabor de revanche, não para mim. Eu encarei esse resultado da seguinte forma: foi algo como mostrar para a sua ex-namorada que você ainda sofre com o fim da relação, mas que está superando e que os dois ainda podem ser amigos. É mais ou menos por aí. Não há revanchismo e nem animosidade. Chris Paul fez muito pelo Hornets, é um ídolo, e isso é inegável. Agora vamos falar um pouco sobre o jogo…

* Confira aqui o Box Score (com vídeos) da partida

Por mais que a gente quisesse tratar esse jogo como apenas mais um, não há como negar que o reencontro do Chris Paul com o Hornets, ainda mais em New Orleans, foi algo diferente, especial. Principalmente porque o craque esteve do outro lado, como visitante. Eu confesso que estava muito curioso para saber como o CP3 seria recebido pela torcida da Louisiana. A noite começou com a apresentação dos atletas sendo feita pelo ator Samuel L. Jackson, e o excelente blog nacional Bola Presa escreveu um texto muito legal a respeito disso e do jogo – confiram aqui. Eu achei muito bacana e muito positiva a recepção da galera ao Chris Paul. É bem verdade que ao longo da partida ele recebeu algumas vaias (coisa de gente fraca de espírito), mas, no geral, o público se comportou muito bem e reconheceu o bom trabalho que o Chris Paul cumpriu nas seis temporadas em que esteve com o Hornets. Isso é o esporte, e é assim que tem que ser. Eu só achei meio desnecessárias as declarações de amor que o CP3 fez aos zangões e à cidade de New Orleans antes do jogo. Isso foi um pouco forçado. Se ama o time e a cidade, por que “meteu o pé” em um momento complicado para a franquia e deixou o lugar que tanto adora? Fica aí a questão. Eu não estou dizendo que ele foi falso, apenas acho que palavras fortes (e que não coincidem com certas ações) – como AMOR – poderiam ser evitadas. Fora isso, eu só tenho elogios e agradecimentos ao Chris Paul. Mais uma vez obrigado, CP. E não nos leve a mal pela vitória. Nós apenas fizemos o que você sempre fez enquanto vestiu a nossa camiseta: jogamos com tudo, para vencer!

Como essa partida foi especial, eu hoje vou postar alguns vídeos sobre ela. Não haverá um texto extenso sobre as atuações dos dois times. Imagens são muito mais emocionantes, vocês não acham?

 

 

Após esses vídeos sensacionais (exagerado, eu?), a gente fica por aqui. Eu só queria dizer que foi legal rever o grande Chris Paul, mesmo trajando outro uniforme. Coisas da vida. Vida que segue…

* HORNETS VS SPURS: Neste sábado (24/03), os zangões voltarão à quadra. O adversário é o San Antonio Spurs, e o duelo acontecerá às 21h (de Brasília), na New Orleans Arena. Dessa vez, o Brazilian Hornet não deverá acompanhar a partida pelo Twitter. Sábado à noite, vocês sabem como é…

* New Orleans Hornets Brasil: a prévia do jogo

* DESFALQUE E DÚVIDAS: Sentindo dores no tornozelo direito, o ala Trevor Ariza está fora do jogo desta noite, contra o Spurs. Já o pivô Chris Kaman está bastante gripado e é dúvida para a partida. Quem pode reaparecer contra a equipe de San Antonio é o ala-pivô Carl Landry, que está recuperado de uma lesão no joelho esquerdo. Contudo, a sua presença ainda não está confirmada. Temporada complicada essa, hein…

* PUNIÇÃO: Pela falta violenta cometida em Blake Griffin (que não é nenhum santinho, diga-se de passagem), o ala-pivô Jason Smith foi expulso do jogo contra o Clippers e acabou suspenso pela NBA por mais duas partidas. Ele não enfrentará o Spurs hoje e nem o próprio Clippers (na próxima segunda-feira). Querem a minha singela opinião? A suspensão foi absolutamente justa, pois a atitude do Smith foi lastimável. Porém, eu também gostaria de registrar que é impressionante como o sr. Griffin superdimensiona qualquer falta ou encontrão que recebe. Ele faz isso o tempo todo, e em todos os jogos. A arbitragem da liga já deve estar careca de saber disso. Pronto, está feito o registro.