ENFIM, O ÚLTIMO ATO

Greivis Vasquez e Jason Smith celebram outra vitória do Hornets na reta final

* Por Lucas Ottoni

Sem qualquer chance de alcançar os playoffs da temporada 2011-12 da NBA, o New Orleans Hornets (21-44) vai se despedir do campeonato nesta quinta-feira, às 21h (de Brasília), diante do também eliminado Houston Rockets (33-32), lá no Texas. O jogo é uma mera formalidade, assim como as partidas que os zangões encararam nos últimos dias. Afinal, a notícia da compra da franquia pelo bilionário Tom Benson e as possíveis consequências disso (aqui e aqui) acabaram colocando os acontecimentos dentro de quadra em segundo plano. Nada mais compreensível, já que esses jogos derradeiros têm servido apenas para que o técnico Monty Williams realize avaliações no elenco e coloque os jogadores mais jovens ou em fim de contrato para mostrarem serviço. Portanto, o comportamento desses caras na reta final é o principal alvo da nossa análise. Mas antes de entrarmos nisso, vamos falar rapidamente sobre os resultados que a equipe da Louisiana obteve de uma semana para cá…

* Clique aqui e confira a prévia do nosso jogo de despedida (em inglês) 

Eric Gordon bate um papo com CP3

Na quarta-feira passada (18/04), o Hornets foi até o Tennessee e perdeu para o bom time do Memphis Grizzlies (40-25): 103 a 91. Um resultado absolutamente normal, tendo em vista que atletas como Jarrett Jack (lesionado), Chris Kaman (lesionado), Eric Gordon (poupado) e Trevor Ariza (poupado) não atuaram. Como havia prometido, o Monty Williams colocou em quadra uma equipe recheada de jovens e jogadores pouco experimentados na NBA. Um dia depois, os zangões voltaram para New Orleans, enfrentaram o Houston Rockets e venceram na prorrogação: 105 a 99. O ala-armador Eric Gordon atuou, foi o destaque (com 27 pontos) e brindou o público no último jogo que fizemos em casa na temporada. Após a boa vitória, o time teve dois dias sem jogos antes de viajar para Los Angeles e bater de frente com o LA Clippers (40-26), no último domingo (22/04). O Hornets se apresentou muito bem e chegou a ir para o último período vencendo por 10 pontos de diferença. No entanto, o nosso velho conhecido Chris Paul resolveu acabar com a festa e comandou a reação dos angelinos: 107 a 98, com 33 pontos, 13 assistências e 8 roubos (!) do CP3. Creio que essa derrota foi um belo aprendizado para a nossa garotada, e acho que o técnico Monty Williams pensa exatamente como eu. E para fechar a retrospectiva semanal, os zangões deram uma passada em Oakland e conseguiram um triunfo suado sobre o Golden State Warriors, na nossa penúltima aparição na temporada: 83 a 81. Vejam o lance esquisito (um bloqueio com a bola na descendente!) que decretou a 21ª vitória do Hornets, na madrugada desta quarta-feira (25/04):

Bem, você não precisa ser fera em matemática para saber que nós saímos com 2 vitórias e 2 derrotas, nos últimos 4 jogos. Contudo, o mais importante foi o comportamento do time. O Monty testou algumas formações, deu mais tempo em quadra a alguns jogadores e – como consequência – observou qualidades e defeitos a serem trabalhados daqui para frente. O fato é que o Hornets joga duro todas as noites, não importando a situação em que se encontre. E isso é reflexo da excelente atuação do Monty Williams, não resta a menor dúvida. Mesmo tendo o seu trabalho brutalmente comprometido pelas lesões no elenco ao longo de todo o campeonato, ele soube transformar os zangões em um grupo competitivo com o que tinha em mãos. E o resultado disso virá a longo prazo, podem ter certeza. Nós temos uma equipe jovem, em evolução, e que está sendo muito bem conduzida pelo nosso treinador. Para vocês não acharem que eu estou viajando, vou tentar fundamentar o meu otimismo com algumas coisas que eu tenho observado. Lá vai…

Vasquez amadureceu

1) A maturidade do Greivis Vasquez: o armador venezuelano tem sido uma peça importante para o time nessa reta final do campeonato. Em seu segundo ano na NBA, ele praticamente triplicou as suas médias de pontos, assistências e rebotes, em relação à sua temporada de estreia na liga, onde – pouco – atuou pelo Memphis Grizzlies. No New Orleans Hornets, o Vasquez vem aproveitando bem as chances que tem recebido e está conduzindo a armação da equipe com eficiência. Essa tem sido uma temporada de bastante amadurecimento para o jogador de 25 anos, e ele vem segurando muito bem a onda na ausência do titular Jarrett Jack (lesionado).

Belinelli recebeu elogios

2) O crescimento do Marco Belinelli: o ala-armador italiano começou muito mal a temporada, tendo um baixo aproveitamento no quesito em que é especialista: os arremessos. Muitas vezes o Belinelli foi questionado e criticado, mas o técnico Monty Williams seguiu confiando no jogador de 26 anos para substituir o lesionado Eric Gordon. Hoje, além de se mostrar um artilheiro cada vez mais eficiente, o italiano tem apresentado uma melhora substancial como defensor (ele não é mais aquela “peneira” que era na temporada passada!). Nos últimos 5 jogos como titular, obteve uma média de 18.6 pontos. Inclusive, a ética de trabalho do Belinelli foi bastante elogiada pelo Monty, e o crescimento desse jogador é nítido.

Aminu: em ascensão

3) A evolução defensiva do Al-Farouq Aminu: o ala ex-Clippers é um jovem de 21 anos que chegou cedo demais à liga profissional. Há aspectos em seu jogo que precisam ser muito trabalhados. Ele ainda apresenta sérias deficiências quando tem a bola nas mãos e segue cometendo erros no ataque, onde não raramente é vítima de bloqueios e roubos fáceis (embora tenha melhorado o seu arremesso de média e longa distância). Apesar desses defeitos, o Aminu vem mostrando um enorme potencial defensivo, algo que o técnico Monty Williams aprecia bastante. Tanto que ele afastou o Trevor Ariza das últimas partidas só para observar melhor o desempenho do Aminu, e essa decisão já vem rendendo frutos. A energia para defender tem sido a marca registrada desse jogador. Além de ser um “carrapato”, o Aminu tem boa altura (2,06 metros) e ajuda o time também na luta pelos rebotes. A ideia é que ele siga em constante evolução.

Smith é um jogador melhor

4) O desenvolvimento do Jason Smith: esse ala-pivô de 26 anos é um jogador muito melhor hoje do que quando chegou no Hornets, há quase dois anos. Vocês lembram? Ele é um cara que tem um bom arremesso, mas era afobado demais na defesa e cometia diversas faltas infantis, além de não ter um bom jogo de pernas. Com o passar do tempo, o Smith foi melhorando essas deficiências, aprendendo a evitar algumas faltas por excesso de empolgação e a trabalhar melhor a bola perto da cesta. Além disso, ele tem apresentado um pacote de bloqueios e enterradas animais, algo que não era tão comum em seu jogo quando ele desembarcou na Louisiana, em 2010. Na atual temporada, o Smith possui médias de mais de 10 pontos e quase 5 rebotes por jogo. Eu me arrisco a dizer que esse rapaz é hoje um dos jogadores favoritos dos fãs do Hornets. E certamente isso não é obra do acaso.

Dos últimos 12 jogos, o Hornets venceu oito e teve uma sequência de quatro triunfos consecutivos. É óbvio que o retorno do Eric Gordon também foi fundamental para essa enorme melhora no desempenho do time, mas também é preciso lembrar que ele vem sendo poupado em algumas partidas, e jogadores como Vasquez, Belinelli, Aminu e Smith têm conduzido o Hornets a boas partidas e resultados positivos. Daqui a pouco, teremos o nosso último ato, a nossa despedida do campeonato de 2011-12. E a equipe do técnico Monty Williams encerrará a sua participação deixando o seguinte recado: “estamos começando a ganhar forma para a próxima temporada! Se preparem!”. Amigos, eu estou prevendo algo muito, muito legal vindo por aí…

OBS: Eu não esqueci do ala-pivô mexicano Gustavo Ayon. Ele está sentindo as dificuldades de sua primeira temporada na NBA, mas tem qualidades e já demonstrou isso em alguns jogos. Ele é mais uma peça que poderá ser muito útil à equipe dos zangões. Eu confio demais nisso.

* A SEGUIR: Assim que a temporada terminar, o Brazilian Hornet fará a avaliação do elenco – jogador por jogador – (quem se destacou, quem decepcionou, quem merece ficar, quem deve sair) e também começará a voltar todas as baterias para o draft de 2012 e os jovens talentos que estarão ao alcance dos zangões na noite da seleção. Aguardem!

* TRÊS PERGUNTINHAS: O ala Trevor Ariza foi afastado até do nosso banco de reservas e disse que entende a opção do técnico Monty Williams, que preferiu poupá-lo para dar chance aos jovens jogadores. Agora, vamos às interrogações…

1) Será que o clima entre Ariza e Monty é dos melhores?

2) O Ariza seguirá em New Orleans na próxima temporada?

3) O Michael Kidd-Gilchrist está cada vez mais perto dos zangões?

E então? O que vocês acham? Opinem aí…

O QUE TEM ROLADO POR AÍ…

Não gostou da logo? Calma, espere até ver o que há aí embaixo...

* Por Lucas Ottoni

Como vocês já sabem, o novo dono do New Orleans Hornets, Tom Benson, anunciou planos ambiciosos para a franquia e demonstrou o desejo de mudar o nome da equipe, fato que gerou uma enorme repercussão e um grande rebuliço entre os fãs dos zangões no mundo inteiro. Eu ainda falarei melhor sobre esse possível “assassinato” do Hornets em um post futuro, mas não dá para ignorar algumas imagens – a respeito do assunto – que eu tenho visto rolando por aí na internet. Nomes, camisetas, uniformes, logotipos… Enfim, sugestões das mais variadas para a substituição do “HORNETS“. Deem uma olhadinha e depois me digam: honestamente, vocês torceriam para isso?

Ok, eu vou repetir a pergunta: honestamente, vocês torceriam para isso?

* HORNETS @ GRIZZLIES: Nesta quarta-feira (18/04), os zangões voltarão à quadra. O adversário é o time de Memphis, e o duelo acontecerá às 21h (de Brasília), no FedExForum (Tennessee). O Brazilian Hornet deve acompanhar, via Twitter. Será que conseguiremos a nossa quinta vitória consecutiva na reta final da temporada 2011-12? A conferir…

*** BOBEADA!: Esqueci de citar que o Hornets terá, na verdade, um back-to-back! O time joga também nesta quinta-feira(19/04), contra o Houston Rockets, na New Orleans Arena. A bola subirá às 21h (de Brasília).

* New Orleans Hornets Brasil: a prévia do jogo

* DARRYL WATKINS: O Hornets acaba de contratá-lo – por 10 dias – para atuar nos cinco jogos restantes do campeonato. Watkins, 27 anos, é pivô e já atuou na NBA com as cores do Sacramento Kings, na temporada 2007-08. Em 2010-11, ele esteve com os zangões na pré-temporada, mas acabou dispensado. E por falar em dispensa, o pivô Chris Johnson não faz mais parte do nosso elenco (e também não deixa saudades).

* PERGUNTAR NÃO OFENDE: Será que está chegando a hora de eu tirar a minha antiga camiseta do Larry Johnson do armário? O que vocês acham?

JOGOS DE TRÊS PERÍODOS

O Hornets não impediu os 37 pontos do Grizzlies, no segundo quarto

* Por Lucas Ottoni

O terceiro back-to-back do New Orleans Hornets (3-9) na temporada 2011-12 da NBA terminou da pior maneira possível. Na última sexta-feira, o time perdeu para o Minnesota Timberwolves (4-8), e, no sábado, caiu diante do Memphis Grizzlies (5-6). Duas derrotas que colocam os zangões na última colocação da Conferência Oeste. Dessas duas partidas, eu assisti apenas ao duelo com o Wolves, mas nem precisei conferir o tropeço sofrido ante o Grizzlies para saber que, mais uma vez, nós realizamos um jogo de três períodos. Às vezes, a equipe do Hornets parece esquecer que jogos de basquete são compostos por quatro períodos, e, nesses dois últimos resultados ruins, nós atuamos como guerreiros, com intensidade, em 75% do tempo.  Já nos outros 25%, deixamos o adversário fazer o quisesse, tanto na defesa, quanto no ataque. Pronto, esses 25% aí explicam o back-to-back desastroso. Mais abaixo, eu seguirei escrevendo sobre os apagões do time da Louisiana. Entretanto, o próximo parágrafo vai dar destaque a algo muito legal…

* O parceiro Joe Gerrity, um dos escritores do blog americano Hornets247, citou o Brazilian Hornet em seu programa (The Sworm), na rádio WGSO, 990 AM (New Orleans, Louisiana). E o mais legal disso tudo é que ele falou sobre os fãs internacionais dos zangões e incluiu os brasileiros, isto é, nós. O programa, que foi ao ar no último dia 7 de janeiro, teve duração de 52 minutos e 48 segundos. Ele destacou o nosso blog e os fãs brasucas, no fim do programa, a partir dos 47 minutos. Para ouvir, é só clicar aqui.

Muito bacana, né? Em nome dos fãs brasileiros do Hornets, eu agradeço ao Joe pela lembrança e deixo um grande abraço para ele e todo o pessoal do blog Hornets247! Thank you, Joe!

Kevin Love deu trabalho aos zangões

Agora, vamos voltar às duas últimas derrotas dos zangões. Na sexta-feira, nós perdemos um jogo muitíssimo importante. Como vocês bem sabem, o Hornets é detentor de uma valiosa (eu espero) escolha de primeira rodada do Minnesota Timberwolves, no próximo draft. Portanto, quanto mais derrotas os lobos tiverem, melhor para nós. Acontece que os zangões acabaram não se ajudando e caíram diante de Kevin Love (que monstro!) e cia., em plena New Orleans Arena: 87 a 80, para o Wolves. Na verdade, o que vimos foi um jogo tecnicamente sofrível, com as duas equipes errando bastante no ataque. Sabem o que fez a diferença a favor dos visitantes? Isso mesmo, os tais 25%. O Hornets venceu o primeiro quarto, por 21 a 16. No segundo quarto, o Wolves deu o troco: 21 a 17. Aí, vem o terceiro quarto, e o que acontece? Os zangões perdem o rumo e levam uma surra de 26 a 13! Isso mesmo, 26 a 13! Vários erros seguidos no ataque, o nervosismo batendo, e a defesa afrouxando.  No último período, o Hornets reagiu e fez 29 a 24, o que não foi suficiente para anular o desastroso quarto anterior. O resultado não poderia ter sido outro: tropeço em casa, e para um adversário que precisa perder o máximo de jogos.

* Confira aqui o Box Score (com vídeos) da partida (contra o Wolves)

Se tivemos algo de bom (contra o Wolves), foram as belas atuações de Emeka Okafor, Marco Belinelli e Gustavo Ayon, que já aparece muito mais solto e confiante na rotação do time.

O mexicano Gustavo Ayon foi bem, apesar do terceiro quarto sofrível do Hornets

Na noite seguinte, lá foi o Hornets para Memphis, onde enfrentou o Grizzlies. O nosso rival da pré-temporada (em que vencemos os dois jogos) fez valer o seu mando de quadra e ganhou a partida, por 108 a 99. Eu não posso tecer grandes comentários, já que não assisti ao jogo e me guiei apenas pelo que li (valeu, André Lucas!). Porém, duas coisas me incomodam, logo de cara. Primeiro, eu observo que deixamos o nosso rival ultrapassar a marca dos 100 pontos, o que não é comum para o nosso time. E, depois, novamente os tais 25% aparecem com força. No primeiro quarto, triunfo do Hornets: 24 a 20. Aí, vem o segundo quarto, e os zangões sofrem um incrível 37 a 23! Quase 40 pontos, em um mísero período! Na etapa final, volta o equilíbrio, com uma equipe vencendo cada quarto. Fim de jogo, e vitória do Grizzlies, que deve ter nos agradecido pela “forcinha” no segundo período, né?

Sobre as atuações individuais, Jarrett Jack, Jason Smith e Greivis Vasquez (que reencontrou a sua ex-equipe) parecem ter sido os nossos destaques, lá no Tennessee. E o Gustavo Ayon também fez um outro jogo consistente, pelo que pude conferir no Box Score.

* Veja aqui o Box Score (com vídeos) da partida (contra o Grizzlies)

Enfim, duas derrotas sofridas, graças a um quarto desastroso em cada jogo. Os terríveis 25%. Contra o Wolves, foi o terceiro período. Contra o Grizzlies, foi o segundo. O que acontece com o nosso time? Olhem, eu não tenho as respostas, mas posso dar pitacos. Na minha modesta opinião, nos falta um jogador para chamar a responsabilidade nos momentos críticos das partidas. Esse cara seria o Eric Gordon (lembram do que ele fez na nossa estreia?), mas o nosso SG titular ainda sente o joelho direito e só volta a jogar em um semana (pelo menos, essa é a previsão). Além disso, temos a questão psicológica. O time começa a errar, vê o adversário abrir vantagem e demora muito a se reencontrar na partida. E quando volta ao normal, já é tarde demais. Tem que tirar 16, 17 pontos de diferença, e acaba não conseguindo. Isso é algo que o treinador Monty Williams precisa resolver com os atletas. É conversa, organização, foco, auto-controle, etc. E por último, o mérito dos adversários. Afinal, a gente não entrega os pontos. Eles vão lá, aproveitam o nosso mau momento e constroem a vitória em cima do apagão do Hornets. Bem, essas foram as explicações que eu consegui encontrar para esse back-to-back horrendo. Se alguém que está lendo este post tiver mais alguma coisa a acrescentar, por favor, comente lá embaixo. Eu responderei o mais brevemente possível e poderemos debater sobre o assunto, como de praxe.

Confere aí algumas cestas do italiano Marco Belinelli, na derrota do Hornets para o Grizzlies. Pelo menos, as bolas de três pontos estão começando a cair…

OBS 1: Esse uniforme dourado e azul é muito bonito, mas dá um azar… Desde que começou a usá-lo, na temporada passada, o Hornets tem perdido muito mais jogos do que ganhado, quando o veste. Claro que isso é  uma superstição boba, mas qualquer torcedor procura se apegar a fatos como esse, quando as coisas não vão bem. Aliás, sugiro, novamente, a volta dos uniformes do New Orleans Buccaneers (para quem não lembra ou não viu, clique aqui)! Esses, sim, trazem sorte!

OBS 2: Alguém aí sabe por que o pivô Chris Kaman jogou uma média de apenas pouco mais de 16 minutos, nessas duas últimas partidas? É, no mínimo, estranho…


 FERROADAS

* HORNETS VS BLAZERS: Os zangões voltarão à quadra, nesta segunda-feira (16/01), às 18h (de Brasília), um horário terrível! O adversário é a boa equipe de Portland, e o duelo acontecerá na New Orleans Arena. O Brazilian Hornet tentará acompanhar, via Twitter. Contudo, existe uma enorme chance de isso não acontecer. Espero que o pessoal compreenda (18h é complicado!). E espero também que, após tantas tempestades, o nosso time não tenha desaprendido a conjugar o verbo vencer.

* RETROSPECTO ASSUSTADOR: Essa é para os que gostam de dezenas. Você sabia que, dos últimos dez jogos, o New Orleans Hornets venceu apenas um? Foram nove derrotas, meus amigos! Então, o time é uma porcaria? O pior, é que não é. Porcaria é a maneira como a nossa equipe tem perdido esses jogos. Isso mesmo, os 25%, os apagões em momentos cruciais, os inúmeros erros ofensivos, etc. Mas não voltarei a me alongar sobre esses assuntos. Já está de bom tamanho por hoje, não é mesmo?

COLEÇÃO: SIMPLES, MAS ÚTEIS

Dois chaveiros muito legais do Hornets fazem parte do nosso acervo

* Por Lucas Ottoni

Olá, caros amigos! Logo mais, os zangões enfrentarão o Minnesota Timberwolves (3-7), na New Orleans Arena. O duelo, que acontecerá às 23h (de Brasília), tem um sabor especial para quem torce pela franquia da Louisiana. Afinal, todo mundo aqui se lembra que somos detentores de uma escolha de primeira rodada do Wolves no próximo draft, não é mesmo? Portanto, quanto mais jogos os caras perderem, melhor para nós na loteria de 2012. E o New Orleans Hornets (3-7) tem, hoje, a oportunidade de colocar mais uma derrota na campanha da equipe de Minneapolis, em uma espécie de confronto direto (pelo menos para os torcedores dos zangões). Uma chance imperdível de unir o útil ao agradável!

* New Orleans Hornets Brasil: a prévia do jogo

Ok, mas vamos esquecer um pouquinho o Ricky Rubio e o Kevin Love e falar sobre o terceiro item (na verdade, itens) do nosso acervo que eu estou postando aqui, no Brazilian Hornet. Chaveiros! Sim, chaveiros do Hornets! Eles podem parecer simples, mas são utilíssimos e capazes de evitar enormes dores de cabeça no nosso dia a dia. Já imaginou perder a chave do carro, ou a chave de casa? Pois é, o chaveiro é um amigo do peito para quem não gosta de passar por esse tipo de susto. É algo que todo mundo tem, e o BH também. Tá certo, a rima foi fraquíssima, mas o que importa são os dois itens que estamos apresentando. Confere aí nos slides:

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Bem, vocês já puderam perceber que são dois chaveiros diferentes, e eu vou falar rapidamente sobre eles. O chaveiro comprido, com o desenho da abelhinha sobre o metal (alumínio, creio eu), foi adquirido na loja da NBA, em New York, no ano de 2008. E o outro, que ainda está guardado na caixinha, eu comprei na loja do Hornets, em New Orleans, no ano de 2010. Nunca foram usados. São itens de coleção mesmo. Aliás, estou pensando em estrear um deles na noite em que o Hornets for campeão da NBA (sem piadinhas sobre uma possível virgindade eterna deles, ok?).

Brincadeiras à parte, esses foram os personagens do nosso terceiro post sobre o acervo do BH. Veja também o primeiro e o segundo itens da nossa coleção. Em breve, eu seguirei postando outros objetos. Aquele abraço!

OBS: Você tem algum objeto ou relíquia dos zangões? Mande imagens para o Brazilian Hornet, através do nosso e-mail: br_hornet@hotmail.com. Assim que possível, eu postarei aqui no blog.


 FERROADAS

* AMANHÃ TEM MAIS: Após encarar o Timberwolves, o Hornets irá para o seu terceiro back-to-back na temporada 2011-12 da NBA. Neste sábado, o time de New Orleans viaja até Memphis para enfrentar o Grizzlies, às 23h (de Brasília). As equipes já duelaram duas vezes, na pré-temporada, e os zangões levaram a melhor em ambas as ocasiões. Que isso sirva de motivação para os nossos jogadores.

* SIGA O BH: Nós vamos acompanhar o jogo de hoje, contra o Timberwolves, e passar as informações, via Twitter. É só ficar conosco para conferir o andamento da partida, na New Orleans Arena.  Entretanto, contra o Grizzlies, no sábado, não teremos tuitadas. O motivo? Ah, blogueiro também tem vida social, né? Sair à noite, de vez em quando, é uma boa pedida. E que o Wolves tenha pesadelos, nesta Sexta-Feira 13!

ESTREIA VITORIOSA NO TENNESSEE

Em noite excelente, Jarrett Jack comanda os zangões contra o Grizzlies

* Por Lucas Ottoni

O New Orleans Hornets estreou na pré-temporada de 2011 com uma boa vitória de 97 a 90 sobre o Memphis Grizzlies, em pleno FedExForum. É claro que o desempenho em jogos como esse pode não contar muita coisa na hora em que a bola subir para valer, mas começar um novo trabalho com vitória é sempre muito bom. Eu não tive a oportunidade de assistir à partida (somente alguns lances), mas pelo que andei lendo, a filosofia defensiva do técnico Monty Williams continua a ser o carro-chefe do nosso time.

O Hornets, que não contou com Carl Landry e nem com os três reforços ex-Clippers, iniciou o jogo com Jarrett Jack, Marco Belinelli, Trevor Ariza, Lance Thomas e Emeka Okafor. Com um banco de reservas recheado de atletas da Liga de Desenvolvimento (NBDL), além de Quincy Pondexter e David Andersen (a presença dele foi uma surpresa!), os zangões duelaram de igual para igual com o Grizzlies e garantiram o triunfo com um ótimo último quarto, em que fizeram 26 a 17. E do outro lado havia jogadores como Rudy Gay, Zach Randolph, Tony Allen e OJ Mayo. Mesmo sem o pivô espanhol Marc Gasol (com uma lesão no tornozelo), é uma equipe de respeito. Portanto, o Hornets conseguiu uma bela vitória na casa do adversário.

Trevor Ariza confirma mais dois pontos

Resolvi deixar o melhor para agora: com a saída do Chris Paul, muita gente deve ter ficado bem receosa em relação ao substituto dele. Será que o Jarrett Jack pode dar conta da armação do Hornets? No jogo de ontem, ele deixou claro que pretende assumir a titularidade para não mais largá-la. O camiseta de número 2 teve uma atuação sublime: 24 pontos, 6 assistências, 6 rebotes, 3 roubos, 1 bloqueio e nenhum TO, em 31 minutos. Foi o cestinha e grande nome da partida! Outro destaque do quinteto titular foi Trevor Ariza, com 11 pontos, 5 assistências e 4 roubos, em 30 minutos. Do banco, Quincy Pondexter veio muito bem, com 12 pontos, 5 rebotes e 1 roubo, em 25 minutos. Algo me diz que o Q-Pon vai evoluir muito em sua segunda temporada! O ala Carldell Johnson, com 10 pontos em 12 minutos, foi outro que entrou bem no decorrer do duelo. No Grizzlies, as boas atuações de Tony Allen, Rudy Gay e Jeremy Pargo não foram capazes de evitar a derrota frente ao rival da Louisiana.

* Confira aqui o Box Score completo da partida

Amigos, o início mostra-se promissor. Como eu avisei antes, vitória em pré-temporada pode não dizer muita coisa na hora em que o campeonato, de fato, começar. Contudo, o trabalho sólido de Monty Williams e a chegada de Carl Landry e dos novos reforços geram algum otimismo em relação ao futuro. Depois de tudo o que aconteceu nos últimos dias, muitos poderiam prever uma tragédia para o Hornets. Mas, como eu escrevi no post anterior, nós temos um recomeço aqui. Perdemos Chris Paul e David West, mas ganhamos um time.

OBS: Hornets e Grizzlies voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira, dia 21, na New Orleans Arena. Será o segundo e último jogo de ambas as equipes na pré-temporada.

Veja, abaixo, alguns highlights da vitória do Hornets:


* New Orleans Hornets Brasil: destaques e galeria de fotos


 FERROADAS

* DE VOLTA À COLMEIA:  O New Orleans Hornets acertou o retorno do ala-pivô Jason Smith, que receberá U$ 7,5 milhões pelos próximos 3 anos. Na última temporada, o atleta obteve 14.3 minutos por jogo, com uma média de 4.3 pontos e 3.2 rebotes.