A VITÓRIA QUE NÃO SE VIU

Davis vs Kidd-Gilchrist: só em fotografia mesmo

* Por Lucas Ottoni

E aí? Achou estranho o título deste post? Pois é, só que mais estranho do que isso é a falta de bom senso da “dona” NBA. Eu explico: na última terça-feira (09/10), New Orleans Hornets e Charlotte Bobcats se enfrentaram na New Orleans Arena, em mais um jogo da pré-temporada de 2012. E a exemplo do que havia ocorrido no domingo (contra o Orlando Magic), os zangões venceram o rival da Carolina do Norte: 97 a 82. Até aí, tudo ótimo. Mas é agora que o absurdo começa a dar o ar da graça. À exceção dos 9.264 torcedores que estiveram no ginásio do Hornets (além da imprensa e das outras pessoas que trabalharam no local), eu creio que ninguém mais no planeta conseguiu sequer ver imagens – a não ser por foto – da partida! É isso mesmo, não houve a transmissão, ou, se houve, a NBA não a liberou. Parodiando o célebre Joel Santana, vocês acham que eu estou de “palhaçadinha“? Ok, então entrem no site oficial da liga e procurem o vídeo com os tradicionais highlights (melhores momentos) de Hornets vs Bobcats. O primeiro que achar e postar nos nossos comentários ganha um boné maneiríssimo dos zangões! Cortesia do BH!

* Confira aqui o Box Score (sem vídeos) da partida

Brincadeiras à parte, alguém precisa explicar aos “gênios” da NBA que nós já estamos na segunda década do século XXI. É inexplicável (e lastimável) que um jogo da organização de basquete mais importante do planeta não tenha qualquer imagem (em vídeo) divulgada pela própria liga. Além do mais, a partida entre Hornets e Bobcats teve um atrativo bastante interessante, que não deveria jamais passar despercebido por quem “manda na brincadeira”: o duelo do nº 1 (Anthony Davis) contra o nº 2 (Michael Kidd-Gilchrist) do draft de 2012, que jogaram juntos na Universidade de Kentucky mas se viram em lados opostos pela primeira vez como profissionais. E ainda podemos juntar a eles o jovem Austin Rivers (10ª escolha), só para deixar o jogo com 3 atletas Top 10 do último draft. O ridículo da situação é que nada disso pôde ser visto, pois a “dona” NBA resolveu que não iria transmitir as imagens do jogo. Uma mancada colossal, é o mínimo que se pode dizer. Se houve algum motivo de força maior para que a contenda não fosse transmitida, eu não sei. Se alguém aí souber, aguardo os esclarecimentos nos nossos comentários lá embaixo, ok?

A barbicha “che” guevariana do Greivis Vasquez ficou sem vídeo

Bem, como eu não vi a partida, fica impossível comentar, elogiar ou criticar as atuações dos nossos craques (peguei pesado, né?). Pelo Box Score (sem vídeos, é claro), dá apenas para se observar os belos números do pivô Robin Lopez (18 pontos, 13 rebotes, 3 bloqueios e 2 roubos, em 33 minutos), os 22 pontos e 9 rebotes do ala-pivô Anthony Davis, as 11 assistências do armador Greivis Vasquez, os 13 pontos do ala-armador Austin Rivers e o aproveitamento magnífico do (agora ala?) Ryan Anderson nos arremessos de 3 pontos (5-6). Enfim, eu creio que esses tenham sido os destaques do Hornets. Infelizmente, não é possível fazer uma análise aprofundada sobre mais esse triunfo dos zangões, afinal a NBA nos impossibilitou dessa vez. De qualquer forma, eu deixo para vocês aqui o relato (em inglês) de um raro ser humano que assistiu ao jogo. Abraços e até a próxima!

* Clique aqui e veja outras fotos de Hornets vs Bobcats (que jeito?)

* HORNETS @ BOBCATS: Parece brincadeira, mas não é. A NBA tem tudo para repetir a (amarga) dose hoje. As duas equipes voltam a se enfrentar logo mais, às 20h30m (de Brasília), só que dessa vez no North Charleston Coliseum, em Charleston (Carolina do Sul). Será o terceiro duelo dos zangões na pré-temporada (e, provavelmente, o segundo sem qualquer imagem em vídeo).

* ERIC GORDON: Até o momento, ele não deu as caras dentro de quadra. A alegação? Sim, é que o famoso joelho direito ainda não está 100% recuperado. Talvez em meados de 2013, quem sabe?

COLEÇÃO: BONÉ NBA DRAFT 2011

Aí está a melhor coisa que nos aconteceu no draft do ano passado, concordam?

* Por Lucas Ottoni

Após uma breve pausa, o Brazilian Hornet volta com a apresentação de mais um item do nosso acervo. Dessa vez, a estrela do post é o boné lindão aí da foto. No vídeo abaixo (mais um!), eu falo sobre ele e conto a história do que “era para ter sido, mas não foi”. Sim, o pivô Josh Harrellson – hoje no Miami Heat – perdeu a chance de posar para as câmeras com esse boné maneiríssimo. O legal é que na NBA as coisas mudam o tempo todo. Há três meses, nós conseguimos o fantástico Anthony Davis com a 1ª escolha no draft. Mas há um ano atrás, a coisa foi bem, beeeeem diferente… Confira aí o vídeo e saiba tudo sobre essa peça, que foi lançada para o draft de 2011:

* Clique aqui e leia mais sobre o pivô Josh Harrellson

OBS 1: Os jogadores selecionados na segunda rodada do draft não são chamados pelo comissário da liga, David Stern, para aquele famoso e surrado aperto de mãos na frente da plateia. Apenas os 30 jovens escolhidos na primeira rodada passam por tal cerimônia – aí eles colocam o boné da franquia que os selecionou, mesmo que sejam negociados minutos depois. Portanto, é bem provável que o Harrellson – por ter sido escolhido na segunda rodada e por ter sido trocado para o NY Knicks – não tenha vestido o nosso belíssimo boné. Azar o dele, né? 

Então, esse boné muito legal ilustrou o nosso oitavo post sobre o acervo do BH. Quer dar uma olhadinha nas outras peças que foram expostas? Pois não… Veja aqui todos os itens já publicados da nossa coleção! Em breve, eu seguirei postando outros objetos relacionados ao Hornets.

Mais uma imagem da grande estrela deste post

OBS 2: Você tem algum objeto ou relíquia dos zangões? Mande imagens para o Brazilian Hornet, através do nosso e-mail: br_hornet@hotmail.com. Assim que possível, eu postarei aqui no blog.

* RECORDE DE VENDAS: Na última segunda-feira (17/09) – também conhecida como ontem -, o Hornets anunciou que mais de 12 mil pacotes parciais ou totais de ingressos para a temporada 2012-13 já foram vendidos até o momento. O número é o maior registrado pela franquia desde a mudança de Charlotte para New Orleans, realizada em 2002. A notícia é excelente e mostra a confiança dos fãs na nova equipe dos zangões. Saiba mais detalhes aqui.

* ERIC GORDON: O ala-armador do Hornets avisou que pretende se tornar um All-Star na próxima temporada. Ok, isso é muito legal. Contudo, eu acho que o sucesso do time é bem mais importante do que metas pessoais. O ideal é que o Gordon alcance os seus objetivos jogando em prol da equipe. Dessa forma, todos têm a ganhar. Aliás, eu pretendo falar sobre esse jogador (e a atitude dele na agência livre) no nosso próximo post. Aguardem…

* WALLPAPER: Quer colocar as novas feras do Hornets na telinha do seu computador? Aí vai uma sugestão bem legal… Clique aqui!

* O TEMPO VOA…: Falta menos de um mês para a estreia dos zangões na pré-temporada da NBA! No próximo dia 07 de outubro, lá na Cidade do México, veremos Anthony Davis em ação com um uniforme do Hornets! Até que enfim!

A ESCOLHA DE AUSTIN RIVERS

O ala-armador de Duke foi mesmo a melhor opção para o Hornets?

* Por Lucas Ottoni

A poeira do draft já baixou, e todos estamos olhando para as movimentações das equipes da NBA em busca de reforços no mercado de agentes livres, isto é, aqueles jogadores cujos contratos venceram e que, por isso, estão aptos a assinar com qualquer franquia. Contudo, eu ainda me sinto obrigado a falar sobre o jovem Austin Rivers, ala-armador selecionado pelo New Orleans Hornets na noite de 28 de junho. Assim que o comissário da liga, David Stern, anunciou o nome do garoto de 19 anos na escolha de número 10, eu me peguei pensando: “Puxa, será que foi a melhor opção?”. É óbvio que a aquisição do Rivers não chegou a me surpreender, mas me causou um certo receio, confesso. Nos parágrafos abaixo, eu vou tentar explicar o porquê desse meu ceticismo em relação ao talentoso Austin Rivers…

Bom, em primeiro lugar, é preciso dizer que o Rivers é um jogador dos mais promissores. Medindo 1,93m de altura, ele é bastante ágil, possui uma enorme capacidade para pontuar e atacar a defesa adversária, e não costuma se omitir nos momentos decisivos das partidas. É o tipo de atleta que – por um lado – encaixa bem no Hornets, já que o nosso elenco mostrou carências ofensivas gritantes na última temporada. No entanto, o Rivers traz com ele um pacote que pode ser dos mais arriscados para um time como o nosso, que busca uma afirmação. Eu explico: ele parece ter um ego enorme, sempre foi o centro das atenções por onde passou, possui uma necessidade quase doentia de ter a bola nas mãos e não é o tipo de cara que se contenta em jogar para fazer a equipe dele melhor. Pegando tudo isso, todo esse talento e todas essas questões que ele pode vir a apresentar, não dá para dizer que a escolha dele vai agradar a todos. É aquilo: ame-o ou odeie-o. No meu caso, eu prefiro analisar o Austin Rivers no Hornets de uma maneira mais profunda, sem amor e nem ódio no coração. Senão vejamos…

Austin Rivers: talento e estrelismo?

Assim que o Rivers foi selecionado, o treinador do Hornets, Monty Williams, disse que a ideia dele era lançar o jovem produto da Universidade de Duke como um armador. Sim, uma espécie de combo guard (um mix de PG e SG). Dessa forma, o Austin “Rios” e o Eric Gordon (caso permaneça em New Orleans) poderiam coexistir em quadra. Uau! Eu só gostaria de saber o seguinte: como é que um jogador que nitidamente não possui a menor característica de armação – e que obteve média de apenas 2 assistências por jogo na universidade – poderá atuar como armador logo em sua primeira temporada na NBA? Se Rivers e Gordon jogarem juntos, quem terá a bola nas mãos? E quem é que irá armar, se é que alguém irá armar alguma coisa? Essa ideia do Monty Williams não ficou muito clara para mim. Na minha cabeça, o Austin Rivers foi selecionado justamente para ser o reserva do Eric Gordon. Um Sexto Homem, para entrar e colocar faísca nos jogos. Ele teria vindo para desempenhar um papel que poderia ser cumprido por qualquer atleta que possua o mínimo de talento ofensivo (Jamal Crawford? Marcus Thornton? Jason Terry?). Um backup (reserva) legal que sabe marcar pontos. E só. Honestamente, alguém aí acha que o Rivers pode jogar como armador principal do Hornets? Eu não consigo imaginar isso de forma alguma, e espero que o Monty Williams esteja só brincando, afinal os técnicos também merecem se distrair de vez em quando, não é mesmo?

* New Orleans Hornets Brasil: o Hornets e o draft de 2012

Um outro fato interessante – e que deve ter pesado para que o jovem Rivers fosse escolhido – é a proximidade entre Monty Williams e Doc Rivers, o técnico do Boston Celtics. Todo mundo sabe que o Austin é filho do Doc, que, por sua vez, foi companheiro do Monty na época em que ambos eram jogadores da NBA. E não é só isso. Doc chegou também a ser treinador do atual coach do Hornets entre 1999 e 2002. É pouca coisa? Claro que não. Vale dizer, inclusive, que o Monty Williams convive com o Austin Rivers desde que o ex-jogador de Duke era uma criança. É uma relação de longa data que reforça ainda mais essa opção que o Hornets fez com a sua 10ª escolha. Ah, eu não estou querendo ser maldoso aqui, hein? Não dá para afirmar que os zangões pegaram o Austin só por causa da relação antiga que ele possui com o técnico da franquia de New Orleans. O garoto é talentoso e sabe fazer belas cestas, mas essa proximidade pode ter influenciado na escolha sim, e como nós estamos tentando entender os motivos que levaram o Hornets a selecionar o Austin Rivers, não dá para omitir isso aí. O fator talento não foi o único a ser levado em consideração no momento em que o ala-armador foi anunciado como jogador do nosso time. Não mesmo.

O técnico Doc Rivers, do Boston Celtics, é pai do jovem jogador do Hornets

Durante o período de Workouts (treinos realizados pelas franquias com os atletas inscritos no draft), o Monty Williams cansou de falar que o Hornets necessitava de altura, tamanho e capacidade de pontuação embaixo da cesta. Inclusive, boa parte da imprensa de New Orleans apostava que a franquia fosse utilizar a 10ª escolha para selecionar um jovem pivô (Tyler Zeller? Andre Drummond? Meyers Leonard?), posição carente dentro do elenco dos zangões – principalmente após a saída do Emeka Okafor. Acontece que o Rivers teria impressionado nos treinos promovidos pelo Hornets, e aí houve o seguinte consenso dentro da organização: vamos pegar o maior talento disponível, independentemente das características do jogador ou das necessidades da equipe. Na minha modesta opinião, isso é um erro. Eu não concordo com a ideia de colocar o entusiasmo de um treino ou o grau de relação com um determinado jogador (sem querer ser maldoso) acima das necessidades ou carências de um elenco. Isso é o mesmo que se deixar levar pelas doces águas da emoção e esquecer completamente da tal razão. Resumo da ópera: para mim, está mais do que claro que a melhor opção para o Hornets com a 10ª escolha teria sido um pivô. É questão de necessidade, de ajuste. E o Austin Rivers não foi o melhor ajuste que o time poderia conseguir, principalmente em um draft que teve como principal atrativo a ótima qualidade dos homens de garrafão.

Austin Rivers e Anthony Davis

Com a escolha do Austin Rivers, o Hornets perdeu uma bela oportunidade de formar um garrafão de muito futuro, com dois jovens talentosos que teriam tudo para evoluir juntos e também dominar as ações embaixo da cesta – lembrando (realmente precisa?) que pegamos o inquestionável ala-pivô Anthony Davis, com a 1ª escolha do draft. Agora, inevitavelmente, os zangões terão de buscar um pivô no mercado de agentes livres. E pivôs com experiência na NBA costumam cobrar muito caro por seus serviços, mesmo os mais medianos – que é o que deveremos conseguir. Enfim, teremos que abrir os cofres – diminuindo o nosso espaço salarial -, quando poderíamos ter simplesmente escolhido um pivô jovem, promissor e muito mais barato no draft. Isso seria olhar para o futuro e para o melhor ajuste. Supriria uma grave carência do elenco sem sangrar na folha de pagamentos. Todavia, o Hornets preferiu seguir os caminhos da emoção e trocar o melhor ajuste (um pivô) pelo melhor talento, coloquemos assim. Para ser mais claro: a franquia selecionou um jogador com características similares às do Eric Gordon, que não tem o menor cacoete de armador, que possui um certo ego e a necessidade de ter a bola nas mãos, e que, a princípio, funcionaria melhor como um Sexto Homem. Em vez disso, poderia ter apanhado um jogador em falta no elenco, para complementar o jogo do Anthony Davis e formar com ele uma dupla de garrafão muito promissora e dominante para o futuro. E então? Diante desse panorama, é preciso dizer qual das duas situações se encaixaria melhor para o Hornets? Eu acho que não.

* Spurs Brasil: A nova potência da Conferência Oeste (sobre o Hornets)

Ok, é claro que este post reflete apenas a minha opinião, e ninguém é obrigado a concordar com ela. Além do mais, o Austin Rivers pode muito bem “calar a minha boca” e se tornar um jogador de grupo, essencial ao time, um parceiro excelente para o Eric Gordon, um armador talentoso, um futuro All-Star, um dos grandes nomes da liga. E depois eu serei obrigado a reconhecer que o Hornets acertou em cheio ao escolher o filho do Doc no draft. É justamente isso o que torna a NBA tão especial e imprevisível. Você simplesmente não sabe o que poderá acontecer. No fim das contas, não existe uma lógica ou uma certeza para absolutamente nada. Principalmente quando estamos falando de um jovem talentoso que está prestes a debutar como profissional. Hoje, a minha opinião é exatamente a que está postada aqui. Para mim, o Rivers acabou não sendo a melhor opção para o Hornets (com a 10ª escolha). Mas e daí? Dentro de alguns meses, eu poderei estar mudando de ideia. Isso é a NBA. De qualquer forma, seja muito bem-vindo à família, Austin Rivers. E “cale a minha boca”, se puder. Eu vou adorar isso!

OBS: O ala-armador Eric Gordon – que é um agente livre restrito – teria demonstrado forte interesse em se transferir para o Phoenix Suns. Inclusive, a franquia do Arizona fez a ele uma ótima proposta de U$ 58 milhões por quatro temporadas, que foi prontamente aceita. O Hornets, no entanto, está no direito de igualar a oferta para manter o jogador em New Orleans. Ok, mas será que vale a pena segurar um cara que não parece muito afim de jogar para a nossa franquia? Talvez, já pensando nesse risco, os zangões tenham escolhido o Austin Rivers no draft. Aí, tal opção pode fazer muito mais sentido, pois o Rivers seria um substituto imediato para o Eric Gordon. Então, só nos resta aguardar o desenrolar do caso para saber onde e como o Rivers entrará no nosso time. Mas se o Gordon permanecer, eu vou continuar achando que a escolha do Austin foi um tiro n’água. Até que ele me prove o contrário.

* Gostou da escolha do Austin Rivers? Não? Então, nos diga quem é que você pegaria com a pick number 10! Clique aqui e vote!

* AGÊNCIA LIVRE: A partir do dia 1º de julho, os jogadores que não estão sob contrato se tornaram os principais alvos das equipes da NBA em busca de reforços. O momento é de muita negociação, ofertas e até mesmo trocas. O nosso querido New Orleans Hornets ainda não contratou nenhum agente livre. Mas isso poderá acontecer de uma hora para outra. Fiquem ligados!

* New Orleans Hornets Brasil: Hornets e a matemática da Free Agency

* CHRIS KAMAN: O bom pivô alemão é um agente livre irrestrito e pode se transferir para onde bem entender. Carente de pivôs, o Hornets deveria tentar pegá-lo de volta. Experiente, ele tem tudo para ser um ótimo tutor para o Anthony Davis.  O que vocês acham?

* RETROSPECTIVAS: Ainda temos duas delas para postar (PF e C). Em breve, elas irão aparecer aqui no BH. Não se preocupem. Para quem ainda não conferiu as nossas análises anteriores, é só clicar em PG, SG e SF. Boa leitura.

O INÍCIO DE UMA NOVA ERA!

Anthony Davis com o boné do Hornets: novos tempos chegando em New Orleans

* Por Lucas Ottoni

NBA draft de 2012 nos trouxe um jogador especial, de apenas 19 anos, que possui todos os requisitos (grande defensor, reboteiro e bloqueador; excelentes QI de basquete, agilidade, impulsão e controle de bola) para colocar a nossa franquia novamente em evidência por muitos e muitos anos. Eu estou falando do talentoso ala-pivô Anthony Davis, é claro. O evento que ocorreu ontem à noite, em New Jersey, apenas sacramentou aquilo que todos já sabiam desde que o Hornets ganhou o direito à 1ª escolha, há aproximadamente 1 mês: Davis é um zangão. Vê-lo colocar o nosso boné e cumprimentar o comissário David Stern representa o início de uma nova era em New Orleans, estejam certos disso. Que comece a Era Anthony Davis!

Torcedor é um bicho dos mais criativos, né não?…

Vejam o momento em que Anthony Davis se tornou um zangão!

* Confira aqui todas as escolhas do NBA draft de 2012

Com a 10ª escolha – aquela que vinha sendo um grande mistério para os  fãs do Hornets -, a franquia optou por selecionar o ala-armador Austin Rivers, de 19 anos, filho do ótimo técnico Doc Rivers (Boston Celtics). O jovem produto da Universidade de Duke apresenta um enorme potencial ofensivo e desenvoltura ao atacar a cesta. Não deixa de ser um ajuste interessante, pois o Hornets tem carecido de talento no ataque. Contudo – na minha opinião -, o Rivers não teria sido a escolha mais adequada para os zangões (falaremos sobre isso em um post futuro). De qualquer forma, vamos torcer para que ele desenvolva todo o talento que possui e tenha um belo início na NBA. Vai que dá certo, né?

Austin Rivers do jeito que mais gosta: com a bola nas mãos

Vejam o momento em que Austin Rivers se tornou um zangão!

* Gostou da escolha do Austin Rivers? Não? Então, nos diga quem é que você pegaria com a pick number 10! Clique aqui e vote!

Darius Miller também foi recrutado

Por fim, com a 46ª escolha, o Hornets resolveu selecionar o ala Darius Miller, de 22 anos, companheiro de Anthony Davis na Universidade de Kentucky. O curioso é que o Miller sequer foi um dos 27 atletas que participaram dos Workouts realizados em New Orleans. Ele é um jogador trabalhador, que defende muito bem o perímetro e que possui um arremesso decente. Carrega uma bagagem universitária vasta – de quatro temporadas – e poderá ser de boa utilidade para o técnico Monty Williams.

O Brazilian Hornet deseja, desde já, muito sucesso aos três novos integrantes da família Hornets! SEJAM BEM-VINDOS, ANTHONY DAVIS, AUSTIN RIVERS E DARIUS MILLER!!!

OBS: Nas próximas semanas, falaremos (individualmente) sobre cada um dos nossos jovens recrutados e seguiremos com as retrospectivas do elenco do Hornets na temporada 2011-12. Vem muita coisa bacana por aí…

THE HORNETS SELECT…

Anthony Davis: o “monocelha” é a única certeza que nós temos

* Por Lucas Ottoni

Após destacar os principais jovens que deverão concorrer à 10ª escolha no NBA draft de daqui a pouco, o Brazilian Hornet quer saber as opiniões do pessoal. Votem na enquete aí embaixo e selecionem o jogador que vocês julgam ideal para o New Orleans Hornets!

OBS 1: Se for possível, expliquem o porquê da escolha lá embaixo, nos comentários. Assim, poderemos debater. A minha escolha, e o motivo, já estão explicados lá.

OBS 2: Na enquete anterior, nós perguntamos o que o Hornets deveria fazer com essa 10ª escolha do draft. Até o momento, foram computados 55 votos, e a maioria esmagadora de 43.64% (24 votos) deseja que os zangões selecionem um armador (PG). Logo em seguida, com 14 votos (25.45%), vem o pessoal que gostaria que a escolha fosse trocada. Na rabeira, tivemos 7 votos querendo um ala (SF), 5 atrás de um pivô (C), 3 de um ala-armador (SG) e apenas 2 buscando um ala-pivô (PF). Portanto, se depender dos leitores do BH, veremos um Damian Lillard ou um Kendall Marshall vestindo o boné do Hornets daqui a pouquinho. Será?

* TUDO SOBRE O DRAFT: O BH vai passar todas as informações do evento desta noite através do nosso Twitter. As escolhas começarão a ser anunciadas a partir das 20h (de Brasília). Então, fica o convite: siga tudinho conosco!

* ANTHONY DAVIS 1: O ala-pivô – que será selecionado pelo Hornets com a 1ª escolha no draft de daqui a pouco – teria registrado (trademark) em seu nome duas frases a respeito de sua peculiar característica: a monocelha. Ele se “apossou” das expressões “Fear The Brow” (Tema a sobrancelha) e “Raise The Brow” (Aumente a sobrancelha). O motivo alegado pelo jogador foi o de que “isso é algo muito único” e que não deve ser comercializado ou divulgado por aí sem a sua autorização.

* ANTHONY DAVIS 2: No início desta semana, ele participou de um programa televisivo nos EUA e deu um show de simpatia, bom humor e – como não poderia deixar de ser – muita categoria! Confiram aqui o vídeo e divirtam-se com o nosso futuro ala-pivô!

ESTÁ CHEGANDO A HORA…: Bom draft para todos! E boa sorte para o nosso Hornets!