A VIRADA NO FIM DE SEMANA: 2-1

Greivis Vasquez liderou o Hornets e anotou 18 pontos na vitória sobre o Bulls

* Por Lucas Ottoni

Na última quarta-feira, o New Orleans Hornets iniciou a temporada 2012-13 da NBA jogando muito bem, mas acabou derrotado em casa pelo fortíssimo San Antonio Spurs. Só que bastou um fim de semana para que o registro de 0-1 se transformasse em 2-1. Mantendo o bom nível da estreia, os zangões superaram o Utah Jazz e o Chicago Bulls para saírem vitoriosos de seu primeiro back-to-back (jogos em dias consecutivos) no campeonato. Eu vou falar rapidamente sobre ambos os triunfos fazendo uma análise geral a respeito do time nas duas partidas. Então, vamos lá

Na última sexta-feira (02/11), o Hornets recebeu o Utah Jazz e teve de cortar um dobrado para arrancar a vitória na New Orleans Arena: 88 a 86. O jogo seguiu equilibrado até o fim, com as duas equipes se alternando no placar. Os zangões não faziam uma boa marcação no perímetro, o que possibilitava os arremessos de três pontos muitas vezes certeiros do ala Gordon Hayward e do ala-armador Randy Foye (até o ala-pivô Paul Millsap acertou um chute de longe que quase nos complicou!). Além disso, o time do Jazz apanhou alguns rebotes ofensivos que poderiam ter definido o confronto. Mesmo com as dificuldades impostas por um adversário com jogadores mais altos, o Hornets se superou e conseguiu arrancar o resultado na base da raça. A poucos segundos do fim, as equipes empatavam em 86 a 86, quando o armador venezuelano Greivis Vasquez arquitetou uma linda jogada e finalizou com precisão para nos dar o primeiro triunfo em 2012-13. Confiram – no vídeo abaixo – o lance que decidiu o duelo a nosso favor:

Além da cesta vitoriosa de Vasquez, outro fato que chamou a atenção foi a saída do ala-pivô Anthony Davis ainda no primeiro tempo da partida. Ele recebeu uma cotovelada involuntária do companheiro Austin Rivers, colocou as mãos no rosto e foi para o vestiário com suspeita de concussão. Não voltou. E o Hornets teve de arrancar a vitória sem o seu jogador mais talentoso: 1-1.

Os nossos destaques diante do adversário de Salt Lake City foram o armador Greivis Vasquez (duplo-duplo, com 13 pontos e 10 assistências), o ala-pivô Ryan Anderson (19 pontos e 6 rebotes), o pivô Robin Lopez (19 pontos e 7 rebotes) e o ala Al-Farouq Aminu (15 pontos, 8 rebotes e 2 roubos).

* Confira aqui o Box Score (com vídeos) da partida contra o Jazz

Um dia depois (03/11), lá em Chicago, o Hornets se apresentou sem Anthony Davis diante do – até então invicto – Bulls. A equipe da casa vinha de uma vitória expressiva sobre o promissor Cleveland Cavaliers na noite anterior (115 a 86), e muitos pensavam que os zangões seriam apenas a próxima vítima. Ledo engano. Atuando em um ritmo fortíssimo no início da partida, o Hornets logo abriu 10 a 2 no placar. No entanto, os pedidos de tempo técnico do treinador Tom Thibodeau surtiram efeito, o Bulls equilibrou o duelo e conseguiu virar o marcador no 2º quarto. Só que dois arremessos certeiros do armador Greivis Vasquez da linha dos três pontos deixaram o Hornets em vantagem antes do intervalo: 46 a 44.

No segundo tempo, os visitantes conseguiam se manter na frente ao longo da partida, e o Bulls não encontrava um jeito para reagir. E assim foi até o fim. O Hornets obteve uma surpreendente vitória, lá dentro de Chicago: 89 a 82. É certo que o Bulls não contou com o seu principal jogador, o armador Derrick Rose, que está lesionado. Mas a equipe da Louisiana também não tinha Anthony Davis e Eric Gordon. E então? Qual foi o segredo para a nossa vitória? Simples, uma defesa fortíssima. Conhecido por armar sistemas defensivos eficientes, o técnico do Bulls, Tom Thibodeau, provou de seu próprio veneno diante dos zangões. Dessa vez, quem brilhou foi o treinador Monty Williams, e o Hornets limitou o rival a apenas 33% de suas tentativas de arremessos. O trio de grandalhões formado por Robin Lopez, Ryan Anderson e Jason Smith se alternava defendendo o nosso garrafão com muita competência, enquanto o armador Greivis Vasquez e o ala Al-Farouq Aminu davam poucos espaços para os “chutes” de longa distância. E o mais interessante é que todos também contribuíram no ataque – como vocês podem reparar no parágrafo abaixo. Portanto, o Hornets venceu jogando um basquete muito solidário: 2-1.

No vídeo abaixo, os highlights da vitória dos zangões em Chicago:

Os nossos principais destaques diante do Chicago Bulls foram o armador Greivis Vasquez (18 pontos e 6 assistências) e o ala-pivô Ryan Anderson (duplo-duplo, com 12 pontos e 13 rebotes), além dos gigantes Robin Lopez e Jason Smith (ambos com 16 pontos – Lopez também anotou 4 bloqueios).

* Confira aqui o Box Score (com vídeos) da partida contra o Bulls

É claro que nós ainda temos uma longa jornada pela frente, e que os altos e baixos irão acontecer. Afinal, assim é a NBA. Mas o time do Hornets vem jogando muito bem e deixando uma excelente impressão nesse início de temporada. Não há vaidades, e os caras acreditam mesmo no que estão fazendo. Que continuem assim! GO HORNETS!!!

* ANTHONY DAVIS: Após deixar o jogo no primeiro tempo contra o Jazz, ele não enfrentou o Bulls e deve ficar mais alguns jogos afastado. O ala-pivô do Hornets está com suspeita de ter sofrido concussão, e a nova política da NBA para esses casos prevê que o atleta precisa passar por uma bateria de exames afim de provar que o problema não retornará. Assim sendo, Davis não está liberado para voltar a jogar e precisa do aval de especialistas da liga. O jeito é aguardar um desfecho rápido para isso, pois o craque faz muita, muita falta ao nosso time. Aliás, o técnico Monty Williams não gostou nada da notícia…

* ERIC GORDON: De 4 a 6 semanas afastado. O motivo? “Algum tipo de problema” no joelho operado. Ele disse que precisa fortalecer e reabilitar o local (ora, será que não poderia ter feito isso nas férias?), mas nada é muito claro. Enfim, o fato é que o cara está fora de ação até meados de dezembro. E o comprometimento dele com o time? É outro ponto que também não está claro. Nem um pouco.

* AUSTIN RIVERS: O garoto é talentoso e infiltra bem. Contudo, não pode jogar como armador (ainda). Ele não sabe cadenciar o jogo, se afoba em muitos lances e tem sentido enorme dificuldade ao encarar o basquete profissional. Só para resumir, o filho do Doc está cru para a NBA. Mãos à obra, sr. Monty…

LEITURAS RECOMENDADAS # 5

Passado e futuro: Tyson Chandler e Anthony Davis

* Por Lucas Ottoni

Os Jogos Olímpicos de 2012 já são página virada, e o nosso blog está aí de volta para alegrar a vida de vocês, torcedores dos zangões em todo o Brasil (quantos seriam?). O fato é que o noticiário do New Orleans Hornets tem estado morno, bem morno, quase gelado. Depois das contratações de Robin Lopez, Hakim Warrick e Roger Mason Jr., nada de muito impressionante aconteceu lá pelos lados da Louisiana. Então, após um belo garimpo, eu consegui reunir algumas coisinhas para o pessoal ler e se manter minimamente informado a respeito do nosso amado time. Confiram aí:

Anthony Davis (19 anos) é o jogador mais jovem da história do basquete americano a ganhar o ouro olímpico (em inglês)

Como a experiência olímpica de Anthony Davis poderá beneficiar o New Orleans Hornets (em inglês)

Pivô Dwight Howard se torna mais um obstáculo para o Hornets na Conferência Oeste (em inglês)

Ex-armador David Wesley comentará as partidas do New Orleans Hornets na TV (em inglês)

Recém-contratado, Roger Mason Jr. espera se tornar um líder para o jovem elenco dos zangões (em inglês)

Chicago Bulls contrata executivo que era do Hornets (em inglês)

Ryan Anderson, ala-pivô do Hornets, interessava ao Utah Jazz

Ok, eu sei que ninguém aqui é obrigado a entender o idioma inglês. É para isso que existe o tradutor do Google. É só jogar o texto nele e passar para o português. Boa leitura!

* CALENDÁRIO 2012-13: A NBA já divulgou as datas, locais e horários dos jogos do Hornets na próxima temporada. A nossa estreia acontecerá no dia 31 de outubro, contra o San Antonio Spurs, na New Orleans Arena. Veja tudo aqui.

OBS: Em breve, colocaremos o link com a nova programação no ícone do calendário aí na direita.

* PENDÊNCIAS: Retrospectiva dos pivôs, Eric Gordon na agência livre, os calouros do Hornets… Nada disso foi esquecido. Está tudo na nossa pauta, ok?

* New Orleans Hornets Brasil: quem foi o grande vencedor da FA?

* CAMISETA DO DAVIS: Ainda continuamos tentando viabilizar tal peça (e que peça!) para podermos estrear uma promoção bem bacana aqui no BH. Está complicado, mas a luta continua!

UM AGRADECIMENTO COM OS 10 +!

* Por Lucas Ottoni

Olá, caros amigos. A temporada 2011-12, enfim, terminou para o New Orleans Hornets. Com a derrota de 84 a 77 sofrida diante do Houston Rockets (34-32), na última quinta-feira, os zangões fecharam a sua participação no campeonato com um registro 21-45, na lanterna da Conferência Oeste (4ª pior campanha no geral). Motivo para pessimismo? De maneira alguma! Eu acho que vocês sabem o que se passou ao longo da competição: a saída de Chris Paul e David West, a formação de um novo time, a inexperiência e a falta de entrosamento do elenco, as inúmeras lesões que devastaram a nossa campanha, os vários jogos que perdemos nos detalhes, o crescimento na reta final, etc. Em meio a tudo isso, tivemos uma equipe que trabalhou duro comandada por um excelente treinador. Eu considero que essa temporada foi o primeiro passo rumo a um futuro prodigioso. Um passo difícil e sacrificante, mas que inevitavelmente teria que ser dado. Que tal uma breve retrospectiva no parágrafo abaixo? Ok…

Lá atrás, em dezembro, a franquia perdeu o seu maior ídolo, estava sem um dono e com o futuro totalmente indefinido. Agora, olhem para o Hornets hoje! Chegou um novo (e bilionário) dono disposto a investir, a franquia está garantida em New Orleans pelos próximos 12 anos, o time vem crescendo, com jovens em plena evolução, e ainda há duas prováveis escolhas Top 10 no próximo draft a caminho (obrigado, Wolves!). Quer mais? Pois não: o trabalho excepcional do Monty Williams está mantido, o talentosíssimo Eric Gordon será um agente livre restrito e deverá permanecer com o Hornets, e o GM Dell Demps voltou a ter autonomia para realizar negociações que qualifiquem o time (não estamos mais nas mãos da NBA!). Alguém aí será capaz de dizer que as coisas não estão caminhando muito melhor? Então, essa temporada 2011-12 nada mais foi do que o pontapé inicial para algo muito legal que virá pela frente. O futuro é nosso! GO HORNETS!!!

Para terminar, eu gostaria de agradecer a todos vocês, amigos que sempre deram força ao Brazilian Hornet, que acompanham o blog desde o início e que interagem conosco de forma bacana e inteligente. Foi muito legal ter passado por essa temporada (a nossa prova de fogo!) na companhia de vocês. A participação dos parceiros foi fundamental para que tudo desse certo e o blog fosse para frente. Uma temporada já foi vencida! E que venham muitas outras! A vocês todos… MUITO OBRIGADO!!!

E agora fiquem com 10 ótimas jogadas do Hornets em 2011-12! A gente merece!

10) DA VENEZUELA AO MÉXICO!

9) ERIC GORDON DECIDINDO!

8) NO-LOOK PASS!

7) VAI AONDE, KEVIN DURANT?

6) STEVE NASH VAI AO CHÃO!

5) WESTBROOK QUEM?

4) CARL LANDRY IGNORA NENÊ!

3) AL-FAROUQ!

2) JASON SMITH NÃO PERDOA!

1) PARA FECHAR BONITO…

OBS: Lembrou de alguma jogada que não entrou na relação dos vídeos? Ok, é só postar nos comentário aí embaixo! Novas sugestões serão bem-vindas!


* O QUE VEM POR AÍ: Se tudo der certo, na próxima semana o BH iniciará a avaliação do elenco do Hornets (jogador por jogador). Além disso, teremos o nosso terceiro debate e voltaremos as nossas baterias para o aguardado draft de 2012. Vocês não perdem por esperar!

* PALPITE: Bem, vocês sabem que o nosso foco não é playoffs. Afinal, o Hornets não irá participar dessa pós-temporada. Mas a gente pode cornetar, não é mesmo? Então, vamos lá! Eu vejo o San Antonio Spurs muito forte, com pinta de campeão. E vou além: acho que eles vencem a Conferência Oeste até com certa facilidade. Já no Leste, eu estava apostando no Chicago Bulls, mas com essa lesão do Derrick Rose… O caminho agora está escancarado para o Miami Heat! Spurs vs Heat seria uma belíssima final. E vocês? O que acham?

DO QUASE CÉU AO QUASE INFERNO

Lembra do Aaron Gray? Não deixou a menor saudade

* Por Lucas Ottoni

Mais um back-to-back, e mais duas derrotas. A semana pós-All-Star Weekend não começou bem para o New Orleans Hornets (8-27). Os zangões foram até Chicago – na última terça-feira (28/02) – e perderam para o Bulls (29-8), por 99 a 95. Um dia depois, o time retornou a New Orleans e viu o Toronto Raptors (11-24) sair de quadra com a vitória: 95 a 84. Foram dois resultados ruins, embora o Hornets tenha se apresentado de formas distintas nessas duas partidas. Contra o forte Bulls, a equipe quase chegou ao céu, com uma atuação sólida e convincente. Já contra o Raptors, a exibição foi muito fraca. Quase o inferno. Uma das piores partidas da franquia da Louisiana na temporada 2011-12. Enfim, em um dia quase agarramos as nuvens. Já no outro, flertamos com o capiroto. Coisas da NBA. Coisas do Hornets. Mas vamos falar rapidamente sobre essas duas partidas:

Ayon não conseguiu parar Derrick Rose

No jogo da última terça-feira, lá no United Center, em Chicago, o Hornets se aproveitou do fato de o Bulls não estar em uma de suas melhores noites. Os donos da casa erravam demais no ataque e não conseguiam parar as jogadas de Chris Kaman e Trevor Ariza. O pivô alemão saiu de quadra com um duplo-duplo: 17 pontos e 11 rebotes. Já o ala de origem dominicana meteu 16 pontos e apanhou 8 rebotes. Com o banco de reservas funcionando bem (Jarrett Jack, Solomon Jones e Xavier Henry combinaram 32 pontos), os zangões equilibraram a partida o tempo todo e chegaram a estar muito próximos da vitória. Aliás, o triunfo só não veio por que o Bulls tem um armador genial chamado Derrick Rose: 32 pontos e 9 assistências, em 40 minutos. Rose – que é quem melhor infiltra em toda a NBA (minha opinião) – desequilibrou o duelo no segundo tempo e não permitiu que o Hornets aprontasse em Chicago. E foi exatamente por isso que perdemos. Por causa de Derrick Rose. A nossa equipe fez uma excelente partida, soube explorar os erros dos anfitriões e quase arrancou um belo resultado. Fim de jogo: 99 a 95 para o Bulls. Os favoritos venceram, mas tomaram aquele sufoco!

* Confira aqui o Box Score (com vídeos) da partida (contra o Bulls)

DeRozan leva vantagem sobre Belinelli

Na noite seguinte, o Hornets, enfim, voltou para casa após seis partidas na estrada. O jogo – vocês já sabem – foi contra o limitado Toronto Raptors, do brasileiro Leandro Barbosa. Após a boa exibição diante do poderoso Bulls, eu esperava que o nosso time passasse por cima do rival canadense, sem maiores problemas. No entanto, lá estava o Hornets para nos pregar uma peça daquelas. Jogando muito mal (sobretudo no último período), a equipe da Louisiana viu o ala reserva do Raptors, o lituano Linas Kleiza, fazer a festa da linha dos três pontos (5-7) e cravar 21 tentos (mesma pontuação do jovem ala-armador DeMar DeRozan). Individualmente, alguns caras nossos até que apareceram bem, como o pivô Chris Kaman (outro duplo-duplo, com 17 pontos e 10 rebotes) e o ala-armador Marco Belinelli (20 pontos). Contudo, coletivamente o Hornets apresentou um basquete sem um pingo de inspiração. Com Greivis Vasquez apagado e Jarrett Jack errando bastante no ataque, a criação das jogadas ficou totalmente comprometida, e os jogadores do banco de reservas também foram mal e não repetiram o bom desempenho da noite anterior. O último período foi um desastre, o Hornets levou uma surra de 33 a 15 e acabou perdendo o confronto por 95 a 84. Como eu disse antes, não fossem algumas boas aparições individuais, a noite teria sido infernal. Ah, o Leandrinho ficou em quadra por praticamente 23 minutos e saiu com 15 pontos.

* Confira aqui o Box Score (com vídeos) da partida (contra o Raptors)

Independente dos altos e baixos, o fato é que o Hornets acumulou mais duas derrotas nessa brincadeira e já começa a olhar para o draft de 2012 de maneira bastante especial, é preciso admitir. Eu continuo com a mesma opinião que tinha há alguns meses: nosso time não é tão ruim e, completo, poderia fazer uma campanha muitíssimo melhor. Daria até para sonhar com playoffs, sendo otimista. No entanto, a inexperiência do elenco e as diversas lesões em jogadores importantes arrasaram com a nossa caminhada. Isso faz parte e pode acontecer com qualquer time. E que essa temporada sirva para que possamos entrar mais fortes na próxima. Com o novo proprietário que está por vir, não há motivos para pessimismo. O jeito é seguir jogando e se preparando para um futuro promissor. É isso o que eu penso.

No vídeo abaixo, os highlights do duelo entre Hornets e Bulls:

E hoje já começa outro back-t0-back para o Hornets. O time voltará à quadra logo mais, às 22h (de Brasília). O adversário é o Dallas Mavericks, e o duelo acontecerá na New Orleans Arena. Amanhã, também na Colmeia, os zangões enfrentarão o Indiana Pacers, também às 22h (de Brasília). Ah, o Brazilian Hornet deve acompanhar o jogão contra os meninos do tio Mark Cuban, via Twitter. Siga o BH e fique por dentro de tudo o que acontecerá ao longo da partida.

* New Orleans Hornets Brasil: a prévia do jogo (contra o Mavs)

Na contagem regressiva por um novo dono! 10, 9, 8…

 
 FERROADAS

* PROVÁVEL DESFALQUE: Com febre e mal-estar, o ala Trevor Ariza não deverá estar em quadra, daqui a pouco, contra o Dallas Mavericks. A ausência será bastante sentida, pois ele vem sendo um dos jogadores mais eficientes do Hornets nos últimos jogos. Dessa forma, o jovem Al-Farouq Aminu deverá herdar a vaga de Ariza. Apertem os cintos…

* RESULTADO DA ENQUETE: Há dois posts, nós abrimos uma votação sobre qual jogador nosso o torcedor do Hornets gostaria de ver no All-Star Weekend que acabou de acabar. Até o momento, tivemos 34 votos e um grande equilíbrio. Eric Gordon (Jogo das Estrelas) e Gustavo Ayon (Jogo dos Calouros) lideram, com 8 votos cada (23.53%). Logo depois, com 7 votos (20.59%), temos Marco Belinelli (Torneio de três pontos) e Greivis Vasquez (Desafio de habilidades). Trevor Ariza (Concurso de enterradas) teve 3 votos (8.82%), e a opção Outro jogador contabilizou apenas 1 voto (2.94%). A enquete continua aberta para quem quiser votar. É só clicar aqui e mandar ver!

* FORA DOS PLANOS: O armador Donald Sloan, que havia assinado um contrato de dez dias com o Hornets, não faz mais parte do elenco. A franquia da Louisiana não renovou o contrato do atleta, que está oficialmente dispensado. Boa sorte para ele em uma próxima oportunidade.

DESAFIANDO O IMPOSSÍVEL

* Por Lucas Ottoni

O All-Star Weekend 2012 finalmente acabou, e a segunda metade da temporada regular começa hoje para o New Orleans Hornets (8-25). Os zangões terão pela frente nada menos que o forte Chicago Bulls (27-8) – um dos líderes da Conferência Leste -, em pleno United Center. A bola subirá logo mais, às 22h (de Brasília), e o Brazilian Hornet deverá acompanhar o jogão, via Twitter. Para princípio de conversa, é preciso reconhecer que o time do Bulls é favoritíssimo no confronto de daqui a pouco. Eles têm o MVP da última temporada (Derrick Rose), além de um ótimo ala (Luol Deng) e um garrafão de respeito (Carlos Boozer e  Joakim Noah). É nesse quarteto que reside a força da equipe de Chicago. O Hornets terá muitas dificuldades em quadra e precisará, literalmente, desafiar o impossível. Alguém aí acredita que o time de New Orleans possa surpreender e derrotar os donos da casa? Pois é, mas deixa eu contar uma historinha para vocês…

Temporada 1995-96 da NBA. Naquela época, o Chicago Bulls tinha um time muito mais qualificado do que esse atual. Duvidam? Então, peguem aí alguns nomes: Scottie Pippen, Toni Kukoc, Dennis Rodman, Steve Kerr e um tal de Michael Jordan. Todos no auge, jogando muito, destruindo os adversários um por um. A campanha daquele Bulls – comandado pelo prodigioso técnico Phil Jackson – foi inacreditável: 72-10. Exatamente, eles perderam apenas 10 de 82 jogos na temporada regular! Foram voando para os playoffs, derrotaram quem apareceu pela frente e conquistaram o campeonato de forma brilhante e com toda a justiça do mundo.

Naquela mesma temporada, há exatos 16 anos, havia um time chamado Charlotte Hornets. Essa equipe fez uma campanha apenas modesta (41-41), não alcançou os playoffs, trocou de técnico durante a competição e tinha jogadores muito menos badalados. Um Glen Rice buscando se firmar, o ídolo Larry Johnson em clima de despedida (iria para o New York Knicks, ao fim daquele campeonato), o sempre eficiente Dell Curry e o veteraníssimo Robert Parish eram os destaques do Hornets. Via-se ali um panorama quase que oposto ao do poderosíssimo e alinhado esquadrão de Chicago. Se essas duas equipes se enfrentassem, ainda mais em pleno United Center, o resultado só poderia ser um, antes mesmo de a bola subir. Ninguém seria capaz de acreditar em absolutamente nada diferente de uma vitória avassaladora do Bulls de Michael Jordan. Mas…

Eis que chega o dia 08 de abril de 1996. Era a reta final da temporada regular, e os dois times se encontraram em um United Center completamente lotado. As estrelas de Chicago, rumo àquela histórica campanha 72-10, estavam prontas para aniquilar mais um pobre adversário. Antes daquela partida, o Bulls era 37-0 dentro de seus domínios. Invicto! Mas aí a bola subiu, e o inimaginável aconteceu. O vídeo acima mostra os momentos finais desse duelo épico, em que o Charlotte Hornets desafiou o impossível e conquistou uma das mais incríveis e improváveis vitórias de todos os tempos na NBA. O último lance do jogo foi simplesmente inacreditável! Assistam lá em cima!

* Confira aqui o Box Score daquela partida incrível

Mais de uma década e meia se passou, desde que o timaço quase imbatível do Chicago Bulls caiu diante do azarão Charlotte Hornets. Aqueles jogadores já estão aposentados, o Hornets se mudou de Charlotte para New Orleans e o Bulls passou por momentos complicados após a aposentadoria do gênio Michael Jordan. Mas o United Center continua lá, transpirando história, à espera de um outro encontro épico e improvável. Será hoje à noite?

* New Orleans Hornets Brasil: a prévia do jogo

OBS: As duas equipes já se enfrentaram nessa temporada. O jogo aconteceu no último dia 08 de fevereiro, em New Orleans, e o Bulls venceu com extrema facilidade: 90 a 67.


 FERROADAS

* BACK-TO-BACK: Após a partida de hoje, contra o Bulls, em Chicago, o Hornets voltará para New Orleans, onde receberá o Toronto Raptors. A bola subirá amanhã, às 22h (de Brasília). Esse jogo contra os canadenses é para vencer e convencer. Em casa – e contra um time bem limitado – não podemos bobear de modo algum!

* LANCE THOMAS: O ala-pivô teve o seu contrato estendido pelo Hornets até o fim da atual temporada. A minha opinião? Ele será uma espécie de novo Patrick Ewing Jr. e ficará conosco para compor o elenco e entrar eventualmente nos jogos. Aí, quando o campeonato terminar, ele estará livre, leve e solto para jogar onde bem entender. Não vejo futuro para ele com os zangões. Falta qualidade, muita qualidade a esse jogador.