UMA VITÓRIA NO DIA CERTO

Todos os parceiros estão convidados a repartir este fantástico bolo!

* Por Lucas Ottoni

Olá, amigos. Antes de qualquer coisa, eu gostaria de agradecer a todos vocês, visitantes ilustres do Brazilian Hornet, pelas lembranças destinadas ao aniversariante aqui. Muito obrigado mesmo, por cada palavra. Como vocês sabem, eu acabei de completar 31 anos (no último dia 11 de abril). Uma idade boa, em que você já não se sente mais tão garoto, mas também não se considera velho e acabado. Fica-se ali, perto do meio-termo, e isso está de bom tamanho para mim. Ok, chega de egocentrismo. Vamos “hablar” de Hornets? O nosso time abriu a semana na segunda-feira, 09/04, encarando o Los Angeles Lakers (37-22) e perdendo para os angelinos na New Orleans Arena: 93 a 91 (e lá se foi o meu presente de aniversário antecipado). Pelo placar, vocês puderam perceber que a partida foi duríssima. No entanto, falaremos dela mais abaixo. Eu quero começar este post com um resultado positivo no dia certo. Ontem, 11/04 (essa data não me é estranha), os zangões enfrentaram o Sacramento Kings (19-40) e me presentearam (só mais um pouco de egocentrismo, vai?) com um belo resultado na Colmeia: 105 a 96. Que me desculpem os outros fãs do Hornets, mas essa vitória foi para mim! Bem, agora que eu já estou começando a me sentir importante, vamos refletir um pouquinho no parágrafo abaixo…

Após os jogos contra Lakers e Kings, apenas 8 duelos separam o New Orleans Hornets (16-42) do fim da linha na temporada 2011-12 da NBA. A nossa equipe segue na lanterna da Conferência Oeste e já não possui qualquer chance de alcançar os playoffs. Portanto, essas partidas restantes não mudarão a situação dos zangões no campeonato, mas podem servir para que o técnico Monty Williams faça as últimas observações e conclua algumas ideias a respeito do atual elenco. Então, vale a pena conferir o comportamento dos nossos jogadores nessa reta final de temporada regular. Devemos encarar esses 8 jogos como uma espécie de início do processo de formação do time para 2012-13. E isso, acreditem, pode ser muito interessante daqui para frente. Vejam o que falta para nós (horários de Brasília):

Abril

Adversário Horário
 Sex 13  vs Utah    21:00
 Dom 15  vs Memphis    20:00
 Seg 16  @ Charlotte    20:00
 Qua 18  @ Memphis    21:00
 Qui 19  vs Houston    21:00
 Dom 22  @ LA Clippers    22:30
 Ter 24  @ Golden State    23:30
 Qui 26  @ Houston    21:00

Essas partidas poderão representar o começo de uma nova equipe para o basquete profissional de New Orleans, mais competitiva, forte e entrosada. Eu sugiro aos amigos que acompanhem os 8 jogos restantes. O calendário está aí em cima. Não tem erro. Agora, vamos entrar rapidamente na vitória em homenagem a mim (eu acredito!) e na derrota para o Lakers…

Marco Belinelli foi bem contra o Kings

Ontem à noite, quando eu soprei 31 velinhas, o Jason Smith e o Marco Belinelli resolveram comandar a festa, e quem acabou pagando a conta foi o Sacramento Kings (eles vêm de 6 derrotas seguidas!). Com 22 pontos e enterradas chocantes, o nosso ala-pivô branquelo mostrou que vive uma ótima fase e que merece fazer parte do futuro do nosso time. E vocês, o que acham? Já o ala-armador italiano anotou 21 pontos e também vem jogando muito bem (ele se apresenta muito melhor quando atua ao lado do armador Greivis Vasquez). É impressionante como o Belinelli parece mais confiante do que no início da temporada, e eu tenho a impressão de que ele conseguirá estender o seu contrato com os zangões. Se isso realmente acontecer, méritos para ele. Outro atleta que me causou boa impressão foi o jovem ala Al-Farouq Aminu. Ele vem mostrando uma capacidade defensiva muito boa e aproveitando os minutos a mais que vem recebendo, já que o técnico Monty Williams resolveu poupar o Trevor Ariza. Mais um jovem, o ala-armador Xavier Henry, também apareceu bem contra os Reis: ele anotou 14 pontos e mostrou intensidade. No lado adversário, o ala-armador Marcus Thornton – um velho conhecido – foi quem nos deu mais trabalho (só para variar): foram 25 pontos. Enfim, foi com boas atuações de jogadores menos cotados que o Hornets conseguiu me presentear com uma bela vitória. Após um primeiro quarto ruim, os zangões se acertaram e conseguiram bater a turma de Sacramento: 105 a 96.

* Confira aqui o Box Score (com vídeos) da partida (contra o Kings)

* Confira aqui o Box Score (com vídeos) da partida (contra o Lakers)

Greivis "Davi" Vasquez vs Pau "Golias"

Voltando lá para a segunda-feira (09/04), o Hornets também jogou na New Orleans Arena, mas acabou perdendo. O duelo com o tradicional Los Angeles Lakers foi equilibradíssimo e decidido nos segundos finais. Os angelinos estavam sem o astro Kobe Bryant (lesão na canela esquerda), e os zangões não contaram com o ótimo Eric Gordon (dores na parte inferior das costas). Dentro de quadra, as grandes atuações do trio Greivis Vasquez (18 pontos e 11 assistências), Carl Landry (20 pontos e 11 rebotes) e Marco Belinelli (20 pontos) não foram suficientes para conter a dupla de garrafão mais poderosa da NBA. O ala-pivô espanhol Pau Gasol saiu de quadra com 25 pontos e 9 rebotes, enquanto o pivô Andrew Bynum conseguiu 18 pontos e 11 rebotes. Nada mal, não é mesmo? Apesar disso, foram dois arremessos certeiros – um do ala Metta World Peace, e outro do armador Ramon Sessions – da linha dos três pontos que definiram o confronto a favor dos visitantes. Fim de jogo: 93 para o Lakers, 91 para o Hornets. Perder por míseros dois pontinhos de diferença é sempre ruim. E para o Lakers é ainda pior, concordam? Mas tudo bem, não tem problema. O meu presente de aniversário não foi antecipado (por muito pouco!), mas acabou chegando no dia exato: 11 de abril. Portanto, eu não tenho do que me queixar. Obrigado, Hornets!

No vídeo abaixo, os highlights de Hornets vs Lakers:

Para terminar, vocês viram no parágrafo acima que o Eric Gordon se lesionou novamente. Ele sentiu um problema nas costas na partida do último sábado (07/04), contra o Minnesota Timberwolves, e acabou desfalcando o Hornets contra Lakers e Kings. Não parece ser nada sério, mas é muito chato ver o cara que deveria ser o nosso principal jogador não conseguindo ter uma sequência na temporada. Por falar nisso, o resultado parcial da nossa última enquete indica que apenas 2 pessoas (6.9%) acham que o Hornets seria um dos líderes do Oeste, caso o Gordon estivesse sempre saudável. Já 7 participantes (24.14%) acreditam que o time chegaria aos playoffs com dificuldade. A maioria absoluta – 17 votos (58.62%) – colocou o Hornets fora dos playoffs, mas com uma campanha bem melhor que a atual. E 3 ilustres companheiros (10.34%) determinaram que nada mudaria, mesmo com o Gordon comandando a equipe. No total, 29 votos foram computados (será que alguém votou mais de uma vez?). Bem, quem ainda não votou, é só clicar aqui. A enquete não tem data de término. Votem à vontade!

* JARRETT JACK: O armador titular do Hornets está fora do restante da temporada 2011-12 da NBA. Ele se encontra com uma fratura no pé direito causada por stress (leia-se excesso de esforço). E é a palavra ESFORÇO que define bem o que foi o Jack para os zangões nesse campeonato. Quem torce pelo time de New Orleans deve aplaudir de pé o JJ. Acertando ou errando, ele jogou duro todas as noites em que esteve em quadra. O comprometimento com a equipe e o espírito de liderança foram as marcas registradas dele. Valeu, Jack!

* JEROME DYSON: Com o afastamento do JJ, o Hornets contratou o armador Jerome Dyson por dez dias. Ele havia participado dos treinamentos de pré-temporada com o time, mas acabou dispensado pouco antes de o campeonato começar. Dyson, de 24 anos, estreou (na NBA) ontem, contra o Kings, e saiu de quadra com 3 pontos, 5 assistências, 3 rebotes e 1 roubo, em 23 minutos. Nada mal para um marinheiro de primeira viagem, hein?

* PERGUNTAR NÃO OFENDE: Alguém aí sabe por que o Gustavo Ayon tem jogado tão pouquinho? A franquia da Louisiana pretende continuar com ele, mas o mexicano quase não tem aparecido nos jogos. Dá para entender?

TUDO IGUAL: HORNETS 1 X 1 CP3

Chris Paul tenta defender Blake Griffin da fúria de Trevor Ariza

* Por Lucas Ottoni

Na última segunda-feira (26/03), o New Orleans Hornets foi até o Staples Center, em LA, e não resistiu ao Los Angeles Clippers (28-21) de Chris Paul. O placar de 97 a 85 acabou servindo como uma espécie de revanche para CP3, que havia sido derrotado pelos zangões na semana anterior. Agora, o duelo entre o Hornets e seu ex-principal jogador está empatado em 1 a 1. Porém, o registro que nos interessa aqui é esse: 12-37. Essa é a campanha da equipe da Louisiana na temporada 2011-12 da NBA. Tais números indicam que o Hornets segue amargando a lanterna isolada da Conferência Oeste e – é claro – já não possui a menor chance de lutar por uma vaga aos playoffs. Restando apenas 17 partidas para o fim da nossa participação no campeonato, a palavra “draft” ganha cada vez mais força entre os fãs dos zangões. Mas ainda é cedo para entrarmos de cabeça nesse assunto. Por ora, vamos falar sobre o nosso segundo encontro com o (rival) Chris Paul…

Blake Griffin enfrenta Carl Landry

Assim que a bola foi para o alto, o Clippers mostrou que não havia digerido bem a derrota para o Hornets, na última quinta-feira, lá em New Orleans. Jogando com muita vontade – e contando com os inúmeros erros e desperdícios do time visitante -, os angelinos abriram logo 18 a 2 nos minutos iniciais. Apesar da boa reação dos zangões, que chegaram a empatar a partida (28 a 28) no segundo quarto, o Clippers esteve em uma noite muito feliz e comandou o placar durante o restante do duelo. Chris Paul jogou o fino, e Blake Griffin dominou as ações dentro do garrafão. Já o time do Hornets não teve uma grande performance, e muitos jogadores nossos renderam abaixo do habitual, como Jarrett Jack, Trevor Ariza, Gustavo Ayon e Greivis Vasquez. Os anfitriões chegaram a abrir quase 30 pontos de vantagem, mas aí o ameaçado técnico Vinny Del Negro resolveu colocar reservas em quadra no último período e viu o Hornets diminuir a tunda sofrida. No fim, vitória de CP3 e cia., por 12 pontos de diferença. Pronto, o jogo está resumido. O Clippers atuou bem e contou com os seus principais jogadores em noite inspirada. Já o Hornets não fez uma boa partida e saiu de quadra derrotado.  Nada mais a comentar, a não ser algumas pequenas coisinhas no próximo parágrafo…

* Confira aqui o Box Score (com vídeos) da partida

Sem o pivô Chris Kaman (gripado) e o ala-pivô Jason Smith (suspenso), o garrafão do Hornets sofreu nas mãos de Blake Griffin. Gustavo Ayon, Carl Landry (apesar do duplo-duplo, com 14 pontos e 10 rebotes), Lance Thomas e Chris Johnson até que se esforçaram, mas não fizeram um bom trabalho defensivo. Isso quer dizer que, mais uma vez, os desfalques prejudicaram o Hornets. Essa será a grande marca da nossa campanha: lesões, doenças, suspensões, etc. Mas há um outro fator a se lamentar nessa partida: o Hornets cometeu 27 TO (!) contra 14 do Clippers. Quase o dobro de erros! Isso só mostra que a noite da equipe de New Orleans realmente não foi das melhores. Para terminar, um fã do Clippers atirou um amendoim no técnico Monty Williams e acabou convidado a se retirar do Staples Center (lá nos EUA essas coisas também acontecem durante os jogos, meus caros). E o Blake Griffin fez isso aqui com o Trevor Ariza, que aliás não gostou nada:

Seria algum tipo de vingança pela falta que ele sofreu do Jason Smith (e que rendeu uma suspensão de dois jogos ao nosso ala-pivô) no jogo da semana passada? Olha, eu prefiro acreditar que não. Pois descontar a raiva em um outro jogador que nada teve a ver com o episódio anterior é coisa de covarde. E, honestamente, eu espero que esse não seja o caso do sr. Griffin.

Ok, vamos ficar por aqui? Vamos. Com os seus 25 pontos e 10 assistências, o Chris Paul conseguiu dar o troco nos zangões, e o técnico dele, Vinny Del Negro, deve ter respirado aliviado. Já eu – que não estou nem aí para o Clippers – ficarei ligadinho no NCAA Final Four, que começará neste próximo fim de semana, em New Orleans. Preciso explicar o motivo?

* BACK-TO-BACK: Hoje à noite (23h30m de Brasília), o New Orleans Hornets estará em Oakland, para o duelo contra o Golden State Warriors. Um dia depois, nesta quinta-feira, os zangões terão pela frente o Blazers, lá em Portland. A bola subirá às 23h (de Brasília). O Brazilian Hornet deve passar informações, via Twitter. Siga o BH e fique por dentro de tudo o que acontecerá em quadra.

* New Orleans Hornets Brasil: a prévia do jogo (contra o Warriors)

* PASSEIO PELO VELHO OESTE: Os zangões estão em uma dura sequência de 5 jogos longe de casa. Após a derrota para o Clippers e os jogos contra Warriors e Blazers, o nosso time voltará a Los Angeles para encarar o Lakers (no sábado) e depois seguirá para Phoenix, onde baterá de frente com o Suns (no domingo). Outro back-to-back, e tudo isso em menos de uma semana. Loucura total! É aquilo: jogador da NBA ganha muito bem, mas tem que suar por cada centavo. Não há como negar isso.

MAIS DERROTAS E OLHO NO DRAFT

Os zangões perderam, mas deram bastante trabalho ao mascarado Kobe Bryant

* Por Lucas Ottoni

No post de ontem, nós falamos sobre a trade deadline e sobre o quanto o nosso GM (Dell Demps) está animado com as possibilidades do New Orleans Hornets no próximo verão norte-americano. E isso ganha cada vez mais força ao observarmos o que tem acontecido dentro de quadra. Eu estou falando de draft, amigos. Já não dá mais para negar que a nossa franquia está olhando para o evento do próximo dia 28 de junho de maneira especial. Mais para o fim da temporada, nós falaremos bastante sobre esse draft que se avizinha e sobre os jovens talentos que poderão desembarcar em New Orleans. Por agora, eu vou voltar a escrever a respeito do caminho que os zangões estão sedimentando para ficarem em posição privilegiada na aguardada loteria. Pois é, tivemos mais um back-to-back. O resultado? Mais duas derrotas. Vamos ao parágrafo seguinte…

A campanha do Hornets hoje indica um registro de 10-34. Após a terrível derrota para o Charlotte Bobcats, o time voltou à quadra para enfrentar o poderoso Los Angeles Lakers (28-16). O jogo rolou na última quarta-feira (14/03), na New Orleans Arena. Ao contrário da exibição patética que tivemos diante do Charlotte (também na Colmeia), nós endurecemos a vida de Kobe e cia., acabamos perdendo a chance de vencer no tempo normal e caímos na prorrogação: 107 a 101 para o Lakers. Um dia depois, na quinta-feira (15/03), os zangões receberam o fraco Washington Wizards (10-33). Resultado? Nova decepção. Com o jovem armador John Wall inspiradíssimo, a equipe da capital nos impôs um placar de 99 a 89. Voltando novamente ao nosso registro, podemos observar uma campanha horrorosa em casa: 4-19. Apenas 4 vitórias em 19 jogos. Fora de New Orleans, a situação é a seguinte: 6-15. Portanto, jogar na Louisiana (ou longe dela) tem sido um detalhe insignificante para o Hornets. Mas vamos falar rapidamente sobre esse último back-to-back (estou um pouco atrasado, eu sei):

Greivis Vasquez sofre forte marcação

Após o joguinho mequetrefe que fizemos diante do Bobcats, as perspectivas para o duelo contra o Lakers eram as piores possíveis. Uma derrota dolorosa era aguardada, mas eis que surge mais uma vez o Hornets para nos pregar uma peça daquelas. O nosso time jogou muito bem e fez Kobe Bryant e seus companheiros passarem por maus bocados ao longo da partida. Comandados pelo armador Jarrett Jack e pelo pivô Chris Kaman, os zangões dominaram o primeiro tempo e foram para o intervalo vencendo os californianos por 54 a 40. No terceiro período, o Lakers reagiu e fez o jogo ganhar contornos emocionantes no fim. O Hornets teve a vitória nas mãos, quando o armador Greivis Vasquez passou a bola para Chris Kaman, nos segundos finais. Só que o germânico errou o arremesso, e a partida foi para a prorrogação – após Kobe Bryant ter 2 segundos para tentar um último “chute” e também errar (93 a 93). Aí, a maior experiência e qualidade do Lakers falaram mais alto. O nosso time falhou demais, se mostrou afobado nos momentos decisivos e viu os visitantes saírem de quadra com o placar de 107 a 101.

* Confira aqui o Box Score (com vídeos) da partida (contra o Lakers)

Pelo lado dos zangões, Jarrett Jack esteve quase imparável: 30 pontos para ele. Já Chris Kaman anotou outro duplo-duplo: 21 pontos e 12 rebotes. Com 15 tentos e 6 assistências (em apenas 17 minutos), Greivis Vasquez também merece menção. Já o Lakers presenciou outra bela noite do ala-armador Kobe Bryant, com 33 pontos. O pivô Andrew Bynum (aquele mesmo, que esnobou o Hornets em uma entrevista) também jogou o fino e conseguiu um incrível duplo-duplo: 25 pontos e 18 rebotes. Embora com números mais modestos, o ala-pivô espanhol Pau Gasol também conseguiu o seu duplo-duplo: 18 pontos e 10 rebotes. Esses números indicam que a partida foi de alto nível, disputada por dois times que apresentaram qualidades. Então, eu realmente não consigo entender como o Hornets pôde ser derrotado pelo Bobcats. Ok, eu sei que isso é passado. Vamos para o próximo duelo…

O Hornets sofreu com John Wall

Um dia depois da boa atuação contra o Lakers, os zangões voltaram a jogar em casa, dessa vez diante do frágil Washington Wizards. E o que aconteceu? Vocês já podem imaginar, não é mesmo? Só para não perder o hábito, o Hornets voltou a jogar mal e foi derrotado pelo placar de 99 a 89. O armador John Wall deu uma canseira imensa ao Jarrett Jack e ao Greivis Vasquez e saiu de quadra com 26 pontos, 12 assistências e 3 roubos. Uma exibição de gala! Até o ala-armador reserva Roger Mason Jr. aprontou anotando 19 pontos. Na verdade, o jogo não foi bom como o da noite anterior (isso já era esperado), e os zangões não encontraram um jeito de parar o Wall. Por isso, perderam mais uma. Nem as boas atuações de Gustavo Ayon (16 pontos e 9 rebotes) e Chris Kaman (20 pontos e 7 rebotes) foram capazes de salvar a equipe da Louisiana. Então, o saldo final desse back-to-back foi o seguinte: mais duas derrotas. Eu sei que estou sendo repetitivo, mas quanto mais eu escrevo a palavra DERROTA, mais a palavra DRAFT vem à minha mente. São as tais possibilidades levantadas pelo Demps após a trade deadline. Não dá para pensar em nada muito diferente disso, concordam?

* Confira aqui o Box Score (com vídeos) da partida (contra o Wizards)

No vídeo abaixo, os highlights de Hornets vs Lakers:

Ficamos por aqui hoje. Tenham um excelente fim de semana!


 FERROADAS

* HORNETS @ NETS: Eu quase ia me esquecendo… Sim, hoje tem jogo! Daqui a pouco, os zangões voltarão à quadra. O adversário é o New Jersey Nets, e o duelo acontecerá às 21h (de Brasília), no Prudential Center (NJ). Dessa vez, o Brazilian Hornet não deverá acompanhar a partida pelo Twitter. Sábado à noite, vocês sabem como é…

* A CAMINHO: Na próxima semana, deveremos ter algumas pequenas novidades aqui no BH. Coisinhas para deixar o blog visualmente mais legal e menos trabalhoso para o rapaz que vos escreve. Aguardem!

RESPONDA E GANHE UM BIOMBO!

O biombo: ele garante privacidade e bloqueia olhares indesejáveis

* Por Lucas Ottoni

Quando eu achava que já tinha visto tudo de ruim que uma noite infeliz do New Orleans Hornets (10-32) poderia nos trazer, eis que me surge o jogo de ontem, contra o fraco Charlotte Bobcats (6-34). Em primeiro lugar, foi anunciado o comparecimento de um público de 15.254 torcedores na New Orleans Arena. Mas, na verdade, o que se via na Colmeia era algo parecido com isso. Tudo bem, eu posso estar exagerando, mas a nossa arena estava com enormes espaços vazios. Talvez, os fãs já estivessem prevendo o que estaria por vir e resolveram ficar no conforto de suas casas. Tendo em vista o que aconteceu dentro de quadra, não dá para culpar os ausentes. Não dá mesmo. Eu estou com tanto desânimo para falar sobre a nossa horrível derrota de 73 a 71 para o Cats, que vou mandar logo toda a ruindade em vermelho chinês:

1) Os dois times foram para o intervalo sem alcançar sequer 40 pontos na partida. O Hornets venceu a primeira metade do jogo por 37 a 35. Isso já mostra – de forma bem clara – a falta de inspiração de ambos os “esquadrões”.

2) Tivemos nada menos que 34 turnovers em quadra. E até na ruindade, os dois times caminharam juntos: foram 17 TO para cada. Os “campeões” da noite foram os armadores Jarrett Jack (NOH), com 6 TO, e D.J. Augustin (CHA), com 5. Vendo esses PGs “inspiradíssimos”, imaginem só a beleza que foi a organização ofensiva das equipes…

3) Os cestinhas do jogo anotaram apenas 15 pontos. Sim, 15 pontos foram o suficiente para que o Jarrett Jack (NOH) e o Gerald Henderson (CHA) acabassem condecorados como os grandes artilheiros do “clássico”. Eu não estou dizendo que esses times caminharam juntos na ruindade?

4) Para não dizer que tudo foi lama, o nosso pivô Chris Kaman teve uma boa (para não chamar de razoável) atuação. Mais um duplo-duplo para o alemão: 12 pontos e 16 rebotes – além de 3 bloqueios -, em 40 minutos. Legal, né? E é justamente desse cara que o Hornets pretende se livrar até quinta-feira. Não é “formidável”?

5) E lá foi o Trevor Ariza, todo feliz, nos segundos finais, tentando igualar a ruindade também no placar e levar essa ruindade para a prorrogação. Mas eis que surge um Biyombo pela frente e nos livra de mais 5 minutos de horror! Obrigado, Bismack!

Pois é, amigos. Diante disso, eu vou mandar a pergunta que vale o prêmio, um incrível biombo! Vamos lá: “o que faz um sujeito chegar em casa à noite, sentar em frente a um computador e perder duas horas e meia de sua vida presenciando uma partida como a de ontem?”. O dono da resposta mais criativa levará um sensacional biombo para casa!

OBS: O ganhador do prêmio receberá o seu fantástico biombo no dia em que o Hornets ou o Bobcats alcançarem o título da NBA. Combinado assim?

* Confira aqui o Box Score (com vídeos) da partida

E o nosso post de hoje fica por aqui. Nada mais a declarar.


 FERROADAS

* HORNETS VS LAKERS: Nesta quarta-feira (14/03), os zangões voltarão à quadra. O adversário é o Los Angeles Lakers, do nosso querido Kobe Bryant. O duelo acontecerá às 21h (de Brasília), na New Orleans Arena, e o Brazilian Hornet deve acompanhar, via Twitter. Siga o BH e fique por dentro de tudo o que acontecerá ao longo da partida. Será que conseguiremos ultrapassar a marca de 71 pontos? A conferir…

* PAUL SILAS: Hoje no Charlotte Bobcats, ele é – em minha opinião – o maior técnico da história da franquia Hornets, até o momento. E há algum tempo eu já venho querendo escrever um post sobre o mestre Silas. Mas o que tem faltado é exatamente isso: tempo. Espero, em breve, concretizar essa ideia e escrever aqui no BH. Esse senhor comandou times nossos que me trazem ótimas recordações. Merece todas as homenagens!

* NOTA TRISTE: Dick Harter, primeiro treinador da franquia Hornets, faleceu ontem, aos 81 anos, vítima de câncer. Harter assumiu o comando técnico do Charlotte Hornets em 1988 (ano de estreia do time na NBA) e esteve com a equipe durante (aproximadamente) 1 ano e meio. Nesse período, ele colecionou 28 vitórias e 94 derrotas com os zangões.  Que esteja na paz de Deus.

SÍNTESE DA TEMPORADA

* Por Lucas Ottoni

As duas partidas mais recentes do New Orleans Hornets (9-30) na temporada 2011-12 da NBA não merecem muitos comentários, já que sintetizam exatamente o que tem sido o nosso time ao longo desse campeonato. Quer dizer, aconteceu aquilo que já estamos cansados de saber. Na segunda-feira (05/03), os zangões foram até Portland, jogaram mal, erraram muito e acabaram derrotados sem maiores problemas: 86 a 74 para o Blazers (19-20). De vez em quando, a nossa equipe entra em quadra apenas para cumprir o calendário e ir embora. Diante do rival do Oregon, foi exatamente isso o que aconteceu. Em um post recente que tivemos aqui no BH, eu dizia como o Hornets pode ser um oponente dos mais chatos para se derrotar, quando está afim de jogo. Algo que também foi escrito pelo blog Bola Presa, vocês sabem. Contudo, quando os zangões não estão focados na partida, se tornam presas fáceis. O Portland Trail Blazers conferiu isso de perto e se deu ao luxo de descansar vários titulares no último período, com o jogo totalmente sob controle.

* Confira aqui o Box Score (com vídeos) da partida (contra o Blazers)

Já na última quarta-feira (07/03), o Hornets resolveu novamente incorporar o espírito de time guerreiro e que não se dá por vencido. O jogo foi lá na Califórnia, contra o Sacramento Kings (13-26). Os zangões – sem Gustavo Ayon (pé esquerdo dolorido) – endureceram muito a vida dos Reis, que estavam sem o ala-pivô DeMarcus Cousins (problemas intestinais). A partida estava nas mãos da equipe da Louisiana, quando nos segundos finais… Olhem o que aconteceu no vídeo acima, pois eu simplesmente não consigo encontrar explicações para tamanha incompetência. A dupla Trevor Ariza / Marco Belinelli conseguiu a proeza de entregar um duelo ganho e fazer a alegria da torcida anfitriã! “Formidável”!

* Confira aqui o Box Score (com vídeos) da partida (contra o Kings)

Pois é, esse episódio lamentável no fim do jogo lá em Sacramento também sintetiza o que é o time do Hornets nos momentos decisivos. Nessa temporada, os zangões já perderam inúmeras partidas nos minutos ou segundos finais, por total nervosismo, inexperiência, falta de talento ou mesmo por não terem um líder em quadra. Na derrota de 99 a 98 para o Kings, pudemos observar novamente essa desagradável característica da nossa amada equipe. Então, não há muito mais o que falar sobre esses dois joguinhos. Contra o Blazers, atuamos apenas por mera formalidade e perdemos facilmente. Já diante do Kings, lutamos com sangue, suor e lágrimas, para, no fim, jogarmos tudo na privada e soltarmos a descarga. São duas facetas desse nosso time, que já estamos mais carecas que o Jarrett Jack de saber.

Ah, e se serve de consolo, o pivô alemão Chris Kaman saiu com duplo-duplo nessas duas partidas. Sim, o Kaman, aquele mesmo, que o Hornets está desesperado para mandar para bem longe de New Orleans. Vá entender…


 FERROADAS

* BACK-TO-BACK: Hoje à noite (23h de Brasília) o New Orleans Hornets estará em Denver, para o duelo contra o Nuggets. Um dia depois, neste sábado, os zangões terão pela frente o Minnesota Timberwolves, lá em Minneapolis. A bola subirá às 22h (de Brasília). Duas partidas muito complicadas para nós. O Brazilian Hornet deve acompanhar ambas, via Twitter. Siga o BH e fique por dentro de tudo o que acontecerá em quadra.

* MURO DAS LAMENTAÇÕES: Após a inacreditável derrota para o Sacramento Kings, sobrou desânimo no vestiário do Hornets. O pivô Chris Kaman se viu obrigado a elogiar o saudoso ala-armador Marcus Thornton, que anotou 25 pontos contra a sua ex-equipe. Já o armador Greivis Vasquez e o técnico Monty Williams confessaram que o resultado foi muito frustrante. Mas quem melhor resumiu a noite foi o armador Jarrett Jack, que também marcou 25 pontos: “Nós jogamos bem o suficiente para perder“. É, foi perfeita a frase. Ela explica o porquê de o post de hoje ter saído meio “azedo”. Desculpem, amigos. Prometo que o próximo sairá melhor. E espero que o Ariza e o Belinelli também me ajudem. Abraços!