BRING BACK THE BUZZ!

* Por Lucas Ottoni

É, amigos. Pelo visto, o Hornets saiu de Charlotte, mas Charlotte não saiu do Hornets. Encontrei estes dois vídeos (o de cima e o de baixo, obviamente) e achei interessante postá-los aqui. Muitos fãs da antiga cidade que abrigava os zangões ainda não se conformaram com a saída do time para New Orleans. Além disso, a nova franquia Bobcats não emplacou e não conseguiu cair nas graças de boa parte dos torcedores de Charlotte. O título deste post- BRING BACK DE BUZZ! (Tragam de volta o zumbido!) – se refere aos dois vídeos e comprova essa situação.

O primeiro vídeo, lá em cima, deixa bem claro que o verdadeiro time de Charlotte é o Hornets. Não apenas pela trajetória de mais de uma década na cidade (com equipes e atletas marcantes), mas também por toda a história de luta que envolve o nome HORNETS. Observem este trecho que está publicado em História da franquia, lá no nosso cabeçalho:

“Originalmente, a nova equipe iria se chamar Charlotte Spirit, mas um concurso para escolha do nome do time acabou tendo “Hornets (zangões)” como a opção vencedora. O nome foi derivado de uma feroz resistência da cidade à ocupação britânica durante a guerra revolucionária no século 18, o que levou o comandante britânico, lorde Charles Cornwallis, a se referir a Charlotte como “um ninho de vespas””.

Certamente, esse é um nome que traz orgulho à cidade de Charlotte. E isso tanto é verdade, que no segundo vídeo (aí embaixo) os fãs pedem a “volta do zumbido” em plena Time Warner Cable Arena, o ginásio do Charlotte Bobcats.

Em New Orleans desde 2002, a franquia Hornets pode estar em vias de mudar de nome. Mas ainda há tempo de o sr. Tom Benson (o proprietário do time) se sensibilizar e enxergar que há muita história por trás dos zangões. E isso não pode ser apagado da noite para o dia. Não deixemos o zumbido silenciar!

* NOVIDADES: Eu não sei se vocês perceberam, mas nós destacamos as retrospectivas do elenco do Hornets e as peças (já apresentadas) do nosso acervo em ícones (com foto) aí no lado direito do blog. É uma forma mais simples para vocês pesquisarem dentro do BH. E não é só isso! Em breve, nós atualizaremos a História da franquia (e faremos alguns consertos e alterações), o Elenco e os Calouros. E a promoção com a camiseta do Anthony Davis deverá mesmo sair. Aguardem!

* AINDA HOJE…: Logo mais, o BH apresentará uma enquete a vocês. Votem, comentem e participem! Este blog é de todos nós!

COLEÇÃO: BOGUES MINIATURA

O boneco do Muggsy Bogues é o nosso sétimo objeto exposto aqui no BH

* Por Lucas Ottoni

Olá, amigos. Voltamos hoje a apresentar um item do nosso acervo, e com uma novidade muito legal: os tradicionais slides foram substituídos por um vídeo. Sim, um vídeo! Eu mesmo fiz e resolvi postá-lo, mesmo correndo o risco de passar vergonha com a minha voz “maravilhosa”. Mas, enfim, eu tentei… Bem, o que temos aqui é um boneco miniatura do lendário armador Muggsy Bogues, o jogador mais baixo que já passou pela NBA. Medindo apenas 1,60m, o Bogues atuou de 1988 a 1997 no saudoso Charlotte Hornets e foi um dos destaques da equipe dos zangões durante esse período. Pequenino, rápido e bom passador, ele caiu nas graças dos fãs da franquia da Carolina do Norte. Sem mais delongas, confiram o vídeo abaixo e saibam um pouco mais sobre esse boneco cabeçudo – estilo mini-craque – do Muggsy Bogues:

OBS 1: O Muggsy Bogues é um dos jogadores colocados como DESTAQUES da franquia no Brazilian Hornet. Clique aqui, leia sobre ele e veja um vídeo com o “pequeno grande” armador em ação.

Então, essa miniatura muito legal do glorioso Muggsy Bogues ilustrou o nosso sétimo post sobre o acervo do BH. Quer dar uma olhada nas outras peças já expostas? Pois não… Veja o primeiro, o segundo e terceiro itens da nossa coleção. E também o quarto, o quinto e o sexto. Em breve, eu seguirei postando outros objetos relacionados ao Hornets.

A peça foi fabricada na China durante a década de 1990

OBS 2: Você tem algum objeto ou relíquia dos zangões? Mande imagens para o Brazilian Hornet, através do nosso e-mail: br_hornet@hotmail.com. Assim que possível, eu postarei aqui no blog.

* BENSON NO COMANDO: Conforme noticiamos via Twitter, o bilionário Tom Benson assumiu oficialmente o controle da franquia New Orleans Hornets. A compra – que já havia sido anunciada pela NBA em meados de abril – foi definitivamente aprovada na última sexta-feira (15/06). Podemos comemorar! O nosso time tem um dono!

* MUDANÇAS NA DIREÇÃO: Com a chegada oficial do proprietário Tom Benson, o presidente do Hornets, Hugh Weber, deixa o cargo. Após quase 7 anos trabalhando com os zangões, Weber dará lugar a Dennis Lauscha, que também é presidente do New Orleans Saints, da NFL (time que já pertencia a Benson). Outro executivo que está de saída é o nativo de New Orleans Jac Sperling, que havia sido designado pela NBA para conduzir a situação da venda da franquia. Mickey Loomis, gerente-geral do Saints, agora ocupará o comando das operações de basquete do Hornets e supervisionará o trabalho do GM Dell Demps. Lauscha e Loomis são os homens de confiança de Benson. Boa sorte para eles.

* ANTHONY DAVIS: O ala-pivô que deverá ser selecionado pelo Hornets com a primeira escolha do draft esteve em New Orleans nesta terça-feira (19/06), mas não realizou nenhum treinamento. Ele apenas falou com a imprensa e fez um tour pela cidade com membros importantes da franquia, o que reforça ainda mais o fato de que ele realmente será um zangão após a noite de 28 de junho. Pule de dez.

* Clique aqui e acostume-se com a imagem!

* PRÉ-DRAFT: O Hornets segue avaliando alguns jovens atletas que poderão ser candidatos à escolha de número 10 da franquia da Louisiana. Nomes como Perry Jones III e Jared Sullinger estiveram no Alario Center nesta segunda-feira (18/06) e realizaram treinos sob as vistas do técnico Monty Williams e do GM Dell Demps. Nos próximos dias, o BH falará um pouco sobre esses rapazes (e também sobre outros) – e o que eles poderão fazer pelos zangões. Aguardem!

O ASSASSINATO DOS ZANGÕES

* Por Lucas Ottoni

Sexta-feira, 13 de abril de 2012. A compra do New Orleans Hornets pelo bilionário Tom Benson encheu os fãs dos zangões de otimismo em relação ao futuro da nossa amada equipe. De lá para cá, as notícias têm sido as melhores possíveis: a franquia permanecerá na Louisiana, a New Orleans Arena será remodelada, o NBA All-Star Weekend de 2014 acontecerá na cidade, haverá investimento na montagem de um time forte e competitivo, etc. Uau! O futuro tende a ser muitíssimo promissor, não é mesmo? Agora, pegue essas magníficas notícias e imagine que a franquia Hornets não estará viva a tempo de desfrutá-las… É isso mesmo, meus amigos. Junto com o Tom Benson e o seu pacote de promessas veio a ideia de mudar o nome, a logomarca e as cores dos zangões! O famoso rebrand, como eles gostam de dizer lá nos EUA. E o pior: os torcedores locais, lá de New Orleans, apoiam esse plano com um tremendo entusiasmo e já planejam nomes, logos e uniformes para o “novo time” que surgirá na terra do jazz (no nosso post anterior, vocês viram algumas dessas “belezinhas”). A justificativa para o tal rebrand é a seguinte: o Benson – que agora é o “rei da cocada preta” – não gosta do nome “HORNETS” e quer um que tenha mais a ver com a cidade de New Orleans. Pensamentos desse tipo me levam a uma constatação bastante entristecedora: é inacreditável que alguns donos de franquias da NBA ainda enxerguem as suas equipes como algo meramente local. Eles restringem os seus próprios negócios e não entendem que possuem em mãos uma coisa que desperta paixões em fãs do mundo inteiro. O Hornets é uma equipe de dimensão internacional, e é absolutamente lamentável que o Tom Benson não enxergue isso. Essa visão simplória e obtusa acabará sendo a responsável pelo assassinato dos zangões!

Mensagem deixada pelos fãs italianos

Eu não vou usar este post para ficar contando a longa caminhada que eu tenho como um fã internacional do Hornets (quem tiver interesse, é só clicar aqui), mas é importante destacar que esse time não nasceu ontem. Já são quase duas décadas e meia de estrada, sendo que a franquia está na Louisiana há praticamente dez anos. E dez anos não são dez dias. Antes de pensar em acabar com tudo o que me fez seguir essa equipe, a história deveria ser considerada. Até onde eu sei, além do Brasil, o Hornets possui fãs em países como Austrália, Itália, Argentina, Suíça, China, Portugal, Espanha, México e Alemanha. E deve haver muitos outros espalhados pelo globo. Fãs de longa data, fãs que sempre foram Hornets e que sempre acompanharam o time ao longo dos anos, estivesse ele em Charlotte ou em New Orleans. Fãs que pagam League Pass, que encomendam camisetas e outros produtos oficiais, que juntam dinheiro para viajar e ver os jogos nos EUA, ou que simplesmente viram noites torcendo na frente da TV ou do computador. E agora querem arrancar isso de nós. Querem assassinar uma das nossas paixões sob a alegação estapafúrdia de que o Hornets nada tem a ver com New Orleans. Como não tem? E os quase dez anos em que as cores dos zangões honraram essa cidade? Isso não conta? E o fato de o nome “JAZZ” ter tudo a ver com New Orleans? Evitou que a franquia se transferisse para Utah nos longínquos anos 70 e por lá permanecesse até hoje? Pois é…

* Veja aqui o texto do blog New Orleans Hornets Brasil sobre o rebrand

Eu poderia ficar aqui citando outros exemplos que tornariam essa ideia de rebrand uma tremenda babaquice, me desculpem o termo. Mas de que adiantaria? Pelo visto, o Tom Benson está realmente determinado a mudar o nome do nosso time, e eu acho que a NBA não fará grande oposição a isso. Pode ser dentro de um ano, dois anos, sei lá… Mas parece que irá mesmo acontecer. Com os zangões sumindo de New Orleans, levanta-se a hipótese de que o Charlotte Bobcats – franquia que  definitivamente não emplacou – possa adotar o nome “HORNETS“. Aí teríamos de novo o Charlotte Hornets, não é uma beleza? Mas espere aí… Isso realmente seria o verdadeiro Hornets? Ou seria o Bobcats fantasiado de Hornets? Onde estaria a nossa história? Em Charlotte, com o “novo” Hornets, ou lá em New Orleans? Já pensaram nisso? Você, que é fã de longa data dos zangões, torceria por um Bobcats disfarçado de Hornets?

* Clique aqui e confira um texto interessante do blog Hornets247 (em inglês)

Uma dúvida cruel: Bobcats ou Hornets?

Desde que o Tom Benson comprou a franquia (em uma sugestiva Sexta-Feira 13) e disse que iria mudar o nome do time (que tal New Orleans Jasons ou New Orleans Blackcats?), esse assunto de rebrand ganhou uma repercussão enorme no mundo inteiro. A grande maioria dos torcedores internacionais do Hornets (e eu me incluo aí) não gostou nem um pouquinho da ideia e certamente vai se posicionar (ou já se posicionou) das mais diversas formas, caso o rebrand realmente se concretize. Teremos aqueles fãs mais radicais, que passarão a torcer por uma outra equipe da NBA ou que simplesmente deixarão de acompanhar a liga. Haverá também os que “voltarão” a torcer para o Charlotte Hornets, se o Bobcats resolver “se disfarçar”. E, por fim, vai ter gente que seguirá torcendo pela equipe de New Orleans, não importa que nome ou cores a franquia adote. E vocês? Em qual grupo vocês se encaixam?

* Vote nas enquetes do blog New Orleans Hornets Brasil!

Bem, eu confesso que andei pensando em todas essas situações. No início, eu fiquei indignado e estava no grupo dos radicais: “se acabarem com o Hornets, a NBA morreu para mim!”. Depois, procurei um paliativo e passei para a turma dos “BobHornets”, mas sem muita convicção. O fato é que eu ainda não havia tomado uma decisão concreta e não sabia o que fazer em relação ao provável fim do meu amado time. É simplesmente difícil imaginar que o Hornets pode sumir do mapa ou aparecer em uma outra equipe que, no fundo, não é o verdadeiro Hornets. Por que as coisas têm de ser assim? Ah, Tom Benson… Então, após muito refletir, eu acabei tomando a minha decisão (provisória): CURTIR OS ZANGÕES ENQUANTO ELES EXISTIREM E EVITAR FALAR SOBRE REBRAND, ATÉ QUE O ASSASSINATO ESTEJA CONSUMADO. Eu deixei de pensar no fim e passei a pensar no legado. E olhando por esse ângulo, eu percebi que a história do Hornets não morrerá. Eu olho para Larry Johnson, Alonzo Mourning, Muggsy Bogues, Dell Curry, Glen Rice, Vlade Divac, Eddie Jones, Paul Silas, Baron Davis, Jamal Mashburn, PJ Brown, David West, Byron Scott, Chris Paul… Isso é o que fica. Então, vamos apenas seguir em frente. É o melhor a se fazer no momento, acreditem.

OBSHoje não teremos a sessão Ferroadas e nem falaremos sobre os últimos jogos do Hornets, fato que acontecerá no nosso próximo post.

O NOVO DONO, ENFIM, CHEGOU!

Tom Benson e David Stern: a NBA passa a bola (e o Hornets) para o dono do Saints

* Por Lucas Ottoni

Na última sexta-feira (13/04), a NBA fez o anúncio que todos os fãs do New Orleans Hornets aguardavam há tempos. A nossa franquia, enfim, tem um novo proprietário: o bilionário Tom Benson, de 84 anos. Essa notícia é para ser bastante comemorada por quem torce pelos zangões, pois agora muita coisa vai mudar (para melhor) no basquete profissional de New Orleans. Quem acompanha o Brazilian Hornet desde as primeiras linhas do blog sabe o quanto eu destacava a importância de o nosso time ter um dono e de quão prejudicial era estar sendo controlado pela NBA. O Hornets era uma franquia sem autonomia nenhuma e mal vista pela imprensa, torcedores e profissionais da liga, incluindo aí os jogadores. No entanto, a aquisição da equipe pelo Tom Benson é um indicativo de que dias melhores estão a caminho para quem veste e quem torce pela nossa camiseta. Nos parágrafos abaixo, nós vamos conhecer um pouco mais o Tom Benson e os objetivos dele como proprietário dos zangões…

Nascido em New Orleans, no ano de 1927, Tom Benson construiu um império no ramo automobilístico, pode-se assim dizer. Atualmente, ele é proprietário de várias concessionárias de automóveis em New Orleans e San Antonio, no Texas. Ficou rico investindo os lucros de suas concessionárias em bancos locais, e depois partiu para a compra de pequenos bancos expandindo assim os seus negócios. Formou a Benson Financial, que ele vendeu para a Wells Fargo (multinacional americana que presta serviços financeiros em todo o mundo), no ano de 1996. Hoje em dia, Benson tem uma fortuna avaliada em U$ 1,1 bilhão e está entre as 400 personalidades mais ricas dos EUA.

Tom Benson: campeão com o Saints

Apaixonado por esportes desde muito jovem, Benson comprou o New Orleans Saints (franquia da NFL – futebol americano profissional) em 1985 e passou por períodos de altos e baixos com o time e os torcedores. Contudo, a consagração veio no dia 7 de fevereiro de 2010, quando o Saints derrotou o Indianapolis Colts e conquistou o inédito Super Bowl XLIV (título mais importante dos esportes americanos). O triunfo fez com que o bilionário se tornasse uma figura muito querida e popular para os fãs de esportes e entretenimento em New Orleans. Após o sucesso com o Saints, o próximo passo de Benson foi a aquisição da equipe de basquete profissional da cidade, o Hornets, fato que aconteceu na última sexta-feira. Por U$ 338 milhões, ele tirou os zangões das mãos da NBA e agora é o proprietário das duas grandes equipes de sua cidade natal (Saints e Hornets). Bom, e o que isso acarreta para o futuro do nosso time? Essa é uma boa pergunta, que eu tentarei responder (em parte) no parágrafo seguinte…

* Clique aqui e leia um excelente texto do site Jumper Brasil sobre o futuro do New Orleans Hornets

Como vocês devem lembrar, o antigo proprietário (e fundador do Hornets) George Shinn se declarou impossibilitado de seguir conduzindo a franquia e acabou vendendo o time para a NBA, em dezembro de 2010. Com isso, a própria liga passou a controlar o Hornets. De lá para cá, uma tempestade de indefinições fez parte do cotidiano dos zangões. Houve de tudo: risco de a equipe se mover de cidade, saída de jogadores importantes receosos quanto ao futuro da franquia, várias especulações envolvendo possíveis donos para o time (Gary Chouest, Raj Bhathal, Jamal Mashburn), etc. Durante todo esse período, o Hornets foi alvo de matérias pessimistas e muito desdém. Portanto, o primeiro efeito que eu posso notar com o surgimento de um novo dono é a modificação da imagem da franquia. Com o Tom Benson no comando, todos passam a ver os zangões com outros olhos, um pouco mais otimistas e um pouco menos brutais. Isso já é muito bom, principalmente se levarmos em conta que o Hornets está em pleno processo de reconstrução, com jovens jogadores evoluindo e duas prováveis escolhas Top 10 no próximo draft. Vale lembrar também que temos um cara talentoso como o Eric Gordon inserido nesse projeto, além do trabalho competente da dupla Dell Demps (GM) e Monty Williams (treinador). O que faltava, então, era o suporte de um dono, e o Tom Benson assumiu o leme justamente em um momento tão importante para o futuro dos zangões.

Com Tom Benson à frente, New Orleans sediará o All-Star Game de 2014

* Veja também o post do jornalista Fábio Sormani sobre a venda do Hornets  

Nos últimos três dias, eu li uma enormidade de matérias a respeito da chegada do Tom Benson e o que isso traria de bom para o Hornets. Eu procurei me informar bastante antes de escrever sobre o assunto aqui no Brazilian Hornet. Ao ser anunciado como novo proprietário do time, o Benson disse algumas coisas muito interessantes. Eu separei o principal. Vejam só…

Ambições para o time: “Meu objetivo será trazer um campeonato aqui (para o Hornets). Eu quero ganhar campeonatos e colocar multidões de 19 mil pessoas na nossa arena. Temos uma grande oportunidade. New Orleans mostrou que uma cidade de pequeno mercado torna-se grande quando se trata de esportes. Agora temos que seguir provando isso. Basta assistir. O sucesso da nossa equipe de futebol (americano) vai ajudar o nosso time de basquete a construir patrocínios corporativos. O céu é o limite“.

Investimento em estrutura: “Com a ajuda do Estado (da Louisiana), nós esperamos construir uma nova instalação para os treinamentos. Eu não gosto da idéia de treinar em um ginásio de escola (o polivalente Alario Center, em Westwego). Os jogadores não gostam disso. Nós vamos ter algo que todo mundo pode se orgulhar, assim como com os Saints. Vai ser muito emocionante… tempos excitantes. Eu adoro isso. Minha família poderia pensar que eu gasto muito dinheiro e todas essas coisas, mas eu não“.

Mudança do nome da franquia: “Precisamos encontrar um nome como Jazz. Queremos conseguir isso ou vamos usar isso, você tem que saber que estamos trabalhando nisso. Nós gostaríamos de mudar o nome amanhã. Nós não tivemos aprovação (para modificar o nome), mas não estamos deixando isso de lado, de forma alguma. Pois nós temos um bom relacionamento com o comissário (David Stern) e as pessoas em torno dele, e nós vamos estar com eles diariamente para fazer alguma coisa (a respeito do nome)“.

Benson promete investir no time

Além do que foi dito acima, o Benson enviou um recado otimista aos fãs de New Orleans e outro aos executivos da franquia, Hugh Weber e Jac Sperling. O novo dono também teria garantido as permanências de Dell Demps e Monty Williams em seus cargos (o que é ótimo!) e prometido investir em um time vencedor. Portanto, diante de tudo o que eu li e escrevi aqui a respeito desses novos rumos que o Hornets deverá tomar sob o comando do octogenário Tom Benson, a primeira palavra que me vem à mente é OTIMISMO. À exceção da tentativa de mudança no nome (ainda vamos falar sobre isso), eu gostei demais do fato de termos um proprietário disposto a transformar os zangões em algo grandioso. É claro que não dá para ter 100% de certeza sobre o que pode acontecer daqui para frente, mas, para quem tinha o futuro completamente indefinido, o panorama atual é bastante animador, concordam? O dono que todos nós tanto queríamos foi apresentado oficialmente ontem (16/04) e já pode se considerar, desde então, parte da família Hornets. Seja bem-vindo, Tom Benson!

OBS 1: A chegada do Benson já rendeu os primeiros frutos práticos para New Orleans. Na apresentação dele como novo dono do Hornets – na última segunda-feira -, a NBA anunciou que a cidade sediará o All-Star Game de 2014. Além disso, reformas para a modernização da New Orleans Arena também estão previstas.

OBS 2: Sobre a polêmica mudança de nome que o Benson quer na equipe, eu deixarei para falar nos nossos próximos posts, pois isso é um assunto que rende e merece uma atenção exclusiva, não é mesmo?

OBS 3: Este post foi escrito com uma ajuda fundamental do sites Wikipedia e NOLA.com (do jornal The Times-Picayune).

Marco Belinelli encara o Bobcats

* SÉRIE DE VITÓRIAS: Nos últimos dias, o Tom Benson ganhou praticamente todos os noticiários envolvendo o Hornets, mas o nosso time não deixou de jogar por causa disso. E não é que a fase é excelente? Já são quatro vitórias consecutivas nessa reta final de temporada, o que significa um recorde de triunfos seguidos (quem diria!) para nós, no atual campeonato. Além daquele duelo em homenagem ao meu 31º aniversário (não entendeu a brincadeirinha? Clique aqui), os zangões derrotaram o Utah Jazz (96 a 85), o Memphis Grizzlies (88 a 75) e o Charlotte Bobcats (75 a 67), em um jogo que rolou ontem à noite.

* APESAR DISSO…: O Hornets segue na lanterna da Conferência Oeste, mas esse fato pouco importa. O principal é que o técnico Monty Williams está usando essas partidas derradeiras para observar o elenco e dar chances aos mais jovens. E, pelo visto, a estratégia vem surtindo o efeito desejado. Agora, teremos apenas mais 5 jogos antes do fim da temporada 2011-12. E que o Monty continue realizando as suas observações…

* CHRIS KAMAN: A temporada 2011-12 chegou ao fim para o pivô alemão. Com uma lesão na tíbia esquerda, ele não deve mais entrar em quadra nos 5 jogos restantes do Hornets no campeonato. Com o contrato perto de expirar, Kaman mostrou o seu valor nas partidas em que vestiu a nossa camiseta. Suas médias foram de 13.1 pontos, 7.7 rebotes e 1.6 bloqueios (melhor marca do time) por jogo. Honestamente, eu espero que os zangões o mantenham para 2012-13. É um excelente jogador, técnico, experiente e profissional, que poderá ajudar muito o nosso jovem elenco.

COLEÇÃO: CARDS IMPORTADOS

Grandes jogadores do Charlotte Hornets na década de 1990 aparecem nos cards

* Por Lucas Ottoni

Após um longo período, estamos de volta com a apresentação do acervo do Brazilian Hornet. Eu sei que é em meio a um back-to-back do nosso time, mas falaremos sobre os dois jogos no post de amanhã, eu prometo. Aliás, hoje o New Orleans Hornets vai enfrentar o Phoenix Suns, lá no Arizona, às 22h (de Brasília), e o BH deve passar informações durante a partida, via Twitter (contrariando o post anterior). Não percam!

* New Orleans Hornets Brasil: a prévia do jogo

Voltemos então ao assunto principal deste post aqui, mais um item (na verdade, itens) da nossa coleção. Apresento aos amigos alguns cards importados da década de 1990, com jogadores do Charlotte Hornets. Quem acompanhou o nosso time naquele período sabe muito bem que nomes como Larry Johnson, Alonzo Mourning e Vlade Divac se destacaram com a camiseta dos zangões. Além dos cards deles, temos também o do Scott Burrell, ala que foi draftado pelo Hornets em 1993, mas que não teve tanto sucesso quanto os três citados anteriormente. Portanto, são quatro cards, todos importados dos EUA. Os de Johnson, Mourning e Burrell pertencem à temporada 1995-96 da NBA, e o do sérvio Divac é do campeonato de 1997-98. Confiram os slides abaixo:

Este slideshow necessita de JavaScript.

Observando as imagens, vocês puderam perceber um “estranho no ninho” entre os cards, eu sei. É uma figurinha do ala-armador Dell Curry, um dos jogadores simbólicos da franquia Hornets. Curry atuou por dez anos com uma camiseta dos zangões e atingiu recordes (número de jogos, pontuação e cestas de três pontos) em Charlotte. Nada mal, não é mesmo? Essa figurinha é de fabricação nacional e pertence à temporada 1996-97. É a única que tenho até o momento, então resolvi colocá-la neste post. Enfim, espero que tenham curtido!

Então, esses cards (e a figurinha) ilustraram o nosso sexto post sobre o acervo do BH. Veja também o primeiro, o segundoterceiroo quarto e o quinto itens da nossa coleção. Em breve, eu seguirei postando outros objetos.

OBS: Você tem algum objeto ou relíquia dos zangões? Mande imagens para o Brazilian Hornet, através do nosso e-mail: br_hornet@hotmail.com. Assim que possível, eu postarei aqui no blog.

Hoje nós não teremos a tradicional sessão Ferroadas, pois não há nada muito importante a se relatar neste domingão. Contudo, amanhã teremos alguns pequenos destaques. Tenham um ótimo fim de semana!