OS CALOUROS E O PÚBLICO

* Por Lucas Ottoni

No último sábado (20/10), a New Orleans Arena recebeu os torcedores do Hornets para um treinamento aberto ao público (open practice). Os fãs tiraram fotos com os atletas, observaram de perto os caras batendo uma bolinha e “entrevistaram” os três calouros da nossa equipe (Anthony Davis, Austin Rivers e Darius Miller). E foram justamente as perguntas dos espectadores que arrancaram os maiores sorrisos, tanto da plateia quanto dos jogadores (confiram no vídeo acima).

* Clique aqui e veja várias fotos do open practice do Hornets

Para quem não entende muito bem o inglês, eu farei um resuminho rápido desse contato entre fãs e atletas dos zangões: O ala-pivô Anthony Davis foi o mais aplaudido e parecia o mais animado dentre os três “entrevistados”. O cara tem um carisma natural e ficou bem à vontade, tanto que logo provocou o ala-armador Austin Rivers. Sem dó do novo companheiro, Davis falou sobre a Universidade de Duke. Foi a deixa para que o locutor perguntasse: “Quem aqui já ganhou um título nacional (universitário)?“. Davis e Miller levantaram as mãos, e Rivers nada pôde fazer. O público caiu na gargalhada. Logo depois, foi a vez de Davis brincar com Darius Miller ao dizer que o amigo só aprendeu a jogar basquete quando foi para a Universidade de Kentucky. Mas dessa vez, Miller não deixou barato: “Pelo menos, eu saí de lá formado (graduado)“, respondeu o ala. Mais gargalhadas, e um Davis desconcertado. Os três também responderam sobre os atletas que eles mais gostam, e Davis logo mandou um “Michael Jordan“. Depois, emendou os nomes de Kevin Garnett e LeBron James. Rivers falou em Allen Iverson e Dwyane Wade, que também foi citado por Miller. Eles disseram os nomes de seus restaurantes preferidos em New Orleans e, no fim, mostraram comprometimento em levar o Hornets a uma trajetória de sucesso. Aplausos da plateia. E também de Davis, o mais animado da turma.

OBS 1: Os amigos Anthony Davis e Darius Miller foram campeões nacionais universitários com Kentucky, em 2012. Já Austin Rivers atuou por Duke e não conseguiu o título.

OBS 2: Darius Miller cumpriu 4 anos na Universidade de Kentucky e se formou (tentei achar o curso, mas não encontrei) em 2012. Já Anthony Davis foi para a NBA após somente 1 ano de faculdade.

* HORNETS @ MAVERICKS: Nesta segunda-feira (22/10), o Hornets voltará à quadra para a sua sexta partida na pré-temporada – mais uma fora de casa. Os zangões vão encarar o time de Dallas, no American Airlines Center, a partir das 22h30m (horário de verão – Brasília). GO HORNETS!!!

* ERIC GORDON: De acordo com o técnico Monty Williams, o ala-armador não deverá participar de nenhum jogo do Hornets na pré-temporada. Monty disse que o atleta mais bem pago do elenco (U$ 58 milhões por 4 anos!) ainda não está nas condições físicas ideais. Haja paciência…

ESTÁ CHEGANDO A HORA…

A família Benson e os principais jogadores do novo elenco do New Orleans Hornets

* Por Lucas Ottoni

De olho em 2012-13, o grupo do New Orleans Hornets já se apresentou para os trabalhos de pré-temporada. De forma descontraída, os atletas falaram com a imprensa, posaram para fotografias e mostraram um otimismo muito grande em relação ao início do campeonato (o time estreará no dia 31 de outubro, contra o San Antonio Spurs, na New Orleans Arena). Confiram algumas fotos da nova equipe dos zangões!

Anthony Davis e Ryan Anderson: nada de interpretações maldosas, por favor…

O pivô Robin Lopez, com suas enormes mãos e o cabelo esquisito de sempre

A dupla de Kentucky a serviço do Hornets: Anthony Davis e Darius Miller

O estiloso Lance Thomas, destaque do Hornets na Summer League de Las Vegas

Não reconhecem o rapaz? Ele é o (sempre sério) Al-Farouq Aminu, ala do Hornets

OBS: As fotografias acima foram tiradas durante o “Media Day” realizado no dia 01 de outubro, no Alario Center. É o dia em que os elencos da NBA se apresentam uniformizados para os jornalistas, falam com a imprensa e posam para as câmeras antes do início dos amistosos de pré-temporada.

* Clique aqui e assista a um vídeo sobre o “Media Day” do Hornets

* HORNETS VS MAGIC: Neste domingo (07/10), o jovem Anthony Davis finalmente jogará com o nosso belo uniforme! Os zangões irão realizar o seu primeiro duelo na pré-temporada, contra o rival de Orlando, lá na Cidade do México. A pelota está programada para subir às 15h30m (de Brasília). Simplesmente imperdível!

* DE APOIO: O Hornets anunciou a chegada de três atletas que, a princípio, participarão dos treinos de pré-temporada da equipe. São eles: Solomon Alabi (pivô), Chris Wright (armador) e Dominique Morrison (ala). Clique aqui para conhecer um pouquinho sobre eles.

* HORNETS247: O pessoal do blog americano especializado nos zangões teve acesso aos jogadores, falou com cada um deles, gravou vídeos e fez até o Anthony Davis cantar (aliás, como cantor, o Davis é um excelente jogador de basquete). É tudo em inglês, mas ainda assim vale a pena dar uma boa conferida. Clique aqui e aqui.

* EM BREVE: Eu sei que estamos devendo, mas antes de a temporada 2012-13 da NBA começar (amém), o cabeçalho do BH estará cheirando a novo! Nós atualizaremos a História da franquia (e faremos alguns consertos e alterações), o Elenco e os Calouros. Aguardem!

PERGUNTAS E RESPOSTAS # 4

Os promissores Austin Rivers e Anthony Davis dominam as atenções no nosso debate

* Por Lucas Ottoni

Olá, amigos. O período de entressafra da NBA chegou ao seu auge de escassez, ou seja, não há muita coisa relevante acontecendo nas franquias, e as notícias são pouquíssimas. Parece que o mundo do basquetebol profissional norte-americano entrou de férias, mas o Brazilian Hornet não para por causa disso. Então, chegou a hora de apresentarmos o nosso quarto debate! Tomando como base o draft ocorrido no fim de junho, a montagem do nosso futuro time e a atuação da franquia da Louisiana na agência livre, eu convidei três parceiros para a nossa rodada de perguntas. São eles: Kaio Kleinhans, grande amigo do blog New Orleans Hornets Brasil e um habitué dos nossos debates, Rodrigo Gomes, forista da comunidade do Hornets no Orkut, parceiro no Facebook e torcedor fanático do Santos Futebol Clube (não podia faltar isso, né Rodrigão?), e Kadu, membro do excelente blog AtDbuzzer, que posta textos super bacanas sobre o universo da NBA. Cinco questões foram levantadas e devidamente debatidas. Eu aproveitei e também entrei na festa. Enjoy!

1 – Os jovens Anthony Davis (1ª escolha) e Austin Rivers (10ª escolha) foram as grandes atrações do Hornets na noite do draft de 2012. Qual o impacto que esses dois atletas poderão causar – de imediato – dentro da equipe dos zangões?

Rodrigo Gomes: Primeiramente, é importante lembrar que esse foi um draft bastante comentado (desde 2003 não se tinha uma quantidade tão grande de bons prospectos), e a sorte sorriu para o Hornets! Foram 2 escolhas no Top 10! Anthony Davis é um nome que muito me agrada, pois ele tem um potencial enorme e tem tudo para ser dominante na liga. Desde LeBron James, não se falava tanto de um jovem como estão falando do Davis. Portanto, ele dispensa maiores comentários e vai causar impacto imediato (para o público, para a mídia e para os adversários). A chegada dele foi uma grande notícia para o Hornets. Quanto ao Austin Rivers, pelo que vi é o jogador mais talentoso do draft. Mesmo tendo fama de marrento e temperamental, se bem trabalhado, dará liga no Hornets. Mas se jogar improvisado como PG, não terá um impacto imediato e levará tempo até que se adapte à nova função. Eu acho que ele seria um excelente reserva para o Eric Gordon.

Kadu: Ambos são grandes promessas que irão se transformar na cara da franquia Hornets, eu não tenho dúvidas quanto a isso. O que se espera é que Davis e Rivers elevem o Hornets a um patamar mais alto já na próxima temporada. Logo, eles vão levar torcida aos jogos, vão “vender” camisetas e ajudar a equipe, tanto dentro quanto fora de quadra. Serão de grande valia.

Kaio Kleinhans: Anthony Davis causará impacto imediato, tanto para o time do Hornets quanto para toda a NBA. O garoto é um dos melhores prospectos da década! Não é por acaso que ele vem sendo comparado a nomes como Kevin Garnett e Tim Duncan. Logo no ano de novato, deverá ser um dos melhores defensores da liga. Com algum tempo na NBA, irá se tornar uma das grandes estrelas. Já o Austin Rivers é um garoto que precisa ser trabalhado com cuidado, e eu acredito que ele é como uma bomba: se bem assessorado, instruído e orientado, poderá se tornar mortal para os adversários. Entretanto, se não tiver o acompanhamento necessário, ele vai se sair como um tiro no pé. Acredito que não teria melhor lugar para o Rivers estar, do que com Monty Williams e Dell Demps. Ao lado dessa dupla, eu acredito que ele possa desenvolver o seu basquete e ainda se tornar um dos melhores jogadores da liga, em um futuro não muito distante.

Lucas Ottoni: Campeão universitário, jogador universitário do ano, defensor universitário do ano, calouro do ano na NCAA e medalha de ouro nas Olimpíadas de Londres, com o timaço dos EUA. Tudo isso em 2012, e tudo isso aos 19 anos. Sim, esse rapaz causará impacto imediato na NBA. Sim, esse rapaz jogará pelo New Orleans Hornets. E sim, esse rapaz chama-se Anthony Davis. Quanto ao promissor Austin Rivers, a minha opinião não chega a ser uma novidade: se atuar como SG, posição que ele conhece e gosta, poderá rapidamente se tornar uma das sensações da liga. Por outro lado, se o Hornets (leia-se Monty Williams) persistir na ideia de transformá-lo em PG, nós poderemos ver um talento sendo desperdiçado e tendo desempenho bastante modesto em seu ano de estreia. Talvez o impacto que o Rivers possa causar dependa mais do treinador do que dele próprio.

2 – Você acha que Anthony Davis tem condições de alcançar um patamar mais elevado que o do armador Chris Paul na história recente do Hornets?

Rodrigo Gomes: O Davis tem um talento enorme, e eu sei que é consciente em relação a isso. CP3 foi um mito em New Orleans, mas esse menino tem tudo para arrebentar e colocar o time do Hornets em um patamar jamais visto. Especialistas e ex-jogadores rasgam elogios ao seu potencial e à sua enorme habilidade em defender a cesta e tomar conta do garrafão. Ele é dominante, algo raro na NBA de hoje.

Kadu: Sim. O Anthony Davis, além de ser um ótimo jogador (os seus prêmios provam o quanto ele é bom), atua em uma posição que favorece muito o trabalho do time. Ele pode ser o cara que levará uma equipe ao título, coisa que o Chris Paul, apesar de ter sido o astro do Hornets, não conseguiu.

Kaio Kleinhans: Nessa, eu fico em cima do muro. CP3 é o maior ídolo do Hornets, é um jogador Superstar, Hall Of Fame, tudo de bom que se possa atribuir a um PG. Paul levou o Hornets até as semifinais da Conferencia Oeste, que foi o máximo que conseguimos. Além disso, fez uma temporada de MVP naquele ano de 2008 e deveria ter ganho o prêmio (dado a Kobe Bryant). Vamos torcer para que o CP3 retorne e, junto com o Davis, ganhe o tão sonhado anel da liga para nós, torcedores. E que, juntos, os dois cheguem ao patamar máximo de idolatria dentro da franquia, JUNTOS. Isso seria o ideal.

Lucas Ottoni: E por que não? Para mim, o Chris Paul foi um grande ídolo e um dos maiores nomes da história do Hornets. Mas isso não impede que um outro jogador o supere. E esse jogador pode ser perfeitamente o Anthony Davis. Se o Davis entender a importância que ele terá para o futuro da franquia e não se deixar levar por más influências fora de quadra, ele tem tudo para se tornar um grande mito para os fãs do Hornets. E se conseguir nos levar até o título, será o maior nome da história dos zangões. Quer motivação maior que essa? Ser campeão pelo Lakers ou pelo Heat é fácil. Mas o cara que conduzir uma equipe como a do Hornets ao troféu, será imortalizado. Claro que ninguém ganha nada sozinho. Ele vai precisar de um elenco forte em torno dele. Algo que o genial Chris Paul, talvez, não teve. Fica a mensagem para os dirigentes do Hornets.

3 – Se você fosse o técnico do Hornets, qual jogador do elenco seria escalado como ala (SF) titular para o início da temporada 2012-13?

Rodrigo Gomes: Pergunta “cavernosa”! Infelizmente, nós não temos um SF de confiança. Isso é nítido. Na falta de um, eu improvisaria o ala-pivô Ryan Anderson, pois ele possui um ótimo arremesso e sabe jogar longe da cesta. Escutando e debatendo com alguns amigos, eu cheguei à conclusão de que o Anderson seria a melhor escolha para iniciar o campeonato na ala.

Kadu: Na verdade, eu improvisaria o Ryan Anderson nessa posição, pois é um bom shooter e pode facilmente jogar aberto na ala. É uma aposta que poderia dar muito certo. Ainda mais que o Hornets não tem grandes nomes para ocupar a titularidade no setor.

Kaio Kleinhans: Pergunta difícil, viu? Nós temos Al-Farouq Aminu, Darius Miller, e até Ryan Anderson e Hakim Warrick poderiam fazer essa função. Para ser honesto, nenhum desses nomes faz os meus olhos brilharem. Acho que o Aminu deve começar na ala, por já estar na equipe desde a temporada passada e por vir com uma boa sequência. Aos poucos, os outros podem ser testados, e aí veremos quem dará certo.

Lucas Ottoni: Diante dos nomes disponíveis, eu improvisaria o ala-pivô Ryan Anderson na posição. Al-Farouq Aminu, que possui duas temporadas de experiência na NBA, ainda não é confiável, sobretudo no ataque. E o Darius Miller é um novato que não me enche os olhos e não está preparado para assumir tamanha responsabilidade. O Anderson é um cara que pode jogar longe da cesta e tem um arremesso de três pontos muito bom. O Hornets não pode abrir mão disso. Perderemos em mobilidade e defesa, mas ganharemos (e muito) em poder de fogo. Se der certo, os adversários terão que se desdobrar para defender o perímetro dos “chutes” certeiros do Ryan.

4 – Greivis Vasquez ou Austin Rivers? Quem você acha que deveria ser o PG titular do Hornets para a temporada 2012-13?

Rodrigo Gomes: Greivis Vasquez, sem dúvida. Não podemos trocar o certo pelo duvidoso. Além disso, atuar como PG “queimaria” o talento do Austin Rivers, que é um SG pontuador, e não um cara que arma o time. Meter os pés pelas mãos poderá custar caro!!!

Kadu: Austin Rivers, por considerá-lo o mais apto a assumir essa posição e por ser um jogador mais bem preparado. O Vasquez seria muito bom saindo do banco e comandando a segunda unidade.

Kaio Kleinhans: Vasquez como PG, ou Rivers como combo guard? Eu acho que essa deveria ter sido a pergunta. Na minha opinião, o Rivers deve começar, já que foi selecionado para isso, e o técnico Monty Williams acredita realmente que dará certo. Rivers ataca a cesta o tempo todo, e com o Eric Gordon fazendo exatamente o mesmo a seu lado, não sofreremos ofensivamente como nas últimas temporadas. Mas o Vasquez deve dividir bem os minutos com Gordon e Rivers, para poder organizar melhor o time.

Lucas Ottoni: Greivis Vasquez. Por quê? A explicação está aqui, aqui e aqui.

5 – Como você avalia a atuação do Hornets na offseason de 2012, até o momento?

Rodrigo Gomes: Eu avalio como normal. No draft, a franquia selecionou dois excelentes prospectos, reforçou o elenco com jogadores razoáveis, e o projeto é para o futuro, estamos em um período que vai servir de aprendizado para esse jovem time. O principal é que temos flexibilidade na folha salarial para buscar algum grande reforço nas próximas temporadas. E também podemos nos sair bem em outros drafts.

Kadu: Eu acho complicado fazer uma avaliação. Ainda estamos em setembro, e só depois que o campeonato começar é que poderemos dizer se tudo foi realmente bem feito, ou não. Mas é claro que a maior expectativa cai sobre os jovens obtidos no draft, Davis e Rivers. Se eles mostrarem o que podem, o Hornets terá uma base bem forte pelos próximos anos.

Kaio Kleinhans: Todos nós, torcedores, sempre ficamos na esperança de um grande reforço, um nome que cause realmente impacto vindo da agência livre. Isso não aconteceu, mas gostei das movimentações do GM Dell Demps. Dentro das limitações que tínhamos, ele conseguiu grandes negócios. Como o próprio Lucas (Ottoni) disse, é um jogo de xadrez, e temos de ser pacientes. Creio que vamos precisar de mais uma ou duas temporadas ainda, para vermos um time que vai brigar por título, ou algo perto disso.

Lucas Ottoni: Eu confesso que esperava um pouco mais. A gente sempre espera mais, né? Eu adorei a contratação do Ryan Anderson, mas não gostei da saída do Chris Kaman e, principalmente, da chegada do Robin Lopez. Não gostei da troca do Jarrett Jack por nada, mas aplaudi a extensão do contrato do excelente técnico Monty Williams. Enfim, apesar da vinda do Anthony Davis, essa não foi a offseason dos meus sonhos, mas eu acho que o Hornets está construindo algo especial. E para uma franquia sem grande mercado e mídia (que não pode contratar Steve Nash e Dwight Howard em uma só tacada), os movimentos acabaram sendo razoavelmente bons. Eu ia dar uma nota 6,0 para a nossa entressafra. Mas acabei de me lembrar que nós finalmente nos livramos do contrato do Emeka Okafor! Então, dou uma nota 7,0 para o Demps passar de ano. Estamos no caminho certo, embora ele me pareça longo e tortuoso.

Pronto, finalizamos o quarto debate no Brazilian Hornet. Eu aproveito para deixar os meus agradecimentos aos bravos Rodrigão, Kadu e Kaio. Vocês abrilhantaram este nosso post! E espero que os leitores tenham gostado. Quem quiser discordar de alguma coisa que foi escrita, ou mesmo expor as suas próprias opiniões, é só escrever aí embaixo, nos comentários. Seria uma bela maneira de prolongarmos um pouquinho os assuntos abordados. Até o próximo debate!

OBS: Agradeço ao amigo Mogli, do blog AtDbuzzer, que me ajudou a viabilizar este post. Obrigado, chefe!

* DARIUS MILLER: Selecionado pelo Hornets, com a 46ª escolha do draft de 2012, o ex-ala da Universidade de Kentucky acabou de assinar contrato com os zangões. Segundo o site NOLA.com (do jornal The Times-Picayune), o acordo terá duração de duas temporadas (só a primeira sendo garantida). Clique aqui e saiba mais a respeito. Boa sorte ao Miller!

* SCOTT MACHADO: O armador filho de brasileiros não foi selecionado no draft (surpreendentemente) e estava por aí, dando sopa para que qualquer franquia da NBA o contratasse. O Houston Rockets apostou no moleque, o convocou para a Summer League e gostou do que viu. Nos últimos dias, o time texano assinou um contrato com Machado e garantiu os serviços do ex-jogador da Universidade de Iona. Eu acho que o Hornets vacilou feio ao não apostar no Scott. E parece que não fui o único a lamentar. Olhem isso.

* SUGESTÃO: O BH recebeu, através de e-mail, um texto muito legal sobre 4 coisas que o futebol brasileiro pode aprender com a NBA. O material pertence originalmente ao blog Entrando no Jogo e é de autoria da jovem jornalista Gabriela Ribeiro. Vale a leitura!

* INDEPENDÊNCIA OU MORTE!: Um ótimo Sete de Setembro a todos!

AS LIÇÕES DA SUMMER LEAGUE

O ala-pivô Lance Thomas foi o destaque do Hornets em Las Vegas

* Por Lucas Ottoni

A Summer League de Las Vegas 2012 acabou no último domingo (22/07), e os fãs do New Orleans Hornets (1-4) definitivamente não têm muitos motivos para celebração. Sob o comando do auxiliar técnico James Borrego (lá vem o sobrenome esquisito!), a jovem equipe dos zangões jogou cinco partidas e venceu apenas uma. Mas isso não é o pior. Como nós havíamos comentado no post anterior, resultado de jogo em Summer League não merece grande importância, pois o principal é a avaliação individual da molecada. E foi justamente aí que o negócio não foi nada legal. A verdade é que o Hornets montou um time bem fraquinho para essa Summer League, e a ausência do astro da companhia, o ala-pivô Anthony Davis, também foi muito sentida. Davis irá disputar os Jogos Olímpicos com a seleção americana, e será o segundo representante do Hornets em Londres (o outro é o ala Al-Farouq Aminu, da Nigéria), mas isso já é uma outra história. Voltando ao torneio de verão em Las Vegas, os nossos resultados foram os seguintes:

Dia e hora (de Brasília)

Jogo

Resultado

15 de julho, às 23h30m

vs Portland Trail Blazers

82 – 85 (derrota)

16 de julho, às 23h30m

vs Milwaukee Bucks

68 – 76 (derrota)

18 de julho, às 21h30m

vs Phoenix Suns

78 – 61 (vitória)

20 de julho, às 23h30m

vs Dallas Mavericks

 65  78 (derrota)

21 de julho, às 19h30m

vs Golden State Warriors

 72  80 (derrota)

Chato, né? Afinal, ninguém gosta de perder. Mas o objetivo aqui não é analisar tais jogos, e sim os desempenhos dos nossos principais jovens nesses jogos – já projetando o que eles vão precisar fazer para ajudarem a equipe quando a temporada realmente começar para valer. Então, a partir de agora, nós vamos falar sobre alguns nomes do Hornets no torneio de verão e discutir as atuações individuais dessa turma, correto? Aliás, no post anterior, eu já tinha colocado quais eram os jogadores mais importantes do jovem elenco, vocês lembram? Aqui está o trecho que mostra isso:

Como os resultados não são o mais importante aqui, nós vamos direcionar a atenção aos nossos principais jogadores que estão participando do torneio. São eles: Austin Rivers e Darius Miller, recém-escolhidos pela franquia da Louisiana no último draft, e Jerome DysonXavier Henry e Lance Thomas, que fizeram parte do elenco dos zangões na última temporada.

Além dos cinco, há mais dois jogadores que merecem menção neste post. São eles: Brian Roberts e Denzel Bowles. Sem mais delongas, vamos começar a analisar cada um dos mancebos nessa Summer League e entender por que o desempenho, no geral, não foi dos melhores:

– Austin Rivers: O jovem ala-armador é uma das grandes apostas do Hornets para os próximos anos. Contudo, os primeiros jogos na Summer League não foram nada fáceis para o rapaz. Como a ideia do técnico Monty Williams é transformá-lo em PG (já falamos sobre isso), o filho do Doc está tendo que se adaptar a uma posição nova, com funções diferentes para ele – armar o jogo e envolver os companheiros, e não apenas pontuar. Dessa forma, ficou nítida a dificuldade do Austin em carregar o piano como armador nas duas partidas em que atuou (contra Blazers e Bucks) – ele, aliás, machucou o tornozelo diante do time de Milwaukee e acabou poupado do restante do torneio. O garoto tem apenas 19 anos, está aprendendo a jogar como PG, e vai levar algum tempo até que possa render – na posição – tudo o que se espera dele. Nessa fase de aprendizado, ele cometeu alguns turnovers, forçou muitos arremessos (errando a grande maioria deles) e se complicou na defesa. Mas como o Austin é talentoso, a tendência é que evolua com o passar do tempo e esteja mais seguro para atuar como PG do Hornets. As suas médias na Summer League (duas partidas) foram bem modestas: 10.0 ppg, 3.5 apg e 2.5 rpg, em 32 minutos. Vamos combinar? Como armador, ele não mandou bem e precisa trabalhar muito duro para vir a ocupar um papel importante no elenco dos zangões.

– Darius Miller: Uma Summer League burocrática, é o que se pode dizer a respeito do jovem ala de 22 anos dos zangões. É um rapaz forte e atlético, que apresentou disposição defensiva, mas foi bastante inconsistente e “se escondeu” do jogo em vários momentos. Faltou intensidade, sobretudo em termos ofensivos. Pessoalmente, eu esperava um pouco mais do Darius Miller, só que ele nem de longe lembrou aquele jogador dedicado e participativo dos tempos de Kentucky. As suas médias na liga de verão foram absolutamente pífias: 4.4 ppg, 2.4 rpg e 0.4 apg, em 18 minutos. Bem discreto, não acham? Pois é, o Miller precisa se envolver mais nos jogos e igualmente trabalhar muito duro, caso queira o mínimo de espaço na equipe do Hornets para 2012-13.

– Jerome Dyson: Não há muito o que falar. Ele sai do banco, joga um pouquinho, comete erros e volta para o banco. O Dyson atuou – até de forma razoável – pelo Hornets no fim da última temporada e acabou ganhando essa oportunidade de mostrar serviço na Summer League de 2012. No entanto, o armador não entusiasmou muito e começa a ver um novo contrato com os zangões ficar cada vez mais distante. Após duas apresentações fraquíssimas (contra Blazers e Bucks), ele até que foi bem na vitória sobre o Suns (anotou 13 pontinhos e pegou 7 rebotes), mas voltou a decepcionar nas partidas derradeiras (diante de Mavericks e Warriors). As suas médias na liga de verão também não foram nada legais: 4.6 ppg, 2.6 rpg e 0.6 apg, em 14 minutos. Diante de tal panorama, fica difícil acreditar que o armador de 25 anos marcará presença em New Orleans na próxima temporada.

– Xavier Henry: Frustração? Talvez. O jovem ala-armador já vai para o seu terceiro ano na NBA, mas continua com o mesmo joguinho de sempre e uma dificuldade absurda para evoluir. Honestamente? Eu esperava que o Henry fosse ser o comandante da equipe do Hornets nessa Summer League, mais até do que o próprio Austin Rivers. Entretanto, o que se vê é o oposto. Algumas boas jogadas aqui, outros erros infantis ali, arremessos sem muito critério, e só. Onde estão os sinais de melhora em seu jogo? Eu vejo muito pouco. O Henry tem apenas 21 anos, mas vai chegar uma hora em que esse papo de “é jovem demais” não vai colar. Repito: ele já vai para a sua terceira temporada na NBA. Se serve de consolo, o rapaz fez um jogo de 21 pontos (contra o Warriors) nessa liga de verão e se saiu melhor do que os recém-selecionados Rivers e Miller (o que não quer dizer grande coisa). As suas médias foram as seguintes: 12.2 ppg, 4.8 rpg e 2.2 apg, em 29 minutos. Um desastre? Até que não. Mas ficou novamente no ar a sensação de que o Henry (leiam mais sobre ele) perdeu outra excelente oportunidade de fazer o seu jogo desabrochar.

– Lance Thomas: Aí está o MVP (Most Valuable Player) do Hornets na Summer League de Las Vegas 2012. Por mais incrível que possa parecer, o ala-pivô de 24 anos foi o grande comandante dos jovens zangões nas cinco partidas da liga de verão. Foi muito interessante acompanhar o desempenho do bravo Thomas dentro de quadra e constatar as melhoras substanciais (!) que ele apresentou em seu jogo, sobretudo no ataque. Ótimos arremessos de média distância (!), eficiência embaixo da cesta (onde ele conseguiu pontuar bem) e uma movimentação que incomodou as defesas adversárias. Além disso, ele também conseguiu pegar muitos rebotes, algo que sempre agrada. O cara obteve médias de 14.0 ppg e 7.2 rpg, e acertou nada menos que 93.3% de seus arremessos na linha de lances livres (28-30). Uma insanidade! Pode-se dizer que o Thomas fez um belo trabalho e deixou encaminhada a sua situação. Eu acho que o Hornets vai mantê-lo no grupo para 2012-13. No entanto, há uma diferença enorme entre Summer League e os grandes jogos da temporada regular. No último ano, o Thomas mostrou limitações e não entusiasmou com o uniforme do Hornets (leiam mais sobre o atleta). Mas ele é um rapaz trabalhador, que aproveitou bem o torneio de verão e fez por merecer uma nova chance na Louisiana.

Os highlights da única vitória do Hornets na Summer League:

* Clique aqui e saiba mais sobre a Summer League de Las Vegas 2012

Agora que analisamos os cinco principais jogadores do nosso jovem elenco, vale destacar dois sujeitos desconhecidos que vieram de fora dos EUA e chamaram a atenção ao longo da Summer League:

– Brian Roberts: Ele é um armador de 26 anos que estava jogando na liga germânica (vídeo), após passagem pelo basquete de Israel. Revelado pela Universidade de Dayton (Ohio, EUA), Roberts esteve com o New Orleans Hornets nessa Summer League de Las Vegas e acabou se tornando o PG mais consistente da nossa equipe (principalmente após a lesão de Austin Rivers). O carinha apresentou uma boa mecânica de arremesso, facilidade para pontuar e também alguns passes bem legaizinhos. O problema é o físico franzino, algo que sempre compromete em uma liga forte como a NBA. Conseguiu médias de 13.8 ppg e 2.2 apg, manteve uma regularidade ao longo dos cinco jogos e deixou uma boa impressão. Tem tudo para ganhar a vaga de Jerome Dyson e compor o banco de reservas dos zangões em 2012-13. Quem sabe?

– Denzel Bowles: Apesar dos 23 anos, esse ala-pivô gordinho já possui alguma rodagem na carreira. Produto da James Madison University (Virginia, EUA), o cara chegou a jogar no basquete lituano e também nas Filipinas, e é mais um a sonhar com um contrato na NBA (vídeo). Convidado pelo Hornets a integrar o time na Summer League de Las Vegas, Bowles impressionou logo em sua primeira partida: foram 18 pontos e 12 rebotes diante do Portland Trail Blazers. Após a estreia impactante, ele caiu um pouco de rendimento, mas mostrou que sabe apanhar rebotes e distribuir alguns bloqueios. Terminou a competição com médias de 7.2 ppg e 6.6 rpg. É um nome a ser observado (pelo menos, para participar dos treinos de pré-temporada).

Após todas as análises feitas acima, algumas lições tiradas em Las Vegas ficaram bem nítidas, e eu vou descrevê-las aqui:

1) Os nossos recém-escolhidos (Austin Rivers e Darius Miller) são inexperientes e precisam trabalhar muito duro. Austin terá um longo caminho até se tornar um PG confiável, e Darius precisa ser mais participativo em quadra, caso queira um espaço no elenco do Hornets.

2) O processo de evolução do jovem Xavier Henry continua bem devagar, devagarinho. Eu, se fosse ele, trabalharia demais nas férias. Treinaria de forma exaustiva, a fim de mostrar algum upgrade na pré-temporada.

3) Treinar forte e ser um cara aplicado e trabalhador vale muito a pena. O Lance Thomas deixou claro que pretende permanecer na NBA, e demonstrou isso no melhor lugar possível: em quadra.

4) Alguns jogadores pouco conhecidos podem ser bem úteis, caso recebam uma chance. Brian Roberts mostrou muito mais serviço do que Jerome Dyson, e o gordinho Denzel Bowles também fez um bom trabalho.

5) O Anthony Davis faz uma falta danada!

Enfim, a Summer League de 2012 pode ter sido um pouquinho cruel com o Hornets, mas é nas dificuldades e derrotas que se cresce e aprende, não é verdade? Independentemente dos resultados dos jogos, a experiência em Las Vegas nos deixou uma certeza: a caminhada é longa e penosa. Motivos para desânimo? Que nada! Se fosse fácil, que graça teria?

* CONTRATOS ASSINADOS: Os fãs do Hornets já podem comemorar. Anthony Davis e Austin Rivers são, oficialmente, jogadores profissionais da franquia de New Orleans. Que essa dupla faça muito sucesso!

* MARCO BELINELLI: O ala-armador italiano, que jogou as duas últimas temporadas da NBA com o uniforme do Hornets, é o novo reforço do Chicago Bulls. Ele era agente livre irrestrito, e os zangões acabaram optando por não mantê-lo no elenco. Enquanto esteve conosco, o Belinelli foi irregular, mas esforçado. Ao menos, honrou a franquia da Louisiana. Boa sorte para ele na Cidade dos Ventos.

* ROBIN LOPEZ?: Olha, eu sei que o Hornets necessita de um pivô. Mas tudo tem um limite, né? Esse cara é fraquíssimo, e eu espero honestamente que ele não desembarque em New Orleans. De qualquer forma, os zangões parecem interessados nele. Fazer o quê?

OS ZANGÕES E A SUMMER LEAGUE

Jovens do Hornets procuram mostrar serviço em Las Vegas

* Por Lucas Ottoni

Olá, amigos. Hojé é dia de falarmos rapidamente sobre a garotada do New Orleans Hornets na Sumer League de Las Vegas 2012. Para quem não sabe, a Summer League (como o próprio nome indica) é uma espécie de liga de verão (nos EUA) que a NBA promove a cada ano – geralmente, no mês de julho. E qual o objetivo desse torneio? Melhor definição que a do excelente blog Bola Presa, impossível…

As famosas Summer Leagues são campeonatos organizados durantes as férias da NBA, a offseason, e servem para dar ritmo de jogo aos recém-draftados, colocar para jogar atletas jovens que tiveram pouco tempo de quadra na temporada anterior e também para dar chance a jovens que sonham em jogar na NBA.

Sim, é basicamente isso. O legal das Summer Leagues é ver em ação os jovens que acabaram de ser escolhidos no draft. Mas não é só isso… De vez em quando, algum jogador que não foi selecionado e que ninguém conhece acaba roubando a cena, impressionando olheiros e treinadores e ganhando um contrato na NBA. O exemplo mais famoso é o do armador Jeremy Lin, hoje no Houston Rockets. Pode-se dizer que o Lin foi “revelado” pela Summer League. As boas atuações que ele teve na liga de verão (em 2010) lhe abriram portas, e agora o garoto de origem asiática acaba de se tornar um milionário do basquete. Portanto, a Summer League é importante e pode ser o primeiro passo de muitos atletas rumo à fama e ao estrelato.

Austin Rivers é uma atração do Hornets

Atualmente, existem duas Summer Leagues: a de Orlando e a de Las Vegas. Como o New Orleans Hornets está disputando a de Las Vegas, é nela que nós iremos nos concentrar (mas se você quiser saber sobre a Summer League de Orlando, é só clicar aqui). Então, a liga de verão de Las Vegas começou há uma semana (13/07) e irá terminar neste domingo (22/07). Ela está sendo disputada por 24 times da NBA atuando com os seus uniformes de treinamento (afinal, são jovens e aprendizes em quadra), e os duelos acontecem em dois ginásios: o COX Pavilion e o Thomas & Mack Center. É importante destacar que o que se olha mesmo nessas partidas são as atuações individuais dos jogadores, e não o time que foi melhor. Claro, todo mundo quer vencer, mas os resultados desses jogos são o que menos importa. As franquias estão de olho é no rendimento de seus jovens e na possibilidade (mesmo que pequena) de encontrarem um “novo Jeremy Lin”.  Bem, feita essa rápida explicação sobre o torneio, vamos agora falar sobre os zangões…

* Clique aqui e siga o Austin Rivers no Twitter!

A garotada do New Orleans Hornets já disputou 3 partidas nessa Summer League de Las Vegas, com 1 vitória (sobre o Phoenix Suns) e 2 derrotas (para Portland Trail Blazers e Milwaukee Bucks). Como os resultados não são o mais importante aqui, nós vamos direcionar a atenção aos nossos principais jogadores que estão participando do torneio. São eles: Austin Rivers e Darius Miller, recém-escolhidos pela franquia da Louisiana no último draft, e Jerome Dyson, Xavier Henry e Lance Thomas, que fizeram parte do elenco dos zangões na última temporada. Na imagem abaixo, observamos a lista dos atletas inscritos pelo Hornets:

Como vocês puderam reparar, o nome do ala-pivô Anthony Davis consta na lista para a Summer League, mas ele está com a seleção dos EUA e, por isso, desfalca o jovem elenco dos zangões. Outro nome mais conhecido que está na relação e não participa da liga de verão é o do pivô Darryl Watkins, que acabou transferido para o Philadelphia 76ers – e já foi dispensado. Então, as principais atrações do Hornets no torneio são mesmo os novatos (Rivers e Miller), além de Dyson, Henry e Thomas. E o cara que está no banco de reservas comandando essa pirralhada é o James Borrego (eita, sobrenome esquisito!), um dos auxiliares do técnico Monty Williams. Assim que a competição acabar (neste domingo, 22/07), nós iremos publicar um post comentando os destaques (positivos e negativos) da equipe e as atuações dos principais atletas desse grupo. Confiram agora o calendário do Hornets na Summer League de Las Vegas (com as três partidas já cumpridas – todas no Thomas & Mack Center):

Dia e hora (de Brasília)

Jogo

Resultado

15 de julho, às 23h30m

vs Portland Trail Blazers

82 – 85 (derrota)

16 de julho, às 23h30m

vs Milwaukee Bucks

68 – 76 (derrota)

18 de julho, às 21h30m

vs Phoenix Suns

78 – 61 (vitória)

20 de julho, às 23h30m

vs Dallas Mavericks

21 de julho, às 19h30m

vs Golden State Warriors

Deu para perceber que hoje tem jogo, não é mesmo? Pois é, a partir das 23h30m (horário de Brasília), os zangões entram em quadra e enfrentam o Dallas Mavericks, no nosso quarto duelo nessa liga de verão. Vale a pena ficar de olho na garotada e torcer para que eles nos brindem com um futuro promissor. GO HORNETS!!!

* ANTHONY DAVIS: E não é que o jovem ala-pivô do Hornets andou aprontando novamente das suas? No amistoso de ontem, entre EUA e Grã-Bretanha, lá em Manchester (ING), ele anotou 11 pontos, apanhou 3 rebotes e distribuiu nada menos que 4 bloqueios, em 13 minutos! Além disso, deu um show de enterradas (veja aqui)! É simplesmente impossível não se empolgar com o rapaz. E como é bom saber que ele é um zangão!

* ARRIBA, HORNETS!: A NBA confirmou que os zangões farão um jogo de pré-temporada na Cidade do México. O adversário será o Orlando Magic (nova equipe do nosso ex-ala-pivô mexicano Gustavo Ayon), e a partida está marcada para o próximo dia 07 de outubro. Quer mais informações (em português) a respeito do assunto? É só ler aqui.

* CARL LANDRY: Sem espaço para permanecer no Hornets, o ala-pivô – que é um agente livre irrestrito – estaria negociando com o Golden State Warriors e o Charlotte Bobcats. A definição quanto ao futuro do atleta deverá sair nas próximas horas. É mais um que vai se despedindo de New Orleans.