PERGUNTAS E RESPOSTAS # 3

Hornets em 2011-12: Tom Benson (centro) e assentos vazios na New Orleans Arena

* Por Lucas Ottoni

Olá, amigos. Após longo e tenebroso inverno, eu finalmente consegui dedicar um pouco do meu (apertado) tempo ao Brazilian Hornet. Como havia explicado no post anterior, eu estou na fase final da minha mudança de endereço, e a vida de quem vos escreve está literalmente de pernas para o ar. Contudo, o mundo não para por causa disso, e à medida do possível a gente vai tocando o nosso querido BH. Como vocês bem sabem, o  New Orleans Hornets encerrou a sua participação na temporada 2011-12 da NBA na última semana de abril. Os zangões registraram uma campanha 21-45, mas – apesar disso – deixaram uma boa impressão em relação ao futuro. Tomando como base tudo o que aconteceu com o time ao longo da competição, eu resolvi promover o nosso terceiro debate. Para esta nova rodada de perguntas, eu convidei três parceiros. São eles: Kaio Kleinhans, grande amigo do blog New Orleans Hornets Brasil, Rafael Politi, ilustríssimo forista da comunidade do Hornets no Orkut, e Gustavo Lima, membro do sensacional site Jumper Brasil, que fala sobre basquetebol em geral (sobretudo NBA), sempre com matérias e opiniões super bacanas. Cinco questões foram levantadas e devidamente debatidas. Eu aproveitei e também entrei neste debate. Confiram!

1 – O que representa para o New Orleans Hornets a chegada de um novo dono (o bilionário Tom Benson)?

Gustavo Lima: A chegada de um novo dono dá mais tranqüilidade aos funcionários e torcedores da equipe. O clima de incerteza pairava no ar enquanto o Hornets estava sob a tutela da NBA. O novo proprietário, Tom Benson, já disse que a franquia vai permanecer em New Orleans e que o técnico Monty Williams e o gerente-geral Dell Demps darão continuidade aos seus trabalhos. E, claro, ele quer transformar a equipe em potencial candidata ao título em breve. Portanto, os fãs do Hornets devem ficar animados com o futuro da franquia, que é muito promissor.

Kaio Kleinhans: Pode representar muita coisa. Tanto o fim de uma era das abelhas (com a mudança de nome da franquia), quanto o início de um futuro promissor e até vitorioso. Tudo vai depender das próximas decisões do novo dono. O fato é que a presença de um proprietário poderá representar um time mais forte e competitivo. Por enquanto, é nisso que devemos pensar e nos preocupar.

Rafael Politi: Vida nova. A franquia ainda estava impregnada de Sh!t (opa, Shinn, é fácil se confundir, não é?!), e nem a chegada de Demps, Monty e comissão técnica nova – com Randy Ayers e cia. – parecia ter limpado a abelha dessa sujeira. Com capital para oferecer contratos interessantes e a mentalidade e experiência de quem elevou o New Orleans Saints a campeão do Superbowl, será interessante ver como ele atrairá fãs de futebol americano para a New Orleans Arena. Tudo o que Benson precisa fazer é não morrer, afinal o nosso novo (?!) dono já tem 84 anos, e não sabemos o que poderá acontecer quando ele não mais estiver no comando do Hornets.

Lucas Ottoni: Estabilidade e otimismo. Eu sempre afirmei que, enquanto o Hornets não possuísse um dono disposto a investir, o time continuaria sem condições de lutar por algo grandioso. E, pior ainda, a franquia seguiria mal vista e sem oferecer nenhum atrativo para os grandes jogadores da liga. Afinal, quem gostaria de atuar em uma equipe sem dono, controlada e – sobretudo – limitada pela NBA? A chegada do Benson traz essa estabilidade para o Hornets, algo que é muito necessário para se obter sucesso. Além disso, ele prometeu investir para formar um time campeão, e as notícias que têm aparecido são as melhores possíveis. A franquia estará garantida em New Orleans – no mínimo – até 2024, a cidade receberá o NBA All-Star Weekend de 2014, a New Orleans Arena será remodelada, Dell Demps e Monty Williams seguirão trabalhando, etc. O futuro é nosso!

2 – O Tom Benson já avisou que está tentando mudar o nome da franquia Hornets. O que você acha dessa ideia? É a favor ou contra?

Gustavo Lima: Eu sou a favor, pois o nome “HORNETS” não tem nada a ver com a cidade de New Orleans ou com o Estado da Louisiana, sede da franquia. É preciso criar uma identidade com os torcedores locais. Muita gente ainda se lembra do Charlotte Hornets, não é verdade? O desejo do Benson é ver a franquia com um nome que esteja relacionado ao ambiente e à cultura de New Orleans, o que é perfeitamente legítimo e compreensível. O difícil vai ser escolher um nome que agrade à maioria dos fãs da equipe. O nome Jazz seria o ideal, mas aí o time de Utah teria que mudar de nome, o que eu acho muito difícil de acontecer.

Kaio Kleinhans: Eu não tenho uma posição definida sobre o assunto. Ainda vou esperar a situação ser oficializada. Ao mesmo tempo, sou a favor e contra. Concordo com os motivos do torcedor de New Orleans (local), que acredita que o time não possui identidade com a cidade, e nós sabemos que isso é uma verdade. Quando se fala em Hornets, a minha cabeça automaticamente se lembra de Charlotte. Por exemplo, nós fomos muito mais apoiados em Oklahoma (naquele período pós-Katrina) do que em New Orleans. Mas, por outro lado, a franquia, a logomarca e o mascote do Hornets são muito conhecidos e até adorados mundialmente, e seria triste acabar com tudo isso. Vamos esperar para ver o que vai acontecer. Esse é o meu conselho para os outros torcedores.

Rafael Politi: Contra, muito contra, totalmente contra. Acabar com uma franquia é apagar um legado, uma parte da história da NBA e do basquete. Entendo que fãs casuais queiram uma marca que seja mais característica, que retrate mais a cidade em que a franquia se situa (e que fãs casuais são a maioria!), porém o nome Jazz já tem dono, GET OVER IT. Entrem na New Orleans Arena, olhem para o teto do ginásio e vejam o cartaz de campeão de divisão (Sudoeste, em 2008), os números do Bobby Phills e do Pete Maravich aposentados. Procurem saber quem foi Bobby Phills, o que aconteceu com ele, quem foi “Pistol” Pete, o que ele fez pela tão querida LSU (Louisiana State University) e por New Orleans. Mudar o nome joga tudo isso fora, e já são 10 anos de Hornets em New Orleans. Isso não é pouca coisa.

Lucas Ottoni: Quem lê o BH com frequência, já sabe a minha posição a respeito do assunto. Está tudo aqui.

3 – O Eric Gordon é dono de um talento indiscutível, mas passou a maior parte da temporada lesionado (joelho direito), sem conseguir ajudar o Hornets (atuou em apenas 9 ocasiões). Se você fosse o GM, montaria o novo time dos zangões em torno dele?

Gustavo Lima: Sem sombra de dúvida. O Gordon já mostrou que é um excelente jogador e que pode sim liderar a franquia. Em quatro anos de NBA, o ala-armador tem médias de 18.2 pontos, 2.7 rebotes e 3.3 assistências. Com ele em quadra, o Hornets ganhou seis de nove partidas. Gordon tem apenas 23 anos, é o melhor jogador da equipe e, mesmo tendo atuado pouco, já mostrou que será peça-chave nessa reconstrução do elenco de New Orleans.

Kaio Kleinhans: Sim. Gordon é um dos jogadores mais talentosos da liga. Ele nunca teve lesões iguais, é importante destacar isso. Nessa última temporada, a situação da lesão dele foi muito mal conduzida. Joelho é sempre uma área preocupante, mas – como deu para ver, e ele mesmo relatou – a recuperação foi boa. Ele pode ficar agora por 10 anos sem sentir qualquer lesão, a gente não sabe o que está para acontecer. No entanto, em matéria de talento, ele e o James Harden (Oklahoma City Thunder) estão em um patamar que poderá levá-los ao posto de melhores SGs da liga em 2 anos. Não podemos nunca abrir mão de um talento como esse. Ele é um jogador que adiciona 20 pontos por jogo tranquilamente. O técnico Monty Williams disse recentemente que ficou encantado com o talento e a ética de trabalho do guri e que espera muito mais dele e, consequentemente, do time.

Rafael Politi: Definitivamente. Dois exemplos recentes de jogadores que tiveram problemas graves no joelho são velhos conhecidos nossos. David West (Indiana Pacers) e Chris Paul (Los Angeles Clippers) estão jogando muito pelos seus times. Tudo bem, Gordon já teve vários problemas na sua breve carreira, mas é muito talento para se desperdiçar. Nesse ponto em que estamos, ou arriscamos para ganhar grande ou ficamos presos naquela mediocridade de primeiro ou segundo round de playoffs, sempre batendo na trave. Com pré-temporada e um fortalecimento muscular, mais a provável participação nos Jogos Olímpicos (ainda que jogando pouco), o Gordon será o centro do time nas próximas e promissoras temporadas. Aliás, esse ambiente de seleção olímpica, rodeado de vencedores e “work harders” (caras que trabalham duro), poderá fazer tão bem ao nosso novo xodó quanto fez ao Chris Paul, quando ele ainda era um zangão.

Lucas Ottoni: Confesso que essa série de lesões que o Gordon vem sofrendo ao longo da carreira me preocupa. Eu tenho a impressão de que ele poderá nos deixar na mão a qualquer momento, e isso não é legal. Por outro lado, só um completo tapado para não perceber o quanto de talento tem esse cara. Quando joga, ele faz a diferença sim, e isso ficou muito nítido nas poucas vezes em que ele esteve em quadra na última temporada. O Gordon tem tudo para ser um dos grandes astros da NBA em um futuro próximo, e o Hornets não pode abrir mão de uma fera como ele. Isso é ponto fora de questão. É claro que eu temo que as lesões possam voltar e atrapalhar demais o trabalho dele e (principalmente!) do time, mas é um risco que vale a pena correr. O cara é novo (23 anos) e muito bom de bola, e eu creio que ele ainda nos dará alegrias.

4 – Quais os três jogadores que você não manteria no elenco do Hornets para a próxima temporada, caso fosse o GM dos zangões?

Gustavo Lima: O primeiro seria o Emeka Okafor. Ganha muito e não produz o esperado. Para o garrafão, a minha prioridade seria renovar com Chris Kaman, e, se sobrasse dinheiro, com Carl Landry. O time ainda tem Jason Smith e Gustavo Ayon, além da esperança de conseguir um certo Anthony Davis no draft… O segundo cara que eu não manteria é o Marco Belinelli. Será agente livre irrestrito, e eu não o vejo como prioridade para a equipe. E o terceiro é o Jarrett Jack. Fez uma boa temporada e tem contrato expirante. Será uma ótima oportunidade para o Hornets trocá-lo. A equipe já avisou que vai buscar um armador de qualidade na agência livre (Goran Dragic ou Raymond Felton). E, na reserva, o time ainda teria o venezuelano Greivis Vasquez, que pode ser bem útil na rotação. Ou, quem sabe, a equipe ainda poderá conseguir um armador vindo do draft (Damian Lillard ou Kendall Marshall).

Kaio Kleinhans: Emeka Okafor, Trevor Ariza e Jarrett Jack. O Okafor tem um alto salário, pelo que ele rende em quadra. Prefiro mil vezes o Chris Kaman a ele. O ideal seria renovar com o Kaman por algo em torno de U$ 10-12 milhões e trocar o Okafor pelo que der. Já o Ariza é um bom jogador, tem uma boa defesa, mas não ajuda tanto no ataque. Precisamos de um ala que contribua mais ofensivamente. Ariza seria bem útil em equipes prontas para brigarem por título, além de não ter um contrato ruim. Deve ser trocado facilmente. Para terminar, o Jack não pode ser o PG principal do time. Ele poderia ficar para ser o Sexto Homem, já que terá contrato expirante. Mas também pode ser envolvido em alguma troca, para diminuir a nossa folha salarial.

Rafael Politi: Fora os D-Leaguers (jogadores que vieram da Liga de Desenvolvimento da NBA) – que não têm condições de atuar em alto nível -, acho que o Trevor Ariza tem um contrato desproporcional ao que apresentou em New Orleans até o momento, e não é titular de um time que disputa título. Eu o envolveria em alguma troca para “subir” no draft ou, se caíssemos fora do Top 3, por uma estrela + a nossa primeira escolha. O Marco Belinelli também já deu o que tinha que dar (raiva?). Ele é, no máximo, um role player (jogador de compor elenco), para entrar em quadra, amassar o aro e sentar. Uns 10 minutos por jogo são mais que suficientes para o italiano. Não nos torture com 28 minutos TODA NOITE. Já o Emeka Okafor é útil, mas com esse contrato não dá, né amigão? Muito baixo para ser C e sem habilidade ou mobilidade para ser PF, Okafor é o famoso BACKUP, e backups não ganham 12 milhões de doletas por temporada, nem jogam 30 minutos por jogo também. GO KAMAN!

Lucas Ottoni: O primeiro nome que me vem à mente é Emeka Okafor. Ele esteve em New Orleans nas últimas três temporadas e jamais convenceu. Okafor é apenas um bom defensor, é só. Não vejo nele qualidades para ser pivô titular de uma equipe que luta por título na NBA. Além disso, tem um contrato bastante oneroso. O Hornets precisa dar um jeito de arranjar uma nova equipe para o Emeka. Isso é fato. O segundo da minha lista chama-se Trevor Ariza. Gosto dele, de sua energia defensiva e personalidade em quadra. Mas, assim como acontece com o Okafor, o Ariza é um jogador com limitações ofensivas e é um titular com cheiro de reserva. O Hornets precisa de um ala mais consistente, e o Ariza é uma boa moeda de troca, além de não ser indispensável para o elenco. O terceiro nome é o Jarrett Jack. Ele é um bom jogador, mas não pode ser o armador titular do time. O que me chama a atenção é o seu contrato, que será expirante. O Jack é – muito provavelmente – a nossa melhor moeda de troca. Podemos fazer um bom negócio envolvendo ele em um comércio.

5 – Cite dois destaques e duas decepções do Hornets na temporada 2011-12.

Gustavo Lima: Os meus destaques são o Eric Gordon e o Jarrett Jack. Apesar de apenas nove jogos disputados, o Gordon mostrou que é o franchise player. Com ele saudável em boa parte da temporada, o Hornets não teria feito uma campanha tão ruim. Já o Jack fez a sua melhor temporada na NBA (os números mostram isso), pois foi beneficiado pela saída do então titular da posição, Chris Paul. No entanto, é um jogador para vir do banco e não para ser armador principal de um time que pensa em brigar por conquistas. Nas decepções, eu vou de Emeka Okafor e Marco Belinelli. O Okafor fez o seu pior campeonato na NBA. Os números não correspondem a um jogador que ganhou U$ 12,5 milhões na temporada. Para completar o ano abaixo da expectativa, ficou fora dos últimos 39 jogos da equipe por causa de uma “estranha” lesão no joelho. Enfim, temporada para se esquecer. E o Belinelli teve mais tempo de quadra do que em relação ao seu primeiro ano pelo Hornets (29:48 contra os 24:30 do ano passado), e seus números não mudaram muito. Seu aproveitamento nos arremessos de quadra e nas bolas de três pontos foram menores do que em 2010-11. Foi titular em boa parte da temporada – por causa da lesão do Eric Gordon – e mostrou que é apenas um jogador para vir do banco.

Kaio Kleinhans: Eu destaco o Chris Kaman e o Greivis Vasquez. O Kaman simplesmente nos lembrou o que é ter um pivô com capacidade ofensiva. Fazia muito tempo que eu não via alguém assim no Hornets. É um cara que pode contribuir com 20 ppg e 10 rpg tranquilamente. Eu acho que seria muito importante contar com um jogador desses no nosso elenco. Quanto ao Vasquez, ele é um jogador novo (25 anos) e que ainda pode evoluir em alguns aspectos. Eu sou simplesmente muito fã do jogo desse rapaz. Ele tem boa visão de quadra e sabe criar jogadas para os companheiros e para ele mesmo. Tem boa altura, mas precisa ainda melhorar a sua defesa. O time rendeu muito bem com ele na quadra. Na parte de decepções, sinceramente não posso citar ninguém. A maioria rendeu o que eu esperava, ou até mais. O Jarrett Jack, que é contestado, foi o cestinha do time com mais de 15 ppg. Já Trevor Ariza e Emeka Okafor, apesar de serem defensores, mostraram evolução na parte ofensiva. O time sofreu demais com as lesões e o “fantasma” do draft, e vimos muitos jogadores de D-League na equipe. No geral, não houve nenhuma grande surpresa negativa.

Rafael Politi: Sem dúvida, o Greivis Vasquez foi uma grata surpresa e um dos destaques do Hornets nessa péssima temporada. Desenvolveu um controle do ritmo de jogo, é alto para a posição de armador e melhorou a seleção de arremessos, embora ainda tenha um longo caminho para percorrer nesse quesito. No geral, se firmou como uma opção confiável na rotação e pode defender tanto PGs quanto SGs. Me sinto tentado a indicar Jarrett Jack ou Carl Landry como segundo destaque, mas vou dar uma moral para o Al-Farouq Aminu e para o Jason Smith. Os dois melhoraram muito e deram esperança aos torcedores no próximo campeonato. Smith se tornou um sólido arremessador de média distância e um defensor confiável, além de causar pesadelos em “Flop” Griffin e Kevin Durant. Aminu começou muito mal e sem confiança, mas foi crescendo ao longo da temporada e terminou forte, jogando mais de 30 minutos por partida nas últimas semanas e se mostrando um pesadelo na defesa para os adversários, além de ter desenvolvido mais o seu arremesso. Falar de decepções é falar de Marco Belinelli e Emeka Okafor. Os motivos eu já citei na quarta questão.

Lucas Ottoni: Eu preciso destacar o Jason Smith aqui. Ele melhorou absurdamente em relação à sua temporada de estreia no Hornets (2010-11). Defende infinitamente melhor, parece mais confiante no ataque, tem aparecido com dunks animais e está se especializando em bloquear grandes jogadores. Fora o seu arremesso de meia distância, que é acima da média para atletas da posição 4. O Smith é um cara que será muito útil para os zangões ainda. O meu segundo destaque vai para o Greivis Vasquez. Ele é o tipo de armador que não aparece muito no Box Score, mas desempenha um trabalho muito eficiente em quadra. Joga para o time, faz os companheiros renderem melhor e pontua com segurança – não sai atacando a cesta que nem um louco. Eu gosto muito desse jogador e acho que ele pode melhorar ainda mais. Claro, o venezuelano ainda precisa defender melhor e arremessar com mais precisão, mas isso são coisas que ele tem tudo para acertar, principalmente sendo treinado pelo Monty Williams. Quanto às decepções, eu vou colocar o Emeka Okafor e a falta de público nos jogos do Hornets. O caso do Okafor eu expliquei na pergunta anterior, e a torcida ausente de New Orleans é algo que me incomoda. A média de público dos zangões na temporada 2011-12 é apenas a 24ª das 30 equipes da NBA. Algo bastante decepcionante. Uma cidade que lutou tanto para manter um time de basquete profissional deveria valorizar isso. Mas eu sou um eterno otimista e espero ver o público comparecendo em massa no próximo campeonato.

Pronto, finalizamos o terceiro debate no Brazilian Hornet. Eu aproveito para deixar os meus agradecimentos aos bravos Gustavo, Kaio e Rafa Politi. Vocês abrilhantaram este nosso post! E espero que os leitores tenham gostado. Quem quiser discordar de alguma coisa que foi escrita, ou mesmo expor as suas próprias opiniões, é só escrever aí embaixo, nos comentários. Seria uma bela maneira de prolongarmos um pouquinho estes assuntos abordados. E hoje não teremos a sessão Ferroadas, pois não há nada muito relevante a se falar. Até o próximo debate!

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2 pensamentos sobre “PERGUNTAS E RESPOSTAS # 3

  1. muito bom lucas! e ta com cheiro de anthony davis esse draft pra nos ein!

    as opnioes foram diferentes e bem legais, abri os olhos pra alguns aspectos que nao tava prestando atençao! continua o trabalho!

  2. Valeu, Rafa. Anthony Davis seria ótimo! Tomara que a sorte esteja do nosso lado dessa vez… rs

    Eu também acho que debater é muito bom. Principalmente com vocês, que conhecem do assunto e estão sempre dispostos a colaborar com o blog.

    Abço!

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