PERGUNTAS E RESPOSTAS # 2

O desempenho do técnico Monty Williams abre o nosso segundo debate

* Por Lucas Ottoni

Salve, amigos! Daqui a pouquinho, à meia-noite (de segunda para terça-feira, horário de Brasília), o nosso New Orleans Hornets (9-28) estará em quadra para o duelo contra o Portland Trail Blazers (18-19), no Rose Garden, Oregon. Porém, neste post aqui apresentaremos o segundo debate promovido pelo Brazilian Hornet. Para esta nova rodada de perguntas, eu convidei três amigos. São eles: Jardel Barros e Rodrigo Goulart, membros do blog New Orleans Hornets Brasil, e Léon Oliveira, forista da comunidade do Hornets no Orkut e grande fã do Chris Paul. Seis questões foram levantadas e devidamente debatidas. Eu aproveitei e também entrei neste debate. Peguem outra cervejinha e divirtam-se!

1 – Como você avalia o trabalho do técnico Monty Williams no comando do Hornets, durante esse 1 ano e meio?

Rodrigo Goulart: Para mim, está sendo muito bom. Apesar das invenções que ele faz em alguns jogos, eu creio que estamos no caminho certo. Só acho que o Monty tem que largar um pouco essa mentalidade exageradamente defensiva e pensar um pouco mais no ataque. O nosso time precisa melhorar muito a parte ofensiva, a gente percebe isso claramente nos jogos.

Léon Oliveira: Eu acho que ele vem fazendo um bom trabalho e tem se virado bem com as peças que possui à disposição. Eu só tenho uma ressalva em relação ao Monty Williams. É que ele olha muito para a defesa e pouco para o ataque. O ideal é buscar um equilíbrio, e nós ainda não conseguimos isso.

Jardel Barros: Temos que lembrar de como o Monty Williams chegou ao Hornets. Ele não tinha nenhuma experiência como treinador principal, assumiu uma equipe que estava sendo mal conduzida pelo seu antecessor (Jeff Bower) e ainda precisou lidar com um insatisfeito Chris Paul. Só que, desde a sua chegada, Monty conseguiu instituir a filosofia de jogo baseada em uma defesa forte e no coletivismo ofensivo. Precisamos reconhecer que ele foi muito bem sucedido, pois, desde então, a nossa defesa passou a ser considerada uma das melhores da NBA e se tornou o nosso principal diferencial competitivo. Se levarmos em consideração a média de pontos cedidos ao adversário, o trabalho defensivo do Monty é ainda mais visível. Na temporada passada, cedemos apenas 94 pontos em média para os nossos adversários, e isso significa que, nesse aspecto, fomos a melhor defesa da Conferência Oeste e a quinta melhor de toda a NBA! Nessa temporada, diminuímos essa média para 93.4 pontos. Quando ele assumiu o time, a média era de 102.7 pontos cedidos. Por isso, não há como contestar um treinador que, na minha opinião, possui uma mentalidade correta de basquete e conseguiu implantá-la a curto prazo.

Lucas Ottoni: O Monty vem realizando um excelente trabalho. Logo em sua primeira temporada como técnico, ele alcançou os playoffs com o Hornets, bateu o recorde de vitórias consecutivas da franquia (foram 10 seguidas, creio eu) e implantou uma mentalidade defensiva que vem dando certo. Além disso, os jogadores o respeitam e gostam dele. É claro que nem tudo é perfeito, e ele também comete os seus erros. Às vezes, eu não concordo com algumas das suas escalações e mudanças no time ao longo das partidas. Sem contar o fato de que a equipe do Hornets não tem apresentado um bom trabalho ofensivo. No entanto, o Monty é jovem (apenas 40 anos) e tem tudo para se tornar um dos grandes treinadores da NBA. É muito bom tê-lo conosco no comando dessa reconstrução do elenco.

2 – Que jogo do Hornets você destaca como o melhor nessa temporada, até o momento?

Rodrigo Goulart: Gostei muito do jogo recente que fizemos contra o Dallas Mavericks e também daquele contra o Boston Celtics, no início da temporada. A vitória de 97 a 92 diante do Dallas foi ainda melhor, por ser exatamente o Dallas (haha). Contra o Celtics, nós mostramos um jogo que fez a gente chegar a pensar: “Quem precisa de Chris Paul e David West? Jogamos bem demais”. Pena que isso não foi à frente...

Léon Oliveira: Para mim, foi Hornets vs Magic, lá no fim de janeiro. Nós simplesmente anulamos os “pedreiros” de Orlando. Vencemos por 93 a 67, foi um massacre! No time deles, só o Dwight Howard mesmo é que jogou bem. O cara é imparável.

Jardel Barros: Eu destaco a nossa vitória diante do Boston Celtics, pela segunda rodada da temporada regular. O resultado de 97 a 78 mostrou que tudo deu certo para nós e que tudo deu errado para o Celtics. O nosso time inteiro foi muito bem naquele jogo, e já sem o Eric Gordon. Aquela vitória representou uma esperança de que a temporada poderia ser boa, apesar das saídas de Chris Paul e David West. Só que essa esperança – por motivos extra-quadra – não se concretizou no decorrer do campeonato. Infelizmente, é claro.

Lucas Ottoni: Na minha modesta opinião, não há outra que não a nossa vitória sobre o New York Knicks, em pleno Madison Square Garden, no último dia 17 de fevereiro. O Hornets foi quem acabou com a invencibilidade da tal “Linsanity”, ao derrotar o Knicks por 89 a 85. O ginásio estava lotado, os caras vinham de sete vitórias consecutivas e todo mundo achava que o Hornets seria a próxima vítima do Jeremy Lin. Nesse jogo, os zangões surpreenderam muita gente. Foi a nossa vitória mais emblemática na temporada, até o momento.

3 – E que jogo do Hornets você destaca como o pior nessa temporada, até o momento?

Rodrigo Goulart: Eu me lembro que tivemos uma derrota em casa para o Phoenix Suns, por 120 a 103, no início do mês passado. E também teve aquela paulada de mais de 20 pontos (90 a 67) que sofremos diante do Chicago Bulls. Parece que nós nem entramos em quadra naquele jogo contra o Chicago, foi horrível. E contra o Suns, o nosso time teve um quarto período tenebroso. Então, eu destaco esses dois jogos.

Léon Oliveira: O nosso pior jogo foi aquele contra o Chicago Bulls, em que perdemos por 90 a 67. Nós jogamos em casa e fomos muito mal naquela noite. Nada deu certo, e o time não se encontrou em quadra, as bolas simplesmente não caíam. Tomamos um verdadeiro baile de Boozer e cia. e ainda vimos o Derrick Rose descansar no banco de reservas durante boa parte do jogo. Aquilo foi terrível.

Jardel Barros: Acredito que os jogos do mês de janeiro e da primeira metade de fevereiro foram aqueles que marcaram o período mais difícil para o time no campeonato. Tivemos muitos problemas, as lesões em jogadores importantes, o afastamento do Chris Kaman, etc. Nesse período, eu destaco a derrota de 94 a 72 para o Atlanta Hawks, em 29 de janeiro. O nosso desempenho foi muito ruim naquele jogo. Aquilo resumiu bem a bagunça em que a franquia estava mergulhada. Depois, o time foi ganhando uma nova forma e melhorando, com Vasquez, Belinelli, Ariza, Ayon e Kaman atuando como titulares.

Lucas Ottoni: Nós tivemos um jogo horrível contra o Chicago Bulls, em New Orleans, no dia 08 de fevereiro. Teve um outro muito ruim diante do Toronto Raptors, na semana passada. E os nossos dois últimos, contra Indiana Pacers e Portland Trail Blazers (esse jogo acabou agora há pouco), também não foram nem um pouco legais. Mas eu vou destacar a derrota para o Bulls mesmo. Os caras vieram na nossa casa e nos sacudiram: 90 a 67. Foi um negócio muito feio aquilo.

4 – O pivô Chris Kaman vem jogando muito bem e conseguindo duplos-duplos em quase todas as partidas. Diante desse panorama, você acha que ele deve ser trocado?

Rodrigo Goulart: Eu acho que sou o mais contra essa troca. Tínhamos é que trocar o senhor Emeka Okafor, simples assim. E o motivo, todos nós já sabemos. Emeka está há quase três anos no Hornets e mostrou muito pouco, de lá para cá. É um bom defensor, mas, embora tenha melhorado no ataque ultimamente, não tem a mesma qualidade do Kaman. O alemão é mais jogador que o Okafor. Por isso, eu o manteria no nosso time.

Léon Oliveira: Eu não acho que o Kaman deveria ser trocado. Ele, saudável e motivado, é All-Star. Mas como o Monty Williams prefere defesa ao ataque, o Kaman deve sair e o Okafor ficar. Acho que, em termos de pivô, nós sairemos perdendo demais com isso.

Jardel Barros: Precisamos analisar a situação do Kaman em dois aspectos distintos: o técnico e o financeiro. Pelo ponto de vista técnico, Kaman está obtendo bons resultados ofensivos de modo a cobrir com qualidade a lacuna aberta com a saída do David West. No entanto, defensivamente ele é um jogador que precisa evoluir, pois ainda permite muitos pontos fáceis ao adversário e acaba comprometendo o trabalho defensivo implantado pelo Monty Williams. Por isso, apesar de sua limitação ofensiva, o Emeka Okafor cumpre uma função tática fundamental dentro do esquema do nosso treinador. A pergunta central aí é a seguinte: devemos optar pelo talento ofensivo do Kaman e abrir mão da filosofia defensiva que está dando certo? Bem, o ideal seria manter Kaman e Okafor, mas, financeiramente, isso é inviável. Ambos ganharão cerca de U$ 25 milhões esse ano, ou seja, quase a metade de toda a folha de pagamento da equipe. Pagar esse valor a dois jogadores é algo surreal. Aí, vem uma outra pergunta: o que é mais fácil? Trocar um Okafor sem talento ofensivo e com um contrato mais longo, ou um Kaman, que é mais talentoso e tem um contrato expirante? Portanto, o mais provável é que o alemão seja trocado. Eu acho inevitável que isso aconteça.

Lucas Ottoni: Olha, é importante saber o que a franquia pretende com essa possível troca envolvendo o Kaman. O objetivo é cortar gastos e conseguir escolha(s) no draft? É obter jovens jogadores, mais baratos e promissores? Ou o Hornets pretende receber em troca um outro grande jogador? Nós ainda não sabemos, então é difícil dizer se a saída do Kaman será boa ou ruim. Então, vamos trabalhar com o que temos em mãos, isto é, o desempenho do alemão. O fato é que o Kaman vem jogando muitíssimo bem, e eu quero sempre os melhores jogadores no meu time. Mas é fato também que o Hornets não conduziu bem o caso do alemão, ao afastá-lo e depois reintegrá-lo ao elenco. Faltou habilidade para lidar com o jogador, creio eu. Diante disso, eu vejo que a chance de ele pensar na possibilidade de renovar o seu vínculo com a franquia é nula. Portanto, a única saída é a negociação até o dia 15 de março. Caso contrário, perderemos um excelente jogador no fim da temporada (ele é expirante) e não receberemos nada em troca. Isso seria lamentável, pois, apesar do alto salário (cerca de U$ 14 milhões / ano), o alemão é o melhor pivô que já passou pelo Hornets, desde a saída de Tyson Chandler.

5 – Recentemente, o pivô Andrew Bynum (Los Angeles Lakers) declarou em uma entrevista que não tem a menor intenção de jogar em New Orleans, caso se torne agente livre. Na sua opinião, foi correta a atitude desse jogador?

Rodrigo Goulart: Para mim, é um jogador que, se jogasse em outro time, não teria o nome que tem hoje. Não consigo gostar tanto do Bynum. Acho que, do mesmo jeito que ele não tem a intenção de jogar em New Orleans, o Hornets não iria querer ele também. Aliás, um recadinho para o Bynum… Chris Paul mandou um abraço, ok?

Léon Oliveira: Enquanto não tivermos um dono, eu acho que não é nenhum absurdo o Bynum pensar assim. Tudo em New Orleans é muito estranho, a franquia é muito bagunçada, e um grande jogador não gosta de atuar em um time sem dono e com ambições modestas. Mas, se Deus quiser, teremos um dono em pouco tempo, e aí as glórias virão.

Jardel Barros: Eu acredito que o jogador profissional é um trabalhador e possui o direito de expressar as suas opiniões laborais. Apesar de deselegante e – por se tratar de um jogador do Los Angeles (grande mercado) Lakers – arrogante, o atleta precisa defender os interesses de sua carreira. Por mais que torçamos pelo Hornets, precisamos reconhecer que somos uma franquia intermediária. Então, vamos nos colocar na posição do Bynum: sair de uma franquia bem estruturada, rica, localizada em um lugar com grande visibilidade da mídia e competitiva esportivamente, para uma outra pobre, desestruturada, sem visibilidade e pouco competitiva, seria uma regressão em sua carreira. E o que o Bynum fez foi defender os seus interesses, apesar de, por vezes, usar declarações impopulares.

Lucas Ottoni: Eu creio que o Bynum, provavelmente, respondeu ao questionamento de algum repórter sobre New Orleans. Eu não acho que ele iria falar o que falou de forma premeditada, tipo: “eu vou aproveitar que tem um microfone aqui e vou dizer a todo mundo que eu acho o Hornets horrível e que eu nunca jogarei lá”. Não foi por aí. Ele apenas respondeu o que perguntaram a ele. Contudo, eu acho que é pouco inteligente um jogador profissional falar coisas desse tipo, ainda mais em se tratando de um jogador da NBA. Todo mundo sabe que o mundo da NBA é totalmente imprevisível. Hoje, você está jogando com a camiseta de uma cidade, e, no dia seguinte, pode estar dentro de um avião se mudando para outra. Portanto, não é muito conveniente o cara “fechar portas” sobre algo em que ele simplesmente não tem o controle.

6 – O Hornets deve ter um novo dono muito em breve. E, ao que tudo indica, permanecerá em New Orleans. Você acredita que, acontecendo isso, a franquia conseguirá atrair grandes jogadores e formar um time para ser campeão?

Rodrigo Goulart: Eu espero que consiga atrair. Quando tínhamos um dono, montamos um time que poderia ter sido campeão (2007-08). O Carl Landry falou que renova o seu contrato, se tivermos um dono e colocarmos as coisas no lugar. O David West saiu depois de dizer que a franquia era uma zona. O contrato dele é de duas temporadas com o Pacers, e ele até poderia voltar. Quem sabe? É assim que as coisas começam, com um dono disposto a investir e com picks altas no draft. Fazendo um bom draft, renovando com o Eric Gordon, trocando Kaman ou Okafor, eu acho que estaremos no caminho certo.

Léon Oliveira: Eu, como torcedor, espero que os All-Stars olhem com mais “carinho” para o Hornets e tenham algum interesse de jogar em New Orleans. Mas sei que a nossa realidade é outra, e acho que o nosso All-Star virá do draft. Essa é a nossa saída, no momento. Depois, no futuro, a gente pensa em voos mais altos. Antes de sonharmos com título, ainda temos muita coisa para arrumar. Começando por um dono.

Jardel Barros: Absolutamente não. A permanência do Hornets em New Orleans ratificará o nosso papel de franquia intermediária por muitos anos, a não ser que aconteça o mesmo que aconteceu com o San Antonio Spurs: uma geração de jogadores leais, altruístas, uma organização bem alinhada, uma filosofia de jogo bem definida, uma liderança forte e um bom trabalho de draft e desenvolvimento de talentos. Atualmente, jogadores altruístas são algo em extinção. Vivemos tempos em que os grandes jogadores se unem para “fundar clubinhos” com amigos talentosos. E a questão da Louisiana é muito delicada, é um mercado estagnado, principalmente após a tragédia do Furacão Katrina. Como a NBA é um negócio, isso se aplica diretamente à franquia da cidade. Portanto, uma cidade que não cresce e é considerada apenas intermediária no panorama nacional obterá um time apenas intermediário. Uma cidade como essa tem espaço para apenas uma equipe grande. E essa equipe é o New Orleans Saints (da NFL).

Lucas Ottoni: A obtenção de um novo dono é absolutamente vital para o Hornets. Esse é o primeiro ponto, pois tiraria a franquia das mãos da NBA e nos daria autonomia novamente, além de evitar futuras críticas e “choradeiras” de sujeitos como o Mark Cuban. O segundo ponto é o quanto esse novo dono estaria disposto a investir na formação de um time vencedor, que possa atrair o público local e a mídia também. E o terceiro ponto – e não menos importante – é a organização, o planejamento e a estrutura da franquia, pois não adianta você gastar dinheiro de forma mal planejada, correto? Nesse sentido, eu me espelho no modelo do San Antonio Spurs. É uma franquia vencedora e está dentro de um mercado que pode ser considerado intermediário. Então, qual é o segredo deles? Estrutura, planejamento, desenvolvimento, organização e um punhado de sorte também. Eles conseguiram uma estrela como o Tim Duncan e fizeram todos os movimentos corretos para formar um time vencedor em torno do cara. Sempre encontram os jogadores ideais nos drafts (mesmo na xepa), sempre desenvolvem jogadores para o futuro e estão sempre colhendo bons frutos. Cada movimento do Spurs tem um propósito, parece que eles estão um passo à frente de muitas outras franquias. E eu acho que o Hornets deveria tentar seguir esse modelo. Aí, a formação de um time campeão será mera consequência, algo que vem a reboque.

Pronto, finalizamos o segundo debate no Brazilian Hornet. Eu aproveito para deixar os meus agradecimentos aos bravos Jardel, Rodrigo e Léon. Vocês abrilhantaram este nosso post! E espero que os leitores tenham gostado. Quem quiser discordar de alguma coisa que foi escrita, ou mesmo expor as suas próprias opiniões, é só escrever aí embaixo, nos comentários. Seria uma bela maneira de prolongarmos um pouquinho estes assuntos abordados. Até o próximo debate!


 FERROADAS

* HORNETS @ KINGS: Os zangões voltarão à quadra, à meia-noite de quarta para quinta-feira, 08/03 (horário de Brasília). O adversário é a equipe de Sacramento, e o duelo acontecerá no Power Balance Pavilion, na Califórnia. O Brazilian Hornet deve acompanhar, via Twitter. Siga o BH e fique por dentro de tudo o que acontecerá ao longo da partida. Ah, e eu não esqueci do joguinho de ontem, contra o Blazers. Falarei sobre ele no nosso próximo post, que irá ao ar após o duelo com os Reis. Se liga, Monty…

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4 pensamentos sobre “PERGUNTAS E RESPOSTAS # 2

  1. 1- O trabalho do Monty no geral é bom…
    Tem mt oq melhorar, principalmente a parte ofensiva, a falta de playbooks. Ele ainda nao sabe mexer com o brio dos jogadores pra reverter uma desvantagem, nao sabe a hora certa de parar o jogo, faz algumas substituiçoes equivocadas. Mas o trabalho DEFENSIVO dele é espetacular. Msm os jogadores com mais dificuldade nesse sentido, evoluiram mt, e graças ao nosso Coach. Espero q Monty fique por mts anos comandando nossa equipe.

    2- As vitórias contra Magic, Knicks e Celtics foram mt importantes, cada uma por um motivo. A contra o Celtics, logo no começo da temporada, nos fez sonhar com um belo futuro, depois de tantas incertezas. A do contra o Magic, foi por questoes esportivas, foi simplesmente um massacre, e a contra o Knicks pelo fator do marketing, quebramos a sequencia de vitorias do time de NY e mostramos para o mundo td q o Lin é mais um PG comum na Liga, alem disso aparecemos no mundo td, ja q isso é importante pra NBA, midia.

    3- A derrota pro Bulls foi um massacre tbm. Vimos o time de Chicago poupar seus titulares no ultimo periodo,e tomamos uma surra vergonhosa.

    4- O caso do Kaman é complicado, e sou suspeito pra fala, ja q defendi ele desde o dia q chegou em NO,e era criticado por mts torcedores. Axo ele um jogador espetacular, com um potencial grande. Vem mostrando q é Top da Liga, e All Star. Mas depois de td q foi feito, o certo é ele sair msm, ja q nao renovara com a gente. Pivo ja anda em falta na Liga, um com potencial de DD, de 20/10, mais raro ainda, com as outras peças q podemos mandar na negociaçao, poderiamos conseguir um jogador nivel AS por ele.

    5- Eu axo q sao 2 coisas diferentes, ele como profissional, tem o direito de escolher onde quer trabalhar ou nao, como tds nós. Nao sei como foi feito essa declaraçao, ja q mts jornalistas polemizam qq coisa q alguem fale, por isso axo q ele nao deveria ter falado publicamente, mas se falou, nada demais, ate pq, infelizmente nossa Franquia hj nao oferece nenhum atrativo pra grandes jogadores, como ele é. Ao invez de ficar chorando e se fazendo de coitado, temos q batalhar pra ser uma Franquia melhor vista pela Liga, pelos jogadores,e que eles desejem jogar la.

    6- Eu axo q o Local, ajuda… grandes mercados, mais visibilidade, mais atrativos. Mas temos exemplos de times campeoes, de centros pekenos. O mais importante é ter um dono, disposto a fazer desse time campeao, e investir pra isso. Depois ter um bom trabalho da comissao tecnica, do GM, para q os resultados apareçam na quadra. Hj o Draft é indispensavel pra gente, nao temos outra alternativa, a nao ser conseguir um SuperStar pra nos levar ao anel, se nao for pelo Draft.

    • Fala, grande Kaio. Bem, vamos lá. Responderei em cima das suas respostas:

      1 – Concordo plenamente e acrescento. Os defeitos que observamos no trabalho do Monty são totalmente corrigíveis. Ele é um dos técnicos mais jovens da NBA e tem tudo para evoluir (como técnico) com o passar do tempo e dos jogos. Espero que o Hornets conte com ele durante muitos anos. O trabalho está indo por um bom caminho e precisa continuar.

      2 – Isso é questão de escolha, mas eu concordo.

      3 – Também é questão de escolha, mas a derrota para o Bulls é uma espécie de unanimidade. Estivemos horríveis naquele jogo.

      4 – Concordo plenamente e escrevi algo parecido na minha resposta.

      5 – Nesse caso, eu acho que o Bynum falou sobre algo que ele não tem o controle. Ele pode dizer que não quer jogar em New Orleans, é um direito dele. Mas, se um dia ele for negociado para lá, terá que ir. Isso é a NBA. É basquete, mas também negócios. Por isso, acho que ele não precisava ser tão enfático ao “recusar” o Hornets. Pegou mal.

      6 – Concordo, mas acho que ter um dono disposto a investir e uma gestão organizada são os principais pontos para formarmos um time campeão. Continuo achando que draft é complemento, e não salvação. O que salva a franquia é grana e estrutura. Tendo isso, podemos dar passos adiante.

      Obrigado pelas respostas, parceiro! É sempre bom debater com você!

      Abços!

  2. deixa eu entrar nessa tbm guri.. hehe

    1 – o trabalho é bom, mas acho ki ele deveria ter um treinador pra ajudar o time no ataque. visto q esse é o nosso maior problema. colocar a bola na cesta. mas é um bom trabalho sim sem duvida.

    2 – hornets x suns. o primeiro jogo. aquela emoçao toda com o gordon metendo aquele winner!!.. hehe.. pena q aquilo foi a unica coisa q ele fez em NO.

    3 – hornets x bulls. concordo totalmente.

    4 – nao deveria ser trocado. tem tanta gente pior pra sair. belinelli, jason smith, carl landry, okafor..

    5 – nao é correta. como foi dito aí. quando o kra assina um contrato com um time da nba, ele ja naum é mais dono da sua carreira. ele naum tem controle de nada e pode ir pra qualker lugar. intao, o bynum um dia pode sim jogar no hornets. e aí?

    6 – achu ki pensar em titulo é longo prazo. nao é nada pra agora. primeiro tem ki arrumar um dono e ajeitar a franquia, as dividas e tudo. depois parte pra montar um timasso. kem sabe dentro de uns 3 ou 4 anos?? e a ideia de seguir o modelo spurs é legal. os kras deram certo mesmo e sao competentes.

    é isso.. fuiiiiiiiii

    • Vamos lá, Brunão. Mesmo esquema do Kaio:

      1 – É uma boa ideia. Inclusive, até já levantamos isso aqui.

      2 – Isso é questão de escolha, mas foi uma boa opção. Emoção até o fim.

      3 – Essa é unânime. Não há mais o que falar.

      4 – Parece que a vontade do pessoal em manter o Kaman é quase que uma unanimidade também. A questão é: se trocarmos um pivô como ele, quando e onde conseguiremos outro? No draft? Só o tempo dirá…

      5 – Concordo. Mas eu não acho que o Bynum foi incorreto. Ele foi infeliz, a meu ver.

      6 – Concordo. O trabalho é mesmo a longo prazo. Investimento e estrutura são fundamentais. E o Spurs está aí para nos mostrar que uma franquia de mercado intermediário também pode chegar lá.

      Obrigado pelas respostas!

      Abços!

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